Por Euler de França Belém

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Tucanos apelidam Wilder Morais de senador-ostentação

O senador do PP “deu show” no Parque Agropecuário como se fosse candidato a presidente da República

Heli Dourado pode pôr Adib Elias no olho do furacão? Não se sabe

Heli Dourado 377353_108237752622650_100003092771873_75062_1950802198_n_400x400O envolvimento do advogado Heli Dourado (foto ao lado) na Operação O Recebedor, deflagrada pela Polícia Federal como desdobramento da Lava Jato, deixou o PMDB de Catalão muito apreensivo. É que Heli Dourado é advogado de Adib Elias e o deputado peemedebista é frequentador do escritório do advogado em Goiânia que foi vasculhado pelos policiais federais na sexta-feira, 26.

Marconi Perillo deve promover mudança no quadro de assessores setoriais de comunicação

[caption id="attachment_59519" align="alignleft" width="620"]| Foto: Reprodução Facebook Marconi Perillo quer um governo mais integrado e proativo | Foto: Reprodução Facebook[/caption] O governador Marconi Perillo (PSDB) prepara mudanças no quadro de assessores setoriais de comunicação. O desempenho de alguns auxiliares, segundo avaliação do Palácio das Esmeraldas, está bem abaixo da expectativa. O tucano-chefe quer uma equipe mais proativa, mais participativa e sintonizada com as ideias, projetos e ações centrais do governo.

Se for candidato a prefeito de Goiânia, Iris Rezende terá o apoio apenas de PMDB, DEM e PRP

Iris Rezende com Ronaldo Caiadoiris-rezende-e-caiado Um aliado de Iris Rezende admite que ele está com receio de disputar a Prefeitura de Goiânia e sair derrotado. O velho cacique está preocupado com o fato de que apenas três partidos devem apoiá-lo: o PMDB, o DEM do senador Ronaldo Caiado (que é fraco na capital) e o PRP de Jorcelino Braga (que, fora Jorge Kajuru, não tem presença em Goiânia). O Solidariedade pode até compor com Iris Rezende, mas, no momento, está afastado do ex-peemedebista-chefe. O ex-deputado federal Armando Vergílio e o deputado federal Lucas Vergílio, desprestigiados pelo irismo, estão mais preocupados com a candidatura do deputado estadual Carlos Antônio a prefeito de Anápolis.

Estrategistas do governo Marconi avaliam que críticas do PMDB serão esvaziadas pela realidade

[caption id="attachment_56302" align="alignleft" width="620"]Presidente da Agetop, Jayme Rincón, e o governador Marconi Perillo, no Centro de Excelência | Foto: Henrique Alves Presidente da Agetop, Jayme Rincón, e o governador Marconi Perillo, no Centro de Excelência | Foto: Henrique Alves[/caption] Os luas azuis do governo de Marconi Perillo apostam que, apesar do impacto inicial — pela virulência (e inusitado) do material—, as pílulas do PMDB não deverão produzir estrago no longo prazo. Os estrategistas tucanos avaliam que, ao centrarem suas críticas nos buracos das rodovias e na violência, os peemedebistas podem ter dado um tiro no pé. O governo sustenta que os dois problemas serão bem equacionados este ano. As rodovias, passadas as chuvas, poderão ser recuperadas com relativa facilidade (basta ter dinheiro) — o que esburaca o discurso das oposições. As oposições, sobretudo o PMDB, estariam gastando munição nos alvos errados, na avaliação dos marconistas.

Governo Marconi terá dinheiro para concluir obras. Oposição pode ter dado tiro no pé

[caption id="attachment_59811" align="alignleft" width="620"]Durante encontro estadual do PSDB em Goiânia, governador Marconi Perillo confirma os nomes de Giuseppe Vecci e Fernando Cunha Neto com pré-candidatos na capital e em Anápolis | Foto: Gabinete de Imprensa Marconi Perillo: novos rumos pro governo | Foto: Gabinete de Imprensa[/caption] Com o alongamento da dívida estadual decidida pelo governo federal, Goiás pode ter um alívio de até R$ 70 milhões mensais, o que significa cerca de R$ 800 milhões anuais. Com a folga, o governo Marconi Perillo ganha musculatura financeira para terminar obras e até fazer novos investimentos. E mais: vem aí o acordo da Codemins, que representa uma diminuição de R$ 40 milhões mensais no desembolso do tesouro estadual, o dinheiro da venda da Celg e os resultados do ajuste fiscal. Resumo da ópera: ao apostar no fiasco administrativo do tucano, a oposição entrou numa barca furada, como em 2014.

Tucano garante que o delegado Waldir Soares começa a ficar isolado no cenário político

Waldir Soares delegado-waldirDe um tucano de bico longuíssimo: “O delegado-deputado Waldir Soares começa a ficar isolado no cenário político de Goiás. Ele está perdendo espaço a cada dia”. O tucano garante que alguns líderes partidários sugerem que aceitam a filiação de Waldir Soares, mas, no fundo, estão fugindo do deputado. Eles preferem ficar ao lado do governador Marconi Perillo, que tem sido criticado pelo delegado.

Radical e nefelibata, a Rede perde os deputados Diego Sorgatto e Lissauer Vieira

Diego Sorgatto 2O deputado estadual Diego Sorgatto, em conversa com outro deputado, disse que, ao deixar o PSD, caiu na Rede errada. Quer dizer, filiou-se ao partido de Marina Silva, mas não tem nada a ver com as ideias da eterna candidata a presidente da República. O PSDB do deputado federal Célio Silveira trabalha para conquistar seu passe. Ele não volta para o PSD, porque, possivelmente, apoiará Marcelo Melo, do PSDB, para prefeito de Luziânia. O prefeito Cristóvão Tormin, do PSD, é candidato à reeleição. [caption id="attachment_46273" align="alignleft" width="300"]Deputado estadual Lissauer Vieira Deputado estadual Lissauer Vieira[/caption] Radical, meio nefelibata, a cúpula da Rede vai perder também o deputado estadual Lissauer Vieira. Pré-candidato a prefeito de Rio Verde, Lissauer está com um pé no PP do prefeito Juraci Martins e do senador Wilder Morais. E recebeu convite da senadora Lúcia Vânia para se filiar ao PSB.

Ida de José Eliton para a Segurança Pública assusta caiadistas

José Eliton junto com Ronaldo Caiado 1 O caiadismo ficou preocupado com a indicação do vice-governador José Eliton, do PSDB, para a Secretaria de Segurança Pública. Aliados do senador Ronaldo Caiado, do DEM, manifestam preocupação com o fortalecimento político e com a consolidação da imagem de José Eliton. O caiadismo avalia que José Eliton vai ser o grande adversário do presidente do partido Democratas na disputa pelo governo de Goiás em 2018. Se a violência cair em Goiás, em decorrência de seus projetos e ações, José Eliton se consagrará e, assim, poderá se tornar imbatível para o pleito de 2018. É o que se teme no Democratas.

Waldir Soares gostaria de ser candidato a prefeito de Goiânia pelo PMDB. Mas esbarra em Iris Rezende

Waldir Soares e Iris RezendeO deputado federal Waldir Soares, que deixa o PSDB na segunda-feira, 29, tem conversado com frequência com o presidente do PMDB, deputado federal Daniel Vilela. O delegado sugeriu, mais de uma vez, que gostaria de ser candidato a prefeito pelo PMDB. Motivos: estrutura política consolidada em Goiânia, posicionamento oposicionista em relação ao prefeito Paulo Garcia e ao PT e, sobretudo, um excelente tempo de televisão. Além, é claro, de estrutura financeira. O problema é que, como tem dito Daniel Vilela, o PMDB já tem candidato a prefeito — Iris Rezende. O ex-peemedebista-chefe faz o charminho de sempre, mas vai ser candidato a prefeito. Aos amigos e parentes, ele tem dito que não quer e nem vai terminar sua carreira política com uma derrota — a de 2014 para o governador Marconi Perillo, do PSDB. Detalhe extra: a família de Iris Rezende, em pleitos anteriores, era contrária à sua continuidade na política. Agora, exceto pelo irmão Jairo Rezende, que não gosta de política, toda a família apoia o projeto de Iris Rezende —tanto para a Prefeitura de Goiânia este ano quanto para o governo de Goiás em 2018.

Daniel Vilela abre portas mas Iris Rezende prefere arrombar portas abertas

[caption id="attachment_49659" align="alignleft" width="610"]Iris Rezende é um político desconectado da realidade do Estado e quer o poder pelo poder. Deputado Daniel Vilela é jovem, mas precisa se modernizar Iris Rezende e Daniel Vilela revelam um paradoxo do PMDB: o mais jovem está se revelando mais moderado e tolerante do que o experimentado[/caption] O presidente do PMDB, deputado federal Daniel Vilela, tem se mostrado democrático, procurando unir as correntes do partido. Porém, açulado por Iris Araújo, o ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende tem evitado dialogar com o novo peemedebista-chefe. O problema é que, se a disputa pela Prefeitura de Goiânia for acirrada, Iris Rezende acabará precisando do apoio de Daniel Vilela. Portanto, sua resistência, produto da raiva, que é paralisante, não é inteligente. Daniel Vilela, como presidente do partido, tem cumprido seu papel de líder. Ele sempre diz que Iris Rezende será, se quiser, o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia. Procurado pelo deputado federal Waldir Soares, que gostaria de ser candidato a prefeito pelo PMDB, Daniel Vilela disse que quer a filiação do delegado, mas não pode bancá-lo em Goiânia, porque o partido já tem outro nome, exatamente Iris Rezende.

Marconi Perillo muda o governo, não gera crise e prova sintonia fina com a sociedade

[caption id="attachment_23606" align="alignleft" width="620"]Foto: Wagnas Cabral Marconi Perillo: gestor de rara habilidade |Foto: Wagnas Cabral[/caption] Um deputado da oposição disse na sexta-feira, 26: “O governador Marconi Perillo é um mestre da articulação política. Ele mexeu estruturalmente no governo, e não aconteceu nenhuma crise. A sociedade aplaudiu as mudanças”. De fato, o tucano-chefe mostrou que é hábil na arte de refazer o xadrez administrativo. Retirou José Eliton, do PSDB, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e pôs Thiago Peixoto, do PSD, em seu lugar. José Eliton e Thiago Peixoto, afinadíssimos, já trabalhavam juntos em alguns projetos — o que prova que a mudança tem perspectiva de continuidade. Joaquim Mesquita deixou a Secretaria de Segurança Pública, assumida por José Eliton, e foi para a Secretaria de Gestão e Planejamento, antes ocupada por Thiago Peixoto. As mudanças foram feitas e não houve nenhum atrito dentro do governo, o que indica que Marconi Perillo maneja bem as peças do tabuleiro. “Marconi provou que entende de política e que é conectado aos humores da sociedade”, admite o deputado oposicionista.

Membros do Clube dos Repórteres Políticos mostram desconforto com gesto de Ronaldo Caiado

Ronaldo Caiado-destak Jornalistas do Clube dos Repórteres Políticos se sentiram desrespeitados. Embora tenha sido escolhido senador do ano, o democrata Ronaldo Caiado não compareceu à solenidade organizada pelo CRP na sexta-feira, 26. O senador não enviou representante e, segundo um integrante do Clube, não explicou os motivos pelos quais não compareceu.

Kennedy Trindade deve assumir comando do TCE

Kennedy Trindade 1O conselheiro Kennedy Trindade será o novo presidente do Tribunal de Contas do Estado. O ex-deputado vai substituir Carla Santillo. Kennedy Trindade é apontado como um dos conselheiros mais articulados do TCE. Engenheiro for formação, político por vocação, tem se revelado um dos conselheiros tecnicamente mais competentes.

José Eliton, politicamente habilidoso, conquistou o tucanato e é respeitado e acatado

[caption id="attachment_46672" align="alignleft" width="620"]Marconi, Aécio e José Eliton durante o evento | Foto: Wilder Barbosa Marconi Perillo, Aécio Neves e José Eliton | Foto: Wilder Barbosa[/caption] Não há quem não diga a mesma coisa: o vice-governador José Eliton (PSDB), agora secretário de Segurança Pública, é um político habilidoso, com grande capacidade de articulação. Aos poucos, com ações efetivas e lealdade, conquistou o apreço do governador Marconi Perillo. Em seguida, aproximou-se dos marconistas históricos, como Giuseppe Vecci e Jardel Sebba. Ao mesmo tempo, buscou novos aliados para compor, por assim dizer, seu grupo. Com trânsito livre na base aliada, sem arestas (talvez precise apenas fortalecer o diálogo com o PSD de Vilmar Rocha) com políticos e grupos. Relaciona-se bem com deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e demais líderes municipais. O ex-prefeito de Goiânia Nion Albernaz mantém relacionamento cordial com José Eliton, assim como a senadora Lúcia Vânia, que sempre diz respeitá-lo. Resistências, como se vive numa democracia, sempre há, mas cada vez menores.