Por Euler de França Belém
Jovair Arantes (PTB) desmentiu para aliados que esteja tentando emplacar seu filho, o deputado estadual Henrique Arantes, como vice de Iris Rezende, em Goiânia. O deputado federal continua bancando Luiz Bittencourt para prefeito. O petebista pretende disputar a presidência da Câmara dos Deputados em fevereiro de 2017 e precisa do apoio do governador Marconi Perillo, que conta com 13 deputados federais. Iris não tem nenhum deputado federal.
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Presidente dos EUA, Barack Obama | Foto: Michael Reynolds/EPA/Agência Lusa[/caption]
Jornalistas brasileiros tendem a ver os Estados Unidos como a pátria da liberdade, quando se trata da ação do governo em relação à imprensa. Mas não é bem assim. O site The Intercept, editado por Glenn Greenwald, divulgou documentos confidenciais do FBI indicado que a polícia federal dos EUA pode espionar (escutas) jornalistas sem autorização da Justiça.
Se é suspeito de espionagem, ou se estiver contribuindo com o serviço secreto de outro país, o jornalista poderá ser grampeado pelo FBI. Porém, as coisas não funcionam com regras muito bem definidas. O jornalista que estiver investigando ações ilegais ou mesmo legais (mas de interesse público) do governo americano poderá, se apontado como suspeito de espionagem, ser investigado e grampeado pelo FBI.
É quase um Obamagate, a imprensa está em polvorosa, mas tudo indica que Barack Obama se tornou uma espécie de James Bond da política: tem licença para quase tudo — espionar, grampear e, até, matar adversários dos Estados Unidos (ah, claro, no exterior).
É provável que os oito anos de Barack Obama na Presidência sejam considerados, quando for possível fazer um balanço qualificado e objetivo, como dos mais letais da história dos Estados Unidos.
Há dois Barack Obama. O mais acentuadamente público é adepto de uma retórica humanista, até meio angelical. O estadista dos bastidores, adepto da realpolitik, não pensa duas vezes em autorizar assassinatos de adversários no exterior. O atenuante é: “Estamos matando terroristas”. Ainda não se fez a contabilidade, mas é provável que o número de inocentes mortos pelos militares e agentes americanos é muito maior do que o número de terroristas mortos.
Há livros de qualidade sobre a ação militar dos Estados Unidos no exterior, mas falta um livro detalhado sobre o assassinato de inocentes em decorrência de ações americanas no Oriente Médio e na África. É provável que, assim que surgir um Raul Hilberg dos tempos contemporâneos, se poderá falar numa espécie de genocídio americano crudelíssimo. Os mortos árabes e africanos são menos lembrados (e até nada lembrados) do que os mortos europeus e americanos. É como se não existissem, é como se não fossem gente. É como se fossem não-seres — indivíduos descartáveis. Parece discurso de esquerdista? Quem escreve isto nada tem de esquerdista, mas também não adere à cegueira interessada dos que avaliam que, na luta contra o terrorismo, vale tudo — inclusive matar inocentes, desde que no Oriente Médio e na África, terras de supostos bárbaros liquidáveis.
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Site da Polícia Federal não confirma história. Mas político teria visto políticos no condomínio
De um tucano: “Pode até ser engano, mas vi uma movimentação de viaturas policiais, supostamente da Polícia Federal, nas proximidades da casa de um político, no condomínio Alphaville Ipês, em Goiânia”. O político “investigado” seria pré-candidato a prefeito.
No site da Polícia Federal em Goiás não há registro de operação no condomínio Alphaville Ipês — exceto a que prendeu o empresário Carlos Cachoeira. Mas ele mora noutro condomínio Alphaville, o Cruzeiro, também em Goiânia.
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Há quem atribua o fato de Lissauer Vieira não ter ido para a mesa às suas críticas e às críticas de Vanderlan Cardoso ao governo do Estado
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Deputados Diego Sorgatto e Lissauer Vieira: o PSB perde força na Assembleia Legislativa| Fotos: Marcos Kennedy e reprodução / Facebook[/caption]
O PSB tem dois deputados estaduais — Diego Sorgatto e Lissauer Vieira —, mas não conseguiu emplacar nenhum deles na mesa diretora da Assembleia Legislativa que, eleita na quinta-feira, 30, assume em fevereiro de 2017. Os parlamentares tinham o apoio de Virmondes Cruvinel, do PPS.
Na marca do pênalti, com Lissauer Vieira praticamente definido para a mesa diretora, o presidente da AL, Helio de Sousa, que não pretendia continuar na cúpula, foi eleito para o cargo de primeiro-secretário.
Um líder do PSB avalia que as críticas recentes de Vanderlan Cardoso ao governo de Marconi Perillo podem ter tirado Lissauer Vieira da mesa diretora. É provável? É. Lissauer Vieira também estaria criticando setores do governo. Mas como explicar que um deputado do PMDB, Bruno Peixoto, figure na mesa?
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Integrantes do STF foram aprovados por alguns dos senadores comprados por agentes do mensalão. Portanto, as sabatinas e aprovações não possuem valor — são nulas
João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, demitiu o executivo Nelson Mello, que, em delação premiada, incrimina Renan Calheiros, Romero Jucá, Eduardo Braga e Eunício Oliveira
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