Por Euler de França Belém

Encontramos 16271 resultados
Torcida não é mais por vitória de Vitor Belfort, e sim para que não seja massacrado

Aos 39 anos, chegou a hora da aposentadoria. Mas as lutas do brasileiro atraem público e são escadas para lutadores mais jovens. UFC sabe disso

Polícia já sabe quem matou e esquartejou jornalista da televisão

Um ex-preso, conhecido como Richi, teria ajudado o assassino a tentar queimar partes do corpo do jornalista

Disco de Fernando Perillo conecta amor desencantado de Marcos Caiado ao amor lírico de Chaul

O CD “Rosa Blanca” contém a excelência da voz multifacetada de Fernando Perillo e a poesia sofisticada de Marcos Caiado e Nasr Chaul

Ex-editor do Guardian diz que não será fácil Facebook manter controle sobre notícias falsas

Alan Rusbridger sugere que relação de jornais com Google e Facebook é um pacto com o diabo, mas inescapável. Nos EUA, os dois ficam com quase 70% dos anúncios digitais

Editora Record publica biografia de São Vicente de Paulo

Um dos grandes santos da Igreja Católica ganha biografia alentada no Brasil

O dia em que me ofereci para fugir com dois circos e ciganos

Quando criança, dado o caráter autoritário de meu pai, Raul — que queria o meu bem, mas eu não entendia —, pensei em fugir de casa algumas vezes. Em duas oportunidades, quando circos chegaram na cidade onde nasci, Porangatu, eu me ofereci para fugir. Aos 10 anos, queria sair de casa e, ao mesmo tempo, ser artista. Era fascinado pela arte do mágico e dos trapezistas, que voavam sem asas. Apresentei-me: “Fiquei sabendo que vocês levam meninos?” De imediato, um homem de barba escura, que parecia o dirigente de um dos circos, perguntou-me: “O quê? Quem te disse isso, menino?” Eu disse que ouvira na rua as pessoas comentando que “o povo do circo roubava crianças”. A minha explicação ingênua assustou-o. “Não roubamos meninos, não. É tudo mentira”. Irritado, sugeri que um amigo, acho que de nome Zezinho, também se apresentasse para ser “sequestrado”. Ainda que não confortável, meu amigo se apresentou e levou uma bronca. Mas aí fiquei mais tranquilo. Afinal, o problema não era comigo; o circo não queria levar nenhuma criança. Mesmo descontente voltei para a arquibancada de madeira, empoeirada, e comecei a ver a luta livre (telequete), que, embora farsesca, era empolgante. Na época, eu achava que era tudo verdade mesmo, que os homens estavam se batendo com violência. Crianças acreditam na fantasia e, por isso, talvez sejam mais felizes ou ao menos mais alegres do que os adultos, que, realistas, raramente dão oportunidade à imaginação. Como os homens dos circos não quiseram me levar, fiquei esperando o retorno dos ciganos à cidade. Um belo dia acordei com uma algazarra na porta de nossa casa, na Praça da Matriz, no Bairro Nossa Senhora da Piedade. Corri para ver o que estava acontecendo. Verifiquei se meu pai havia saído para o trabalho, abri a porta de madeira e saí. Eram os ciganos. Estavam montando as barracas e, alguns, já se preparavam para vender tachos de cobre na parte de “cima” de Porangatu. Esperei que organizassem suas casas provisórias, barracas de lona, e, no dia seguinte, iniciei uma visita. Dei algumas voltas, como se estivesse a tomar coragem. Perguntaram se eu queria comer alguma coisa e, como todo menino, eu disse que sim. Comi a comida oferecida. Não era uma delícia, mas comi assim mesmo, sem esforço. Aos poucos, fui criando coragem. Assim que os meninos ciganos saíram de perto, perguntei para uma mulher bonita, de olhos verdes e blusa e saia coloridas: “É verdade que vocês roubam crianças?” A cigana, de uma beleza cativante, olhou-me de maneira firme e, rindo, disse: “Você ficou louco? Não roubamos crianças, não”. Insisti: “Mas, se eu quiser fugir com vocês, tudo bem?” A cigana contrapôs: “A polícia estaria no nosso pé e nós não queremos saber de polícia, não”. Desconcertado, ainda tive coragem de dizer: “Mas eu quero fugir de casa”. A cigana replicou: “Bo­bagem. Fique com seus pais. Nós, os ciganos, não nos fixamos em lugares e isto seria ruim para você”. Mesmo decepcionado, percebendo que a conversa não fluía, eu ainda disse: “Quero fugir de qualquer maneira”. Aí, nervosa, a cigana ficou séria e me pôs para fora da barraca. “Não volte mais!” No dia seguinte, retornei. Falei com dois ciganos e eles ficaram bravíssimos. “Não roubamos nem queremos mais crianças. Nós já temos muitas crianças.” Percebi que não havia mesmo jeito, então fiquei por ali, ouvindo os ciganos conversarem e falando sobre a venda de tachos de cobre. Moral da história: os povos dos circos e os ciganos não roubam crianças.

Batalha de Oloares Ferreira e Jorge Kajuru não terá vencedores. Pacificá-los é civilizatório

O âncora do “Balanço Geral” tem uma história profissional irrepreensível, assim como o jornalista esportivo e agora vereador por Goiânia

Heuler Cruvinel é cotado para assumir a Secretaria da Habitação

O PTB também é cotado para indicar o secretário da Habitação ou o secretário de Desenvolvimento Econômico

Morre o ex-prefeito de Itapaci Francisco Agra Filho, o Lilo. Tinha câncer

O político lutava contra um câncer de pâncreas há dois anos. Havia feito tratamento em Goiânia e em São Paulo

Suassuna assume área de imprensa e sua missão é fazer Michel Temer comunicar-se com a sociedade

O gestor peemedebista está propondo reformas para destravar a economia, mas tanto o governo quanto Michel Temer comunicam mal com as pessoas de carne e osso

TCE e TCM de Goiás vão organizar evento para discutir Qualidade de Obras Rodoviárias

Kennedy Trindade e Joaquim de Castro organizam evento, com o Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas, para discutir a melhoria das obras brasileiras

O Dia da Mulher e o resgate do feminino sagrado

Você não precisa ser quem não é para ser amada, não precisa ser melhor, mais bonita, mais competente, mais eficiente. Você precisa ser apenas você!

Prefeito de Minaçu, Nick Barbosa não descarta renúncia até julho deste ano

"Em julho, se as coisas não mudarem, vou cuidar de minhas coisas, das minhas fazendas. Vou ter humildade para pedir desculpas à população”, disse

Jornalista de televisão é assassinado e criminosos esquartejam e queimam partes de seu corpo

José Yactayo Rodríguez, de 56 anos, era um dos modernizadores da televisão do Peru. A polícia tem o nome de dois suspeitos

Grupo Jaime Câmara demite a repórter Paula Falcão

A jornalista trabalhou na editoria de “Esporte” de “O Popular” e está participando de um projeto de entrevistas de Jackson Abrão