Por Euler de França Belém
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Foto: Leo Iran[/caption]
Supostamente assalariados com dinheiro público, aliados da senadora Lúcia Vânia — que deputados governistas chamam de “Iris Araújo do Tempo Novo” — atacam nas redes sociais jornais, blogs e sites que divulgam reportagens que não agradam a presidente do PSB. Pedro Aleixo disse que, com o AI-5, o perigo não eram os generais, e sim os guardas da esquina. É mais ou menos isto.
Mas, democrática, a senadora não autoriza este tipo de ação. São aliados que pensam que, agindo assim, estão contribuindo para que seja candidata a senadora. O tiro não estaria saindo pela culatra? Sobretudo porque os “criticados” interpretam o “fogo” como dirigido pela presidente do PSB.
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Foto: Arquivo / Jornal Opção[/caption]
Dirigentes do PMN bancam o pré-candidato do DEM a governador, Ronaldo Caiado, mas o apoio não se estende, de maneira automática, à reeleição do senador Wilder Morais.
A posição do PMN ecoa a de outros nanopartidos que apoiam o senador Ronaldo Caiado. Todos dizem que querem sentar à mesa para conversar com o senador, que chamam de “o Endinheirado”. Comenta-se, nas hostes do DEM, que, apesar de milionário, Wilder Morais é pão-duro.
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Foto: Lucio Bernardo[/caption]
O deputado federal Sandes Júnior afirma que não ficará surpreso se o governador José Eliton (PSDB) for para o segundo turno já em primeiro lugar. “Uma coisa é perceptível: Zé Eliton é bem-visto pela sociedade. Diferentemente de outros políticos, quanto mais fica conhecido, mais é aprovado. O governador não discursa — ele faz. É o que ouço nas ruas.”
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Foto: Divulgação[/caption]
A senadora Lúcia Vânia (PSB) queixa-se, com amargura, da ascensão do pré-candidato a senador pelo PTB, Demóstenes Torres. Mas, segundo um deputado estadual, “não dá um passo para quebrar as fortes resistências da base aliada à sua candidatura”. O parlamentar frisa que “a líder do PSB quer apoio, mas sem oferecer contrapartida”.
O deputado estadual sublinha que, para deputado federal, Lúcia Vânia apoia Marcos Abrão e, para deputado estadual, Luiz Stival. “Não há espaço para outros postulantes. O grupo é fechado e ninguém entra.”
O eleitor põe e tira. O eleitor é o principal responsável pela modernização da política. É um agente da mudança. Ao votar, começa a determinar como ficará sua cidade, seu Estado e seu país. O deputado Francisco Júnior (PSD), que não tem o perfil do político tradicional, é um apóstolo da renovação. Pré-candidato a deputado federal, Francisco Júnior diz que, em outubro deste ano, o eleitor tem a opção de manter o status quo ou de começar a reinventar o Brasil. “A população vai ter a chance de escolher para quem ela quer dar o poder, é a hora de reavivar nosso país.”
A Televisão Brasil Central (TBC) e a Rádio Brasil Central (RBC) vão pôr no ar mais pacotes de novidades nos próximos dias. A televisão terá um programa matinal, entre 6h30 e 7 horas, e seus boletins, divulgados de hora em hora, terão a direção de no mínimo dez minutos. A rádio terá dois novos programas — ao meio dia e no final da tarde.
São 127 poemas de 44 autores, como Carlos Drummond de Andrade, Caio Fernando Abreu, Hilda Hilst, Lúcio Cardoso e Angélica Freitas
“Não existe essa conversa fiada de que quem está no cargo no Senado tem a preferência para ser candidato. Está no cargo porque o grupo elegeu”
“Após a queda provocada pelo PT e o restante da banda podre da política, a fé em Deus me salvou”, afirma o ex-senador
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Wolmir Amado, reitor da PUC-GO, Demóstenes Torres e o arcebispo dom Washington Cruz[/caption]
No lançamento da Jornada da Cidadania, série anual de eventos sociais e culturais da PUC-GO e Arquidiocese de Goiânia, o arcebispo dom Washington Cruz elogiou o procurador de justiça Demóstenes Torres. “Demóstenes é inovador”, disse o arcebispo de Goiânia sobre iniciativas do ex-senador.
Demóstenes autografou para dom Washington e o reitor da PUC-Goiás, Wolmir Amado, seu livro “1ª Vítima de Fake News — ... Como Eu Estava Falando Antes de Ser Brutalmente Interrompido...”.
“Dom Washington foi e é muito importante na minha vida”, agradeceu Demóstenes. “Após a queda provocada pelo PT e o restante da banda podre da política, a fé em Deus me salvou.” As orações de líderes como o arcebispo “foram fundamentais” para livrá-lo da depressão.
Em seguida, Demóstenes foi a Anápolis e se reuniu com pastores da Assembleia de Deus. Em sua longa jornada noite a dentro na luta para recuperar seus direitos e provar sua inocência, Demóstenes contou também com as orações dos evangélicos.
Além de líder classista, ele foi secretário da Agricultura do governo de Goiás
O prefeito de Águas Lindas aposta que o procurador de justiça tem condições de ser eleito
O PSD ainda não hipotecou apoio à candidatura de José Eliton a governador
Hélio Doyle quer ser candidato, mas o PDT tem outros três nomes, Georges Michel, Peniel Pacheco e Eroídes Lessa
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Hélio Doyle: intelectual gabaritado e que sabe tudo sobre a política de Brasília[/caption]
O jornalista Hélio Doyle, de 67 anos, professor aposentado da UnB, planeja ser candidato a governador do Distrito Federal pelo PDT.
Na quarta-feira, 9, Hélio Doyle disse a um interlocutor no Twitter: “Depende do PDT”. Depois, acrescentou: “Muita gente que não quer [Jofran] Frejat nem [Rodrigo] Rollemberg [governador do DF] tem me incentivado. Mas depende do partido”.
O presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle, seria candidato do PDT a governador, mas desistiu, optando por disputar mandato de senador, possivelmente numa aliança com Jofran Frejat (PR). Mas os integrantes do pedetismo não aceitam o acordo com o PR. Jofran Frejat tem uma imagem positiva, mas o partido tem imenso desgaste no país e em Brasília. É o partido de Valdemar Costa Neto, conhecido como um dos príncipes do mensalão.
Georges Michel, presidente do PDT em Brasília, Peniel Pacheco, ex-deputado distrital, e Eroídes Lessa, sindicalista, são os outros nomes que o PDT tem para a disputa do governo do Distrito Federal. A Executiva regional do partido vai se reunir com o presidente nacional, Carlos Lupi, para discutir a oficialização de um nome para o governo ou, então, qual será a coligação partidária.
Embora diga que não há nada definido, a advogada do impeachment filiou-se ao partido quase no final do prazo legal
O presidente, com o apoio de João Figueiredo, aceitou as ponderações de generais, como Milton Tavares, de que deveria executar subversivos

