Por Agência Brasil

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Juiz Sergio Moro autoriza desbloqueio de recursos do ex-presidente Lula

Magistrado entendeu que o saldo de R$ 63.702,54 era formado, principalmente, por dinheiro da aposentadoria

Ministro do STF quebra sigilo bancário de Aécio e Andréa Neves

Inquérito é decorrente da delação premiada de Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F

MPF denuncia Graça Foster e Guido Mantega por prejuízos à Petrobras

Ação pede ainda que a União, acionista controladora, seja condenada a ressarcir a estatal por usá-la indevidamente para combater a inflação

Trump reconhecerá Jerusalém como capital de Israel e levará embaixada para lá

Segundo informações da Agência EFE, governo norte-americano sugere que as fronteiras estarão sujeitas a "negociações" com os palestinos

Pedidos de falência caem 17,1% em 2017

Índice é significativamente menor que o aferido de janeiro a novembro do ano passado

Conselho Nacional de Educação define nesta semana nova base comum curricular

Após aprovação da base pelo CNE, o documento deverá ser homologado pelo ministro da Educação para começar a valer

Déficit da Previdência seria 40% menor sem renúncias fiscais, diz relatório

Levantamento foi divulgado nesta semana pelo Ministério da Fazenda

Conheça os possíveis adversários e caminhos do Brasil na Copa da Rússia

Grupo do Brasil é o que soma o maior número de pontos no ranking da Fifa. São 4.415 pontos, sendo 1.619 do Brasil, 1.134 da Suiça, 914 da Costa Rica e 748 da Sérvia

Padilha diz que o PSDB não integra mais a base aliada do governo

Ainda sim, nada impede que ministros do partido permaneçam no governo como parte da “cota pessoal” de Temer

Tribunal mantém bloqueio de R$ 16 milhões do ex-presidente Lula

Desembargadores entenderam que defesa tentou pular instâncias e deveria primeiramente solicitar a liberação dos bens ao juiz Sérgio Moro

Após angioplastia, Temer passa bem e deverá retomar atividades na segunda-feira (27)

Segundo médicos, intervenção foi necessária e pode garantir maior qualidade de vida e longevidade

Demora em associar ruído a submarino que explodiu causa polêmica na Argentina

Familiares acusam governo de terem escondido a informação. Buscas continuam, apesar de poucas chances de encontrarem sobreviventes

Prévia da inflação oficial no acumulado até novembro é a menor desde 1998

Dados relativos ao IPCA-15 foram divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Morre, aos 83 anos, o assassino em série Charles Manson

Líder de seita nos anos 1960, Manson estava preso na Califórnia, Estados Unidos, onde cumpria pena de prisão perpétua

Chilenos escolhem novo presidente em meio a divisão em coalizão de Bachelet

Ex-presidente Sebástian Piñera é favorito nas pesquisas de opinião. Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores [caption id="attachment_110348" align="alignleft" width="620"] O ex-presidente Sebastián Piñera, candidato de centro-direita à presidência do Chile, é o favorito, devido a uma divisão na base do governo de Michelle Bachele | Foto: Divulgação / Facebook[/caption] O Chile realiza neste domingo (19/11) a sétima eleição presidencial desde o retorno da democracia, em 1990, e a primeira em que a coalização de centro-esquerda – que elegeu a presidente Michelle Bachelet – enfrenta dividida. A fragmentação favoreceu o empresário bilionário, Sebastián Piñera, de centro-direita, que governou o pais de 2010 a 2014. Dos oito candidatos à sucessão, ele é o favorito nas pesquisas de opinião. Na ultima pesquisa publicada pelo do instituto Cadem, Piñera teria 45% da intenção de voto – o dobro dos 23% obtidos pelo segundo colocado, o senador Alejandro Guillier, candidato de Bachelet. Além de Guillier, três outros candidatos representam a antiga coalizão de centro-esquerda Concertación (que em português significa pacto), que foi rebatizada de Nova Maioria em 2013. Desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), ela elegeu todos os governos, com exceção de um: o do próprio Piñera. A terceira colocada nas pesquisas de opinião é a jornalista Beatriz Sanchez, com 14% das intenções de voto. Não fosse o racha, ela estaria na mesma coligação de centro-esquerda que Guillier. Mas a queda na popularidade de Bachelet contribuiu para a divisão. Bachelet, que concluiu seu primeiro mandato em 2010 com um índice de aprovação de 80%, deixará o governo em março e conta atualmente com 32% de popularidade. Uma das razões foi o desempenho da economia, que foi afetada pela queda do preço do cobre, principal produto de exportação chileno. A presidente – que foi eleita pela revista Forbes como a quarta mulher mais poderosa do mundo – legalizou o casamento gay (num pais onde ser homossexual era crime até 1999) e o aborto (em casos de estupro, risco de morte da mãe e inviabilidade do feto). Ela promoveu uma reforma educativa, para ampliar o acesso gratuito a colégios e universidades, e uma reforma tributária, que aumentou os impostos as grandes empresas. Segundo o sociólogo Eugenio Guzmán, a classe média chilena tinha grandes expectativas em relação às promessas feitas por Bachelet. E muito do que fez ainda não surtiu efeito. Já o impacto da desaceleração da economia foi imediato. Durante o governo da presidente, o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país) cresceu em média 2% - metade do que crescia no governo anterior, de Sebastian Piñera, quando o preço do cobre era alto. Escândalos de corrupção envolvendo vários partidos – e também o filho e a nora de Bachelet – contribuíram para a desilusão dos chilenos com seus políticos. Segundo uma pesquisa do Centro de Estudos Políticos (CEP), 60% dos chilenos não se identificam com os partidos políticos existentes. E como o voto deixou de ser obrigatório em 2012, espera-se um alto índice de abstenção no domingo. A campanha eleitoral mobilizou pouco – até porque, depois dos escândalos, foi aprovada uma lei de transparência, proposta por Bachelet, limitando o financiamento dos candidatos. Segundo o candidato Guillier, um alto índice de abstenção favorecera seu rival, Piñera. Ele pediu aos 14,3 milhões de eleitores chilenos que saiam de casa, no domingo (19) para votar. Para ser eleito no primeiro turno, Piñera precisa obter metade mais um dos votos. Segundo o analista politico Patrício Navia, o desafio dos candidatos de centro-esquerda vai ser o de se unirem em um eventual segundo turno, em 17 de dezembro. Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores.