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Segurança Pública
Conheça os efeitos das câmeras corporais nas polícias do Brasil e do mundo

Em São Paulo, câmeras levaram à queda de 57% nas mortes por intervenção policial entre 2021 e 2022. Apenas Goiás e Mato Grosso não avaliam adotar medida

Brasil
Em entrevista, Caiado reafirma desejo de disputar presidência da República pelo UB

Reeleito para um segundo mandato como governador de Goiás no primeiro turno de 2022, com 51,81% dos votos, Caiado celebrou seus 40 anos de vida pública

Indicadores criminais
Mais de 90 municípios em Goiás não tiveram homicídios em 2023, diz SSP; veja quais

De acordo com os números, houve uma redução de 12,1%, em relação ao ano passado

Goiás registra queda em 15 modalidades criminosas

Quedas ocorreram principalmente nos crimes de latrocínio e roubo, com baixa de 57% e 53%, respectivamente

Caiado e Perdomo
Caiado ressalta agilidade das forças de segurança em visita a Mariana Perdomo

Governador disse que velocidade das forças policiais corrigiram uma grande injustiça

GCM Goiânia
Concurso da GCM de Goiânia terá mil vagas; edital sai em janeiro

Plano de carreira da GCM prevê salário inicial de R$ 3,7 mil; o comandante Wellington Paranhos disse ainda que serão 100 vagas de preenchimento imediato e 900 para cadastro

PM reforça policiamento ostensivo com mais 700 militares

Militares que foram convocados em agosto estão passando por treinamento; eles vão contribuir para trazer tranquilidade aos cidadãos que saem para fazer as compras de Natal

Com 5 mil membros, PCC e CV dominam tráfico de drogas em Goiás

Facções travam guerra pelo controle do tráfico em Goiás; localização do estado - equidistante entre os extremos do País - favorece tanto rotas áreas quanto terrestres

Segurança
Homicídios em Goiás caíram 44,6% entre 2016 e 2021, revela Atlas da Violência

Taxa de letalidade também caiu em diversos estados

Economia e PRF
Secretaria da Economia e PRF assinam termo de cooperação

Acordo visa compartilhamento de informações com foco no combate à sonegação fiscal no transporte de mercadorias

Adriana Accorsi pode ser ministra da Segurança?

Dentre os possíveis nomes cogitados para a pasta está o a deputada federal por Goiás

Naçoitan Leite se entrega e está preso em Iporá

Segundo a Polícia Civil, prefeito não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher

Condenado homem que participou de explosão de carro-forte em Cristalina

A juíza Placidina Pires, da 1ª Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa e de Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), proferiu uma sentença condenatória contra Fabrício Grigorio dos Santos, membro de uma organização criminosa, impondo-lhe uma pena superior a 17 anos de prisão. A condenação refere-se à explosão de um carro-forte da empresa Proseguir, ocorrida no município de Cristalina, no entorno do Distrito Federal.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), em 28 de novembro de 2018, o acusado, juntamente com outros cúmplices, cometeu diversos crimes com o intuito de obter ganhos financeiros através da prática de diversas infrações penais, notadamente tentativas de latrocínio, roubos qualificados, receptação e posse ilegal de armas de fogo de uso permitido e restrito. Além disso, o inquérito policial menciona outros incidentes que estão sendo detalhados nos autos.

Entre os eventos descritos está a tentativa dos assaltantes de tirar a vida dos vigilantes, disparando tiros de fuzil contra eles mesmo após terem deixado o carro-forte. A investigação foi conduzida pelo Grupo Antirroubo a Bancos (GAB) e pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil, com o apoio da equipe das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (ROTAM). O grupo, no entanto, fugiu para Brasilândia de Minas Gerais, e em confronto com a polícia, alguns membros perderam a vida. Outro integrante do grupo já havia sido previamente condenado.

Na sentença, foram examinados os crimes de latrocínio tentado, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, além dos concursos formal e material. A juíza Placidina Pires argumentou que o réu estabeleceu uma associação criminosa de forma permanente com outros indivíduos para a prática de diversas infrações penais, como assaltos a carros-fortes, agências bancárias e roubo de veículos para serem utilizados nos referidos delitos, sendo, portanto, responsável criminalmente pelo crime de associação criminosa.

Apesar da negação de Fabrício em relação ao uso de armas de fogo e participação no ataque ao carro-forte, a magistrada observou que foi amplamente comprovado que o réu participou do crime de latrocínio tentado e se associou a outros dois indivíduos para a prática de infrações penais.

Confira aqui a íntegra da decisão

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