Resultados do marcador: Pesquisa
O brasileiro comprovou a existência dos mesons, após a descoberta de prótons e elétrons
Estado possui 17 municípios considerados interbiomas, com predominância do Cerrado, mas com parte do território dominado pela Mata Atlântica
Além de ter perdido dois centímetros de altura, ele relata melhora no sono, cortisol, colesterol e testosterona
Fundação é uma instituição pública de financiamento de projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação
Estudo indica ainda que 68% dos brasileiros têm preferência por métodos eletrônicos de pagamento, como cartões e celular, em detrimento do dinheiro em espécie
Alimentação externa da capital subiu 5,67% nos últimos 12 meses. Goiânia teve a maior alta do país em março
Pesquisa estima que 94% dos consumidores devem ir às compras na capital
A iniciativa define que o primeiro estudo será sobre o Xeroderma Pigmentoso, doença rara que tem alto índice na comunidade de Araras, em Faina (GO)
Alta observada foi de 13,8%, em 2023. O valor é R$ 359 maior do que o contabilizado em 2022
Objetivo é combater a "fuga de cérebros", oferecendo incentivos financeiros para que esses pesquisadores retornem e se estabeleçam no Brasil
De acordo com pesquisadores, a descoberta em fase inicial pode ser eficazes para combater a enfermidade que causa demência
Recuo registrado atingiu 1% na série com ajuste sazonal. Na comparação com o ano passado, a queda foi de 0,5%
Décimo aumento consecutivo fez com que o acumulado dos últimos 12 meses chegasse a 7,3%
Os pesquisadores das universidades de São Paulo e de Illinois criaram a vaca genéticamente modificada, capaz de “fabricar” insulina humana em seu leite
Não é a riqueza, nem o conhecimento ou a maestria nas artes e ciências. Não é uma carreira de sucesso ou destaque nas redes sociais. O segredo reside no investimento em relacionamentos com amigos e familiares. Essa fórmula da felicidade é fundamentada em pesquisas conduzidas por mais de oito décadas por uma das mais prestigiosas universidades do mundo, Harvard, nos Estados Unidos.
Em 1938, durante a Grande Depressão nos EUA e às vésperas da Segunda Guerra Mundial, teve início o chamado "Estudo de Harvard sobre o Desenvolvimento Humano", que envolveu 724 participantes. O objetivo era acompanhar periodicamente cada um deles por meio de questionários detalhados sobre suas vidas, hábitos, preferências e avaliações sobre a felicidade.
Mais de 85 anos depois, o estudo continua ativo, tendo incorporado mais 1.300 pessoas, incluindo filhos e netos dos participantes originais.
No início, havia dois grupos independentes de pesquisadores. Um deles concentrou-se em 268 estudantes de Harvard, escolhidos por apresentarem características que os faziam parecer "saudáveis e bem adaptados". As perguntas direcionadas a eles buscavam entender o que contribuía para a manutenção de sua boa saúde.
Embora todos fossem homens brancos, nem todos eram abastados ou provenientes de famílias tradicionais americanas. Pelo menos metade deles frequentava a universidade graças a bolsas de estudo ou trabalhava para pagar seus estudos. Um dos participantes notáveis era John F. Kennedy (1917-1963), que viria a se tornar presidente dos Estados Unidos.
O segundo grupo era notavelmente mais diverso: consistia em 456 meninos de áreas desfavorecidas da cidade de Boston, provenientes de famílias com problemas. No entanto, não eram delinquentes juvenis. Mais de 60% deles tinham pais imigrantes de regiões economicamente desfavorecidas da Europa e do Oriente Médio. Inicialmente, os pesquisadores tinham o objetivo de descobrir o que os mantinha longe da delinquência.
Ao longo dos anos, os dois grupos foram unidos, e os participantes e seus descendentes continuam a ser procurados periodicamente para responder às mesmas perguntas originais, bem como a outras que foram adicionadas ao estudo.
Resultados
As principais conclusões dos pesquisadores indicam que as pessoas que conseguem cultivar relacionamentos saudáveis com familiares, amigos, colegas, vizinhos e chefes tendem a ser mais felizes e, geralmente, desfrutam de melhor saúde. A descoberta mais notável é a conexão entre uma rede de contatos e a saúde, abrangendo não apenas o bem-estar emocional, mas também a saúde física.
As evidências sugerem que há uma ligação entre o bem-estar emocional e a capacidade de construir relacionamentos próximos. Surpreendentemente, até mesmo feridas físicas tendem a cicatrizar mais rapidamente em indivíduos que mantêm conexões pessoais.
Cultivar relacionamentos positivos com pessoas queridas, demonstrar interesse por elas, dedicar tempo e expressar gratidão e amor proporcionam não apenas maior felicidade, mas também benefícios para a saúde.
Leia mais:


