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Tratamento
Novos remédios contra obesidade avançam além das canetas e chegam a perdas de até 28% do peso em estudos

Em um estudo clínico com mais de 3 mil adultos com obesidade, o orforglipron proporcionou uma redução média de 11,2% do peso corporal após cerca de 16 meses entre os participantes que receberam a maior dose

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Pode confiar?
Genérico é mais barato, mas tem a mesma eficácia? Entenda o que muda no medicamento

Para receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o genérico deve conter o mesmo princípio ativo, na mesma dose e apresentação farmacêutica do medicamento de referência

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MEDICAMENTOS
“Não é a Shopee que vai vender medicamento”, explica presidente do CRF-GO sobre nova lei

A especialista afirmou que a responsabilidade da venda continua sendo das farmácias e drogarias. “Uma pessoa comum não vai poder comprar da indústria o medicamento e vender diretamente para o consumidor", disse

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Alerta Global
Casos de prevenção ao HIV crescem 41% no Brasil, enquanto ONU alerta para risco de retrocesso

Relatório do UNAIDS alerta que cortes no financiamento global podem provocar novo avanço da epidemia; apesar dos menores índices de infecção e mortes em 30 anos, milhões ainda estão sem tratamento

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Saúde Pública
Em seis anos, número de goianos que recebem medicamentos de alto custo salta de 35 mil para 140 mil

O aumento também é observado na quantidade de pacientes atendidos. Em 2019, a unidade mantinha cadastro de cerca de 35 mil usuários. Neste ano, o número chegou a 140,4 mil, o que representa uma alta de 301%

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Comércio clandestino
Homem é preso em flagrante após comercializar medicamentos clandestinos, em Luziânia

Devido a gravidade dos fatos e riscos à saúde, a Polícia Civil de Goiás converteu a prisão em flagrante para prisão preventiva

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Atualização
Goiânia amplia rede pública e passa a oferecer 66 novos medicamentos; veja quais são

O secretário de Saúde, Luiz Pellizzer, destacou que a atualização da Remume fortalece a qualidade da assistência prestada

Superfaturamento
Com sobrepreço de até 3.000%, Prefeitura de Alto Horizonte suspende pregão para aquisição de medicamentos e insumos

Análise baseada em estimativas de mercado identificou 261 itens com variações alarmantes

Novo aumento
Conselho detalha aumento nos preços de medicamentos a partir de abril

Reajustes de medicamentos variam de 1,13% a 3,81% conforme nova regulamentação

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Prevista por Lei
Conselho de Enfermagem explica nova resolução que permite que categoria prescreva medicamentos

Ele detalha que, antes, pacientes atendidos por enfermeiros em unidades básicas de saúde recebiam prescrições válidas apenas em farmácias públicas

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OPÇÃO PLAY
Prefeitura multa fornecedores por não entregar 1,8 milhão de medicamentos e insumos

Empresas venceram licitações, mas não entregaram produtos contratados; ao todo, 29 fornecedores foram punidos, e 15 já receberam multas publicadas no Diário Oficial

Foto: Divulgação/SES
SAÚDE
Retirada de remédios de alto custo terá data obrigatória a partir de janeiro de 2026 em Goiás

Medida vai entrar em vigor a partir de janeiro de 2026 e busca melhorar a organização do atendimento

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Mudança
Anvisa autoriza emissão digital de receitas de medicamentos controlados

O presidente do Cremego, Rafael Martinez, avalia a mudança de forma positiva

Medicamentos
Operação desmantela esquema milionário de venda ilegal de medicamentos em Goiás, Minas e Paraná

A Polícia Civil de Goiás (PC-GO) deflagrou nesta quinta-feira, 4, a Operação Panaceia, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa responsável pela fabricação e comercialização ilegal de medicamentos em larga escala. A ação, coordenada pelo delegado Márcio Henrique Marques de Souza, titular do Grupo de Patrulhamento Tático (Gepatri) da 8ª Delegacia Regional de Rio Verde, resultou em 29 prisões, apreensão de veículos, imóveis e o fechamento de fábricas clandestinas em três estados.

“Na data de ontem [quinta-feira, 4], nós deflagramos a Operação Panaceia. A operação tinha o objetivo de cumprir 36 mandados de prisão e 51 mandados de busca e apreensão”, iniciou o delegado.

Segundo Márcio Henrique, o grupo criminoso fabricava medicamentos de forma precária, sem qualquer autorização sanitária, em locais insalubres. A investigação teve início após apreensões de remessas enviadas pelos Correios.

“Interceptamos muitos medicamentos encaminhados via correspondência. A partir dessas apreensões, começamos as diligências para identificar os remetentes e destinatários. As pessoas envolvidas foram submetidas à perícia, e com a chegada dos laudos, constatamos que os produtos vendidos como ‘naturais’ continham substâncias controladas”, pontuou.

Entre os compostos identificados estavam sibutramina, fluoxetina, diazepam e bupropiona, substâncias que exigem prescrição médica e estão relacionadas à Portaria 344 da Anvisa. O delegado alertou para os riscos à saúde: “O risco para as pessoas que utilizaram esses medicamentos era muito grande, inclusive risco de morte. Além disso, são substâncias que causam dependência. A pessoa começa a tomar e acaba ficando dependente”, disse.

A investigação também revelou movimentações financeiras suspeitas. “Analisamos o relatório de inteligência financeira e constatamos que essa associação criminosa movimentou de forma atípica 19 milhões de reais. Isso demonstra que a atividade ilícita deles é praticamente industrial, com cerca de três anos de atuação” afirmou.

Apesar da complexidade do esquema, o delegado ainda não classificou o grupo como organização criminosa. “Ainda não falo em organização criminosa porque as investigações vão evoluir. Precisamos verificar se existe um vínculo entre eles que possa caracterizar isso. O que temos são associações entre múltiplos indivíduos que se relacionam entre si”, disse.

A operação teve resultados expressivos: 51 mandados de busca e apreensão cumpridos; 29 prisões realizadas até o momento; 5 prisões em flagrante; 4 fábricas clandestinas identificadas em Goiás e Minas Gerais; 64 veículos sequestrados (avaliados em mais de R$ 6 milhões); 63 imóveis sequestrados (avaliados em cerca de R$ 23 milhões); e o Bloqueio de contas bancárias.

Em Ji-Paraná (RO), um suspeito foi preso com grande quantidade de medicamentos ilícitos e armas. Em Goiânia, uma fábrica irregular foi lacrada pela Vigilância Sanitária. Em Rio Verde, foram apreendidos relógios de luxo e veículos. A cidade de Paranaguá (PR) foi identificada como o ponto de origem da associação criminosa.

“Durante as investigações, identificamos que alguns indivíduos migraram para Uberlândia (MG), onde estavam produzindo e distribuindo os medicamentos. Lá, encontramos três das quatro fábricas. Era uma produção em escala industrial. Eles usavam até betoneiras, equipamento de construção, para misturar os medicamentos”, disse.

Além da produção ilegal, o grupo também falsificava rótulos e embalagens. “Eles mudavam os nomes e embalagens constantemente. Não conheço nenhum produto natural ou fitoterápico que seja vendido com essas características. Eles falsificaram”, afirmou.

O delegado concluiu destacando que as investigações continuam, com foco na identificação de outros envolvidos, bens ocultos e na possível caracterização de organização criminosa.

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