Estado tem taxa de crescimento populacional de 1,39%

Goiânia têm 1,4 milhão  de habitantes; em todo  o Estado, a população  chega a 6.523.222 pessoas

Goiânia têm 1,4 milhão de habitantes; em todo o Estado, a população chega a 6.523.222 pessoas

Segundo estimativa populacional dos municípios brasileiros, divulgada na quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiás atingiu a marca de 6.523.222 habitantes em 1° de julho deste ano. O Estado teve uma taxa de crescimento de 1,39%, em relação a 2013. Os municípios de Rio Verde e Águas Lindas de Goiás estão entre as cidades, com até 500 mil habitantes, que mais cresceram populacionalmente no País. Em Rio Verde, o número de habitantes passou de 197 mil para 202 mil, em apenas um ano, o que representa um crescimento de 2,63%. Na cidade de Águas Lindas a população que era de 177.890 mil habitantes passou em 2014 para 182.526, um crescimento de 2,61%. Elas ocupam, respectivamente, o oitavo e nono lugar no levantamento.

Segundo o gerente de assessoramento do IBGE, Ales­sandro de Siqueira Arantes, a atração populacional se deve ao desenvolvimento econômico e ao custo de vida mais baixo – quando comparado ao custo de Brasília, no caso de Águas Lin­das. Goiânia aparece como o 12° município mais populoso entre as 5.570 cidades brasileiras e com estimativa de 1,4 milhão de habitantes. A projeção é feita anualmente a pedido do Tri­bunal de Contas da União (TCU). Os dados servem de base para o repasse de recursos para as localidades.

 

Economia encolhe 0,6%

Medida pelo Produto Interno Bru­to (PIB), a economia brasileira en­colheu 0,6% no segundo trimestre do ano, em relação ao período anterior e os resultados do primeiro trimestre foram revisados. Ao contrário da alta de 0,2%, foi constatada uma queda de 0,2%. Devido os dois tri­mestres com resultados negativos, considera-se tecnicamente que o Brasil está em recessão. O PIB al­cançou R$ 1,27 trilhão, em valores correntes. Em relação ao segundo trimestre de 2013, a queda foi maior ainda, de 0,9%. Houve crescimento no acumulado do primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado, de 0,5%. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, em maio, que o segundo trimestre seria melhor devido o impulso nos setores de comércio e serviços pela Copa do Mundo. Mas não foi o caso. Dos setores, apenas a agropecuária teve a leve alta de 0,2%. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Repasse para Cultura

A Secretaria Estadual de Cul­tura (Secult) anunciou na quarta-feira, 27, a liberação da primeira par­cela do Fundo Estadual de Cultura. O repasse de R$ 6.476.355,04 representa 50% do to­tal de recursos assegurados para este ano. O primeiro edital do Fundo de Cultura disponibilizou R$ 13,5 milhões para o financiamento de projetos culturais, contemplando 270 propostas. Porém, o pagamento não foi efetuado. Depois de três adiamentos, re­presentantes da classe artística elabo­ra­ram uma carta aos responsáveis pe­lo edital cobrando os recursos. Após manifestações, foi acordado o repasse em três parcelas, seguindo o cronograma de execução dos projetos artísticos. Neste pri­meiro mo­mento, 116 fomentadores culturais receberam os recursos.

 

Reajuste salarial

Segundo o Projeto de Lei Or­çamentária Anual (Ploa) 2015, a partir de 1º de janeiro do ano que vem, o salário mínimo deve ser R$ 788,06, em um reajuste de 8,8%. O anúncio foi feito na quinta-feira, 28, pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, depois de entregar a proposta ao presidente o Congresso, Renan Ca­lheiros (PMDB-AL). A ministra antecipou que o texto prioriza investimentos em saúde, educação combate à pobreza e infraestrutura. A peça orçamentária traz uma mensagem da presidente Dilma Rousseff com diagnóstico sobre a situação econômica do país e suas perspectivas. No projeto de lei, também consta a estimativa para a inflação, medida pelo Índice Na­cio­nal de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 5%, para o próximo ano.

 

“Serial killer não foi preso”

O delegado Waldir Soares afirmou na quinta-feira, 28, que não acredita que o suposto serial killer, o qual teria assassinado várias mulheres na capital goiana, esteja preso e sugere, ainda, que as pessoas fiquem alertas. “Como não houve mais mortes, a imprensa silenciou-se. Procede que a polícia, no processo de investigação, precisa mesmo de certo sigilo, mas talvez seja o momento de admitir que algumas mortes foram mesmo cometidas por uma só pessoa. Há, por assim dizer, um procedimento padrão”, disse. No sábado, 30, havia um protesto marcado por familiares das vítimas, pedindo esclarecimentos dos casos e justiça. “Pedimos socorro por todas as pessoas que tiveram suas vidas interrompidas brutalmente e exigiremos mais ações que venham coibir a prática criminosa em nosso país”, disse a policial civil Lívia Fiori, irmã da assessora parlamentar Ana Maria Victor Duarte.

 

Investimentos comprometidos

O contrato de empréstimo de mais de R$ 1,9 bilhão para Celg só garantirá 12% do montante total, para investimentos na empresa. Mais de 76% do valor será para pagamento de encargos e dívidas com o setor elétrico. O Estado de Goiás ficará com 10,5%, referentes à ICMS e ainda com o benefício de R$ 107 milhões para Celg Geração e Transmissão, que segue sob controle estadual. O financiamento será feito pela Caixa Econômica Federal e deverá ser liberado nesta terça-feira, 2. No início da semana, a Celg cortou a energia em alguns prédios municipais. Segundo o secretário de Fi­nan­ças, Jeovalter Correia, a ação foi política. Ele disse que a companhia precisa da certidão negativa de débito para concluir a negociação de transferência de ações com a Eletrobrás. Entretanto, a administração municipal garantiu que só entrega o documento quando os débitos da Celg com a prefeitura, um total de R$ 148 milhões, estiverem quitados.

 

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