Papa Francisco estaria na mira de grupo jihadista

Informação foi veiculada nesta segunda-feira por jornal italiano que citou fontes do serviço secreto da Itália

| Foto: Reprodução/Vaticano

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O papa Francisco estaria sendo ameaçado pelo grupo fundamentalista Estado Islâmico (EI), segundo noticiado nesta segunda-feira (25/8) pelo jornal italiano II Tempo. O veículo traz a informação tendo por base fontes do serviço secreto italiano, segundo as quais o pontífice é apontado pelos jihadistas como “portador de falsas verdades” e poderia ser vítima de um atentado. Até o final da manhã o Vaticano não havia se manifestado sobre a suposta ameaça. A matéria também diz que fontes israelenses acreditam que Francisco seja de fato um dos potenciais alvos do Estado Islâmico.

De acordo com o diretor do Serviço de Informações Civis (órgão de inteligência do governo italiano), Mario Mori, a Itália é “um trampolim para os radicais islâmicos”, sendo que os jovens que são aliciados pelo grupo fundamentalista Estado Islâmico compõem a base para “distribuição de jihadistas no Ocidente”. Estima-se que ao menos 50 jovens italianos viajaram para Síria e Iraque para se unirem ao EI. Esses jovens, que partem de toda a Europa, são considerados um risco real, já que possuem passaporte legam de um membro da União Europeia e por isso podem passar pelos controles alfandegários sem dificuldades. Esses jovens podem formar as chamadas células terroristas, responsáveis por planejar atentados em países do Ocidente.

O grupo fundamentalista Estado Islâmico, que busca expandir em várias regiões do mundo, tem como arma de propaganda a barbárie, com incentivo a sequestros, estupros e decaptações, além de execuções sumárias e crucificações de adversários. Esses jihadistas promovem medo na população e assim garantem obediência nas cidades conquistadas, atraindo ainda o apoio de pessoas adeptas da filosofia do grupo EI pelo mundo todo, principalmente da Tunísia, Arábia Saudita e Marrocos, Grã-Bretanha, Austrália, Itália e França. Especialistas apontam que ao menos 12 mil dos combatentes do EI são estrangeiros.

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