“Vamos ter um escândalo de corrupção ainda maior do que o da Petrobrás. E será no BNDES”

O procurador mais temido de Goiás diz que o banco do governo será foco de rombos ainda maiores e desabafa: “Não estamos dando conta de defender a República dos ratos que estão corroendo suas estruturas”

helio telho (27)

Foto: Renan Accioly/Jornal Opção

É raro achar um político que goste de Helio Telho Corrêa Filho. Eles têm razão de não ter muita afeição pelo procurador da República: além de já passado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) deixando estragos em várias candidaturas com gastos suspeitos nas eleições de 2004 e 2006, ele não costuma “alisar” com a classe. O fato agravante é que ele usa as redes sociais para dizer o que pensa — e geralmente o que ele pensa é o antônimo do que um questionável ocupante de cargo público consideraria um elogio.

Dessa forma, ele consegue a antipatia de partidários de todas as correntes. Ser tido por tanta gente diversa como “persona non grata” não parece lhe incomodar. Pelo contrário: mostra que o alcance de seu rigor com a coisa pública é imparcial e acaba “doendo” em todos. Ao mesmo tempo em que mostra a vigilância necessária aos fatos sombrios demonstrada nas redes sociais, ele tem também um lado reservado: prefere não falar sobre questões pessoais. “Minha vida particular é muito pouco interessante”, desconversa, embora ele mesmo diga que quem o quer destratar o acusa de gostar de aparecer.

Ao receber o Jornal Opção em sua sala, Helio Telho fez questão de puxar alguns temas por conta própria — embora já estivessem também na pauta. O principal alvo foi a necessidade de uma reforma político-eleitoral adequada. “Hoje as lideranças políticas, sociais e religiosas, em sua maioria, vendem o apoio. Há até mesmo uma tabela. E a cada eleição isso está mais caro”, resume.

O escândalo da Petrobrás ganha outro nome pela boca do procurador: “petropina”, uma junção dos termos “petróleo” e “propina”. “A ‘Veja’ foi de uma criatividade sem tamanho usando o termo ‘petrolão’. O que há é a ‘petropina’, a Petrobrás estava prospectando petróleo com propina.” Mas o pior ainda está por vir, diz ele. “Nós ainda vamos ver o maior escândalo de corrupção. E será no BNDES. Se na Petrobrás havia o TCU [Tribunal de Contas da União] investigando e denunciando fraudes, do BNDES nós não temos nada, não sabemos nada”, alerta Helio Telho, que estabelece até um prazo máximo para os novos podres virem à tona: dois anos.

Elder Dias — O sr. atuou como procurador eleitoral [esteve à frente do Ministério Público Eleitoral (MPE) no Estado de 2004 a 2007, período em que definiu a estratégia de atuação do colegiado nas eleições de 2004 e 2006 e também no referendo sobre comércio de armas, ocorrido em 2005], e fez alguns candidatos terem problemas sérios com a Justiça. O que o sr. pode dizer da Lei da Ficha Limpa? Ela efetivamente contribuiu para melhorar o processo eleitoral no País?
Só teve problema quem teve dificuldades para observar as regras eleitorais. De lá para cá, tivemos muita evolução na legislação eleitoral como um todo, mas foram alterações mais, digamos, cosméticas. Não tivemos o que realmente precisávamos, que é uma reforma política que barateie as campanhas eleitorais, que faça com que não se necessite de tanto financiamento.

O sistema não pode induzir a que o partido político se torne um negócio, uma empresa, e que o apoio político se torne uma mercadoria. Hoje — e desde aquela época já era assim, identificamos isso — o apoio político é uma mercadoria negociada por dinheiro. Esse comércio ocorre de várias maneiras. Por exemplo, um partido político pequeno tem um horário na propaganda eleitoral e vende isso para quem lhe der mais, seja por dinheiro, por posições no governo etc. Veja que as coligações governistas, em todas as eleições — nacionais, nos Estados e nos municípios — são as que reúnem o maior número de siglas, fazem uma sopa de letrinhas. Isso se dá porque um punhado de partido de aluguel vende para o majoritário governista, que tem maior capacidade de pagar. O partido governista, além do dinheiro, tem a estrutura de poder, cargos, contratos favorecidos etc.

Esses cargos depois serão usados da mesma maneira como foram utilizadas as diretorias da Petrobrás, para tirar dinheiro e enriquecer as pessoas que fizeram as indicações para esses cargos. Então, o sistema eleitoral precisa mudar. Se os partidos querem se coligar, ótimo; mas isso não pode implicar um aumento do tempo de televisão. Podem coligar, mas o tempo será apenas o do partido que lançar o candidato. Dessa forma, o tempo de TV deixa de ser uma moeda de troca, porque não terá valor de mercado. O tempo das siglas que se juntarem aos partidos dos candidatos será distribuído em rateio para todos. Dessa forma, a reforma eleitoral desestimularia a compra do apoio de partidos de aluguel.

Cezar Santos — A cláusula de barreira não seria um dispositivo nesse sentido?
A cláusula de barreira é antidemocrática, porque impede o surgimento de novos partidos. Podem dizer que há partidos demais; é verdade, mas temos partidos de aluguel e a cláusula de barreira não impede que esses partidos continuem negociando apoio, vendendo tempo de televisão. O que acabaria com isso seria impedir que o partido levasse o tempo de TV para a coligação. É simples: assim, os partidos de aluguel não terão mais a mercadoria para vender e tenderão a morrer de inanição.

Partido que tiver candidato vai usar seu tempo de TV para fazer a propaganda desse candidato; quem não tiver candidato não terá tempo. O tempo dos partidos que não tiverem candidatos será distribuído para todos os outros partidos que apresentarem candidatos. Assim, teremos uma eleição mais democrática, será menor a necessidade de financiamento, porque os partidos com candidato não terão de pagar aos nanicos para ter cinco segundos a mais, dez segundos a mais. Ao comprar o tempo da sigla de aluguel, o partido maior evita que o adversário pegue esse tempo; ou seja, traz o partido de aluguel e ao mesmo tempo o tira do adversário. É como vencer um “jogo de seis pontos”.

Hoje as lideranças políticas, sociais e religiosas que atuam nas eleições, em sua maioria, vendem o apoio. O vereador e o prefeito do interior, para trabalharem para um deputado, querem dinheiro. Há até mesmo uma tabela. E a cada eleição isso está mais caro. O preço é regulado de acordo com a importância dessa liderança, da quantidade de votos que essa liderança pode conseguir. Hoje isso está em mais ou menos 100 reais por eleitor — uma diária para serviço braçal no domingo. É o preço de um voto. Se o indivíduo teve 3 mil votos na eleição passada, então ele vale 3 mil vezes 100 reais. Se só teve 500 votos, vale “só” 500 vezes 100.

Elder Dias — Isso explica o fato de tanta gente disputar eleição sabendo que não tem nenhuma chance de vencer?
Sim, veja que tivemos quase 800 candidatos a deputado estadual este ano em Goiás, e a grande maioria não tinha quase nenhuma chance de se eleger. Isso ocorre porque o sujeito está se cacifando na eleição. Ele sabe que se tiver só 2 mil votos não se elege; mas, na eleição seguinte, poderá vender esses 2 mil votos a um candidato a prefeito. Ele vai dizer “eu posso trabalhar esses 2 mil votos para votar em você”. Vai custar 2 mil vezes 100. O candidato a prefeito vai ter de correr atrás de dinheiro para pagar isso, porque, senão, o cara vai trabalhar para o adversário dele.

Cezar Santos — Na reforma política, que virou o grande tema no momento, muitos colocam que o financiamento exclusivamente público de campanha resolve a questão. Resolve mesmo?
Todo político tem sua própria receita de reforma, pode perguntar a qualquer um, a qualquer parlamentar. Em geral, essa receita não muda muito de um para outro e pode ser resumida da seguinte maneira: é uma fórmula que facilite a eleição do dono da ideia e dificulte a eleição de meu adversário. Essa é a reforma política ideal que a pessoa vai defender. Na discussão sobre financiamento público ou privado, se a opção é por ser exclusivamente público ou misto, também há esse interesse por trás disso. Quem é de esquerda e tem condição de conseguir mais dinheiro público defende o financiamento exclusivamente público; quem é de direita e acha que tem mais condição de conseguir dinheiro de empresas vai defender o financiamento privado.

Na prática, isso não faz muito sentido, porque quem financia campanha não está interessado em saber se o sujeito é de direita ou de esquerda: ele está financiando campanha para ver quem vai lhe trazer benefício financeiro depois, ou seja, lucro. É um negócio. O financiador está fazendo um investimento. Por isso que a JBS-Friboi foi a maior financiadora de campanha nessas eleições e doou uma grana pesadíssima tanto para Dilma Rousseff (PT) quanto para Aécio Neves (PSDB). Eles fizeram igual ao cara que joga na loteria esportiva e quer preencher a coluna 1, a coluna do meio e a coluna 2. O sujeito faz o triplo, assim não vai perder nunca a aposta. Foi o que a JBS fez. E fez isso porque tem negócios com o governo, é a empresa que mais recebeu tem financiamentos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], com mais de R$ 5 bilhões para expandir seus negócios no exterior. Então a JBS quer manter essa linha de crédito aberta e não quer saber se é Dilma ou Aécio quem vai ganhar, se é o PT, se é direita ou esquerda. Ele quer saber é que vai ter lucro com isso. Lucro não tem ideologia. É preciso desmistificar isso, portanto.

Sou particularmente contra o financiamento de campanha por pessoa jurídica, porque empresa sempre visa lucro. O sistema capitalista é construído sobre o lucro, as empresas existem para ter lucro, senão quebram. Isso não é ruim, a roda gira dessa maneira. O ruim é uma empresa financiar uma campanha e amanhã ir atrás de um contrato que será concedido pelo financiado por ela. Aí o interesse público vai para o ralo, porque o que se atende é o interesse da empresa. Por isso, empresa não pode financiar campanha, ainda mais empresa que pode ter algum negócio com o governo, como empreiteiras, bancos e outras. Isso é um absurdo.

"O que encarece demais a campanha eleitoral são  a compra do apoio político e o marketing, o programa eleitoral chamado gratuito. Gratuita é só a veiculação”

“O que encarece demais a campanha eleitoral são
a compra do apoio político e o marketing, o programa eleitoral chamado gratuito. Gratuita é só a veiculação”

Cezar Santos — Mas o financiamento exclusivamente público de campanha não vai estimular o caixa 2, que no fundo é o grande problema?
Não é só isso. Caixa 2 é utilização de dinheiro ilícito.

Cezar Santos — Às vezes o dinheiro é legal, mas passado ao candidato de forma escamoteada…
Se a pessoa tem o dinheiro legal, por que vai sujá-lo e passá-lo de forma ilegal? O dinheiro de caixa 2 é ilícito, é dinheiro sujo, que não tem origem clara, ou porque foi de corrupção ou de sonegação ou por estar acima do limite de doação. Mas por que alguém vai doar acima do limite legal — o que, no caso de pessoa física, é 10% de toda a receita que ela teve no ano anterior e, no caso da empresa, é 2% do faturamento dela? É muito dinheiro, por que alguém vai querer doar mais do que isso?

Já pegamos muitos casos em que a pessoa doou mais do que arrecadou. É porque, na verdade, ela está emprestando só o nome. Isso é somente para lavar o dinheiro, que veio de uma origem suja. Portanto, é um dinheiro que não poderia estar na campanha e está. Por isso é que o dinheiro passa pelo caixa 2. Se ele fosse lícito, a empresa apenas doaria no caixa 1, o caixa oficial da campanha. Se a pessoa não quer que a doação apareça, por ter receio de o candidato perder e, depois, sofrer o risco de ser retalhada por isso pelo vencedor, doa para o partido. Hoje, a legislação eleitoral prevê essa possibilidade. O partido, então, distribui entre os candidatos e ninguém fica sabendo para quem foi dado aquele dinheiro, pois cai no caixa do partido e não é possível saber quem doou para quem. O caixa 2 é isso.

Às vezes, o dinheiro é lícito, mas o objetivo final, o emprego do dinheiro, é ilícito. Às vezes, precisam comprar apoio político, mas obviamente isso não é previsto na legislação como autorizado. Então, o candidato vai dar o dinheiro para o vereador trabalhar para ele no caixa 2. O dinheiro não aparece porque o gasto foi ilícito. O problema é que há o dinheiro legal que é utilizado para comprar a influência política do mandato — pois quem foi eleito não vai dever sua eleição a quem votou nele, mas sim a quem financiou sua campanha. É uma espécie de corrupção institucionalizada, permitida, não punida e admitida.

E há o financiamento ilegal. Se adotarmos o financiamento público, proibindo o financiamento de empresa, isso por si só não será suficiente para impedir o financiamento ilegal, o financiamento clandestino com dinheiro ilícito — proveniente de sonegação, corrupção, tráfico de drogas, o que seja. É claro que quando se adota o financiamento público, proíbe-se o financiamento por em­presa e impede que aquela empresa, legalmente, possa doar, mas não é o suficiente para impedir o caixa 2. Isso terá de ser feito de outras maneiras, o que é, normalmente, um pouco mais complexo. Se se diminui a necessidade de financiamento, barateando as campanhas eleitorais, a possibilidade de esse dinheiro ilícito interferir na campanha é menor — se o político não precisa do dinheiro, por que ele vai pegar?

O que encarece demais a campanha eleitoral, hoje? Basicamente são as duas principais despesas: a compra do apoio político e o marketing, o programa eleitoral chamado “gratuito”. Gratuita é apenas a veiculação na televisão, pois a produção não é. Pelo contrário, ela é muito cara, caríssima. Não só pela necessidade de ter atores, produtores, cinegrafistas, câmeras, editores e todo esse pessoal, mas também porque tem, por trás de tudo, o marqueteiro, que é o profissional mais bem pago do mercado, hoje. O bom marqueteiro é mais bem pago do que jogador astro de futebol. Esse marqueteiro não trabalha de qualquer jeito, é um profissional exigente e quer só o melhor para apoiar suas pesquisas. Ele quer pesquisas qualitativas, diárias, para avaliar o programa eleitoral que ele pôs no ar e para que, assim, ele possa preparar o próximo capítulo. As pesquisas qualitativas são caríssimas e tem de ter muito dinheiro para isso. Se não regulamentarmos uma forma para impedir que esse custo da propaganda eleitoral continue alto, não conseguiremos fechar a entrada de dinheiro ilícito. É preciso reformar esse modo de fazer propaganda eleitoral para que fique mais barato.

Elder Dias —– Já houve algumas tentativas de baratear o horário eleitoral. Como o sr. vê as restrições que hoje são impostas?
A legislação melhorou um pouco. Mas, ainda assim, existem algumas questões. Por exemplo, hoje, um partido pode lançar uma vez e meia o número de candidato, na eleição proporcional. Em uma coligação, esse número é o dobro das vagas. Ora, se eu tenho 10 vagas em uma Câmara de vereadores, por que meu partido vai lançar mais do que 10 candidatos? Se eu estou lançando 15 ou 20, eu estou colocando um candidato para brigar com o outro, pelo voto. Ou seja, correligionários disputando votos com correligionários. Se aumentam a competição, aumenta a necessidade de dinheiro. Portanto, nós precisaríamos diminuir a quantidade de candidatos. Cada partido ou coligação só poderia lançar, no máximo, a quantidade de cadeiras que há de disputa.

Elder Dias —– E a lista fechada, como o sr. percebe isso?
A lista fechada é um sonho dos caciques partidários. Se houver lista fechada com fidelidade partidária, acaba, totalmente, a liberdade do parlamentar. É o cacique partidário, é a direção partidária que vai dizer o que deve e o que não deve ser feito. Acabaria a negociação de balcão, no Congresso Nacional, e a negociação passaria a ser somente entre presidentes de partido e de presidentes de partido com o presidente da República. O que o presidente do partido falar o deputado terá de seguir. Do contrário, será expulso, perderá o mandato ou, então, lhe será negada legenda para a próxima eleição, ou ele será colocado no fim da lista seguinte. Esse é um problema sério.

Existe uma proposta em tramitação no Congresso Nacional, feita pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que é bastante interessante. Ela propõe eleição em dois turnos para o Parlamento, para Câmara de Vereadores, para a Assembleia e para a Câmara dos Deputados. De que maneira? No primeiro turno dessa eleição, o eleitor vota no partido, na legenda. Tem até uma lista partidária, mas que não é pré-ordenada, é feita sem qualquer ordenação. O eleitor pode votar no candidato ou no partido, mas a votação toda vai só para o partido. Define-se, então, no final da apuração do primeiro turno, quantas vagas cada partido vai obter. No segundo turno da eleição, vota-se no candidato. O candidato que tiver mais votos pula para o primeiro lugar da lista. Então, quem acaba ordenando a lista é o eleitor, e não o cacique. Assim, se o partido tem só uma vaga e o candidato do cacique foi o segundo mais votado, ele vai virar suplente. É uma maneira interessante de se ter uma lista, mas que não é pré-ordenada. É uma lista que será ordenada pelo eleitor no segundo turno.

“Prefiro o termo ‘petropina’ em vez de petrolão”

helio telho-mosaico

Fotos: Renan Accioly/Jornal Opção

Elder Dias —– Existe um dogma de que o financiamento público só dá certo com lista fechada. É uma falácia? Há como contornar isso?
Como o financiamento público implica repassar o dinheiro para o partido e este administrá-lo —– não se pode passar o dinheiro para o candidato —–, acham que, se tem uma lista aberta e o partido concentra o dinheiro em dois ou três candidatos, aqueles que estão sem dinheiro não terão condições de se elegerem ou terão de arrumar dinheiro por fora. Essa é a crítica que se faz. Quando se tem a lista pré-ordenada, evidentemente, o partido investirá o dinheiro naqueles que estão em primeiro lugar da lista. Mas essa lista vem de uma eleição intrapartidária. E a democracia interna dos partidos a gente sabe como se dá, é pior do que fazer salsicha.

Elder Dias —– O sr. atuou no caso Caixego [Caixa Econômica do Estado de Goiás], que também envolveu uma questão de caixa 2.
Foi dinheiro desviado de um acordo [com servidores] para fi­nanciar campanha. Só que aquilo foi troco de pinga, se você for com­parar com o dinheiro que hoje rola.

Elder Dias —– O que aconteceu com aquele dinheiro? Ele foi devolvido? Como ficou?
Naquele caso, em um determinado momento, o STJ [Superior Tribunal de Justiça] entendeu — e isso foi logo no começo do processo, eu já tinha feito a denúncia — que, como a Caixego estava em liquidação ordinária, ela não integrava mais o sistema financeiro nacional. Ali, então, não teria ocorrido um crime contra o sistema financeiro, mas outro tipo de crime, o que, por essa razão, não seria da competência da Justiça Federal. Assim, o caso foi para a Justiça Estadual. O Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que algumas das diligências que tinham sido realizadas com a autorização do juiz federal eram nulas, porque o juiz não tinha competência legal para autorizá-las. Principalmente, as escutas telefônicas e mais algumas providências. Isso prejudicou muito a solução do caso, pois muitas provas importantes não puderam ser utilizadas. Esse caso foi para a Justiça Estadual e eu não acompanhei seu desfecho, a não ser pelas notícias da imprensa, porque não fui mais o procurador do caso, já que atuo na Justiça Federal.

O que apuramos, na época, está na denúncia que eu fiz: houve um acordo, as pessoas acreditavam que os beneficiários — os reclamantes na ação trabalhista — acreditavam que estava sendo pago um valor bem menor em relação ao que, de fato, tinha sido objeto do acordo. Boa parte desse dinheiro foi para propina, para permitir que o acordo fosse realizado. Dessa forma, o então procurador-geral do Estado recebeu dinheiro, uma parte ficou com os advogados e com as pessoas que intermediaram essa negociação e outra parte foi para a eleição, para pagar dívida de campanha. Isso foi apurado, na época. Como algumas provas não puderam ser utilizadas, talvez isso tenha influenciado negativamente no resultado do julgamento.

Cezar Santos —– É difícil falar em tese, mas a impressão é de que, se aquilo tivesse acontecido hoje, o desfecho do caso não teria sido o mesmo. Parece-me que, atualmente, o Ministério Público tem mais condições de apurar, ou talvez esteja com mais crédito junto à sociedade.
Não vejo assim. O mérito maior, a meu ver, foi da própria tese que a defesa levantou e conseguiu convencer os tribunais em Brasília, de que aquele assunto não era federal, mas, sim, estadual. Dessa forma, as provas ficaram nulas. Sem provas, não tinha como tocar o caso para frente. E eram escutas telefônicas, não tinha mais como voltar atrás. Nós tivemos, depois disso, aqui em Goiás e em todo o Brasil, várias operações com escutas telefônicas que foram anuladas pela Justiça.

O fato é que o STJ, principalmente, é muito restritivo com relação à utilização de escutas telefônicas para apurar crimes de colarinho branco. A gente não vê o STJ anulando escutas telefônicas quando se está investigando, por exemplo, o tráfico de drogas. Aí, o peso e a medida parecem ser um; mas, quando se trata de crime do colarinho branco, o grau de exigência tem sido grande e tem dificultado o trabalho. O caso Caixego foi o primeiro. Se estudarmos as operações e os casos que foram anulados pela Justiça com este tipo de fundamento, veremos que esse foi o primeiro. Daí, então, o mérito maior da defesa. Depois disso, outros casos seguiram essa jurisprudência. Na época não havia escutas telefônicas, não se utilizava tanto esse método para apurar esse tipo de crime. A lei de lavagem de dinheiro foi utilizada pela primeira vez neste caso. Era tudo muito novo. Não sei, mas acho que hoje, provavelmente, se essa tese tivesse sido levantada, o destino teria sido o mesmo.

Cezar Santos — Baseado em sua experiência em estudo de casos, que deve ser vasto, o sr. diria que hoje esse escândalo do petrolão…
(interrompendo) Eu não gosto deste nome. Acho que “petrolão” é falta de criatividade. A revista “Veja” patrocinou esse termo e outros veículos estão seguindo, mas é de uma falta de criatividade sem tamanho. O termo “mensalão” saiu de uma pessoa extremamente inteligente e criativa, um frasista com presença de espírito muito grande, que é Roberto Jeferson [ex-deputado], que foi um dos condenado no próprio caso que batizou. Ele falou em “mensalão” e isso pegou. A “Veja”, por falta de criatividade, não conseguiu arrumar um nome melhor e veio com essa história de petrolão.

Elder Dias — Mas não há um viés ideológico no termo “petrolão”, para colar esse caso com o mensalão?
Pode ser que tenha, mas até nisso é ruim, porque este escândalo é muito maior do que o mensalão. Usando este termo, estão reduzindo este escândalo atual ao tamanho do outro. Acho “petropina” um termo muito mais criativo, porque é petróleo com propina. Ou seja, leva à dedução de que ali a Petrobrás estava prospectando petróleo com propina. Enfim, eu não gosto de petrolão, acho uma falta de criatividade incrível.

Cezar Santos — Se não me engano, pelos valores envolvidos, este pode ser o maior escândalo do mundo. Isso tem procedência, em sua opinião?
Teve um jornal, não me lembro se a “The Economist” ou o “The New York Times”, que disse ser este o maior desfalque, o maior roubo público, em países democráticos de que já se tomou conhecimento. E não é difícil de explicar isso, não, pelo contrário, é até fácil de explicar. Quando a gente tem notícia de escândalo de corrupção no Japão, por exemplo, vemos o corrupto flagrado chorar na televisão, pedir perdão, até cometer haraquiri [termo japonês para designar suicídio]. Ocorre que, em países desenvolvidos, onde o sistema de justiça funciona, o sistema processual penal funciona, o sistema de controle funciona, esses escândalos de corrupção são identificados e punidos quando ainda não cresceram.

É comum, por exemplo, vermos nos Estados Unidos políticos flagrados recebendo propina de US$ 10 mil. Isso aqui no Brasil é insignificante, em termos de propina. Nosso problema é que temos uma cultura de impunidade muito grande. Daí, se formos voltando no tempo, percebemos que os escândalos que se sucedem estão cada vez maiores. Como o escândalo anterior não foi punido, o próximo vai ser maior. Isso é tão obvio e banal que não sei como as pessoas não perceberam isso antes.

No julgamento de um dos habeas corpus do caso Petrobrás, os ministros do STJ se disseram estarrecidos com a quantidade de dinheiro envolvida. Ora, mas esse não foi o primeiro escândalo que chegou ao STJ. Nós tivemos a Operação Castelo de Areia [investigação, feita pela Polícia Federal em 2009, de crimes financeiros e lavagem de dinheiro, tendo como centro operações do Grupo Camargo Corrêa], que o STJ anulou. Se a Castelo de Areia não tivesse sido anulada, mas, pelo contrário, se tivesse chegado a bom tempo, nós não teríamos essa Operação Lava Jato agora. Aquele pessoal da Castelo de Areia é o mesmo que está nessa agora. Se eles tivessem sido punidos lá atrás, não teríamos isso agora.

Nosso sistema é muito permissivo. Por quê? Isso ainda é uma herança, um legado do regime militar. Durante aquele período, muita gente sofreu com os abusos do Estado. Teve gente que foi torturada, que foi presa, que foi “desaparecida”. E teve gente que foi torturada, presa e “desaparecida”. Quando o regime militar cedeu espaço para o civil, tivemos uma Constituinte. Nela, havia vários constituintes que tinham sofrido na pele com a ditadura. E esses constituintes colocaram na Constituição salvaguardas para garantir que ninguém no futuro passasse por aquilo de novo. Tantas salvaguardas contra a atuação punitiva do Estado que hoje não conseguimos punir os criminosos, principalmente aqueles do colarinho branco, que são os que têm mais condição de usar essas salvaguardas. Portanto, essas salvaguardas, que foram feitas para garantir a democracia, a República e o Estado democrático de direito estão, pelo exagero, afundando esse próprio Estado, porque não estamos dando conta de defender a República dos ratos que estão corroendo suas estruturas.

­Cezar Santos — O sr. diz que surpreende que as coisas tenham crescido. A coisa não cresceu dentro da Petrobrás justamente porque o “status quo” de poder instalado na República hoje está profundamente implicado e isso serve para financiar o partido do governo e seus aliados privilegiados?
Se o sistema favorece a prática da corrupção, ela vai florescer. E tenho repetido: este ainda não é o maior escândalo que vamos ver. Ainda vamos ter um escândalo maior do que esse. E digo até qual: será no BNDES. Por que sei disso? Estou fazendo investigações, ouvindo escutas telefônicas? Não. Mas é que as coisas são óbvias demais. A corrupção floresce em ambientes onde há muito dinheiro, nenhum controle, muito sigilo e impunidade total. O BNDES está alavancando com mais de R$ 500 bilhões do Tesouro Nacional, fazendo empréstimos a juros subsidiados. Mas não sabemos para quem, quanto foi para cada um e nem quais são as garantias. Por quê? Porque alegam sigilo bancário e, assim, nós não podemos ter acesso. Ou seja, a CGU [Controladoria-Geral da União] não fiscaliza, o TCU [Tribunal de Contas da União] não consegue fiscalizar, o Ministério Público Federal não tem acesso. Ninguém tem acesso. É claro que esse dinheiro está sendo desviado (enfático). É claro que isso é uma cultura para a corrupção. Tudo isso é muito óbvio. Quando conseguirmos abrir a caixa preta do BNDES, a “petropina” vai parecer troco de pinga. Se na “petropina” tinha obra em torno de R$ 70 bilhões em contratos, no BNDES há R$ 500 bilhões, sete vezes mais. Só que na Petrobrás havia o TCU investigando e denunciando fraudes e superfaturamentos, há muito tempo. Mas no BNDES nós não temos nada, não sabemos nada.

O dinheiro, por exemplo, para financiar obras no exterior, por exemplo, em Cuba, chega lá depositado, por exemplo, em um banco do país. E quem está tocando essa obra é a Odebrecht, que foi considerada pela Transparência Internacional a empresa privada de menor transparência entre as grandes, sem qualquer estrutura interna de combate à corrupção. Esse dinheiro do BNDES, então, vai para o banco cubano e é movimentado sem controle nenhum. Como saberemos o que foi feito com esse dinheiro, como poderemos rastreá-lo? Então, o que vemos é como se tivessem arando o terreno fértil, colocando adubo e semeando corrupção. Será que ela vai nascer? É evidente que vai! (enfático)

Portanto, nós ainda vamos ver o maior escândalo de corrupção na República. Esse, sim, será o maior, não tem como ter outro maior só porque a maior quantidade de dinheiro está ali. As medidas que os colegas estão tomando na Operação Lava Jato são úteis, mas não são as únicas nem as mais eficazes. Combate-se a corrupção com punição e prevenção. Primeiro, é preciso evita que a tranca seja arrombada. Temos de ter instrumentos de controle, organismos, entidades e órgãos independentes de controle interno e externo, para ficar auditando esses contratos, ficar avaliando, verificar execução, cobrar prestação de contas e para poder identificar uma eventual situação de irregularidade antes de ela acontecer ou quando ainda estiver no começo. É preciso ter transparência, ou seja, todo mundo tem de ver o que está acontecendo. Porque quem está ali dentro fica constrangido e com medo de ser preso. Se está protegido pelo escuro e pelo sigilo, vai se sentir muito mais à vontade para roubar.

Tem de ter controle e transparência, e também um sistema processual que seja eficaz para punir os casos em que não foi possível prevenir. Aí nós entramos em um problema sério, voltando à questão dos constituintes. Nós temos garantias em excesso, em decorrência disso um processo criminal e judicial que não acaba nunca. A garantia diz que a pessoa não será considerada culpada enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. Nos Estados Unidos, o réu não pode ser considerado culpado enquanto não houver prova em contrário. Aqui, não: enquanto não tiver sentença judicial condenatória transitada em julgado. E a pessoa pode recorrer. E há recursos infinitos. Fica nisso, recorrendo, sem deixar transitar. E, assim, nunca será considerada culpada.

Isso não está sendo utilizado somente nos crimes de colarinho branco, a criminalidade violenta também está se aproveitando disso. Por isso as pessoas condenadas logo estão nas ruas. Se é condenado a sete anos, cumpre 11 meses e já sai da reclusão, o sistema favorece todo mundo. Vejo iniciativas no Parlamento para endurecer penas, aumenta-las. Podem até impor pena de morte, três vezes pena de morte para o mesmo individuo. Com nosso atual sistema processual não vamos conseguir executar sequer uma delas, quanto mais as três. É uma enganação quando se vê um político defendendo aumento de pena sem defender uma reforma no sistema processual e de investigação criminal que permita que se faça uma investigação célere, segura — com garantias para o investigado, mas também com possibilidade de obter provas com que consigamos responsabilizá-lo —, um processo de responsabilização com direito à defesa, mas que chegue ao fim, que não seja tão demorado, que não dê margem para manobras que visem fazer o processo prescrever. Se o político não defende isso dessa forma, está apenas enganando.

Procurador Helio Telho fala aos editores Cezar Santos e Elder Dias: “Quem financia eleição de alguém faz negócio”

Procurador Helio Telho fala aos editores Cezar Santos e Elder Dias: “Quem financia eleição de alguém faz negócio”

Cezar Santos — Ou é um político mal informado.
Não acredito em desinformação por parte de políticos. Ninguém assume um mandato sendo ingênuo. O político bobo nasceu morto. Não adianta endurecer a pena se não tiver um sistema processual que funcione. No caso da Operação Lava Jato, está havendo uma situação muito interessante: o sistema está funcionando. Pessoas foram presas e quem está preso não está ali por punição. São prisões processuais: tinha gente ameaçando testemunhas, gente com passaporte escondido de outro país, gente que estava se preparando para fugir com dinheiro lá fora, gente tentando atrapalhar eventual delator que resolvesse delatar, esquemas que continuavam funcionando e as prisões serviram para desarticulá-los. Tudo isso voltado para o processo. O sistema está mantendo essas pessoas presas, porque é preciso. Como tudo está funcionando, essas pessoas que estão presas, a cada dia, estão vendo sua situação mais perto do que foi o caso do mensalão. Muitos dizem que o julgamento do mensalão não adiantou nada, porque, enquanto havia o processo estava ocorrendo a “petropina”. Pelo contrário, adiantou muito, porque, como teve gente cumprindo pena — e tem até hoje, há operadores do esquema que ficarão muitos anos na cadeia —, essas pessoas envolvidas com a “petropina” se veem no lugar daquelas. O mensalão causa o efeito Orloff: quem está na “petropina” estão se vendo no lugar daquelas, com os condenados lhes falando “eu sou você amanhã”. Pensam “poxa vida, amanhã serei eu a pegar 40 anos de cadeia”. Então, estão resolvendo colaborar, em troca de uma melhora nessa situação.

Cezar Santos — O sr. já percebe um trabalho de desconstrução, ou desmoralização, da figura do juiz Sergio Moro [da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelo processo da Operação Lava Jato]?
Sim, claro. A atuação de Sergio Moro tem sido muito importante no caso, mas, talvez, se pegar a conta da Operação Lava Jato, isso represente 20% do êxito dela. Os 80% restantes estão na conta de quem está investigando de fato — o MPF, coordenando, e a PF, apoiando. Sergio Moro não investiga. Ele é juiz, não tem função de investigação. Está lá, quieto em seu gabinete e então chega um investigador e lhe diz que precisa de um mandado de busca. Ele olha as provas, os fundamentos, verifica tudo e dá o documento. Cumprem o mandado, acham mais coisa e voltam ao juiz. Novamente pedem providências e o juiz autoriza.

Nesses 80% restantes, há uma equipe de sete procuradores da República, de vários delegados, de dezenas de agentes e peritos da PF. Mas a imprensa precisa de um rosto, de uma imagem. Vocês sabem disso mais do que eu. Na configuração do sistema, o juiz é um só, Sergio Moro. Na Procuradoria, há sete pessoas, na PF há uma dezena de delegados e agentes. Não há um “rosto” da PF ou do Ministério Público. Sergio Moro não deu sequer uma entrevista, não soltou qualquer nota e só fala por meio do processo. Mesmo assim, está aparecendo muito, por conta das circunstâncias. Nessa hora, então, aqueles que estão se sentindo atingidos por essa operação vão atacar esse rosto que aparece. Daí vem a tentativa de desconstrução de sua imagem, como buscaram fazer com Joaquim Barbosa [ministro do STF relator do processo do mensalão]. Isso ocorre tanto por parte de políticos como por parte de advogados dos envolvidos. Há, ainda, o braço midiático desse esquema. Isso tudo porque enxergam nele o único alvo certo para promover os ataques.

Nossa advocacia criminal ficou muito mal acostumada no Brasil. A maioria dos grandes criminalistas trabalha somente buscando as nulidades [atos jurídicos que carecem de requisitos fundamentais, por terem sido produzidos com algum vício]. Quando não conseguem resolver a questão em favor de seu cliente na base das nulidades, têm uma dificuldade muito grande para desenvolver outras táticas para atuar no processo. Isso se torna ainda mais difícil para eles em um processo como o da Lava Jato em que as provas são muito robustas. Então, qual passa a ser sua tática? Atacar a figura do procurador, do delegado ou do juiz. Como são vários os procuradores e delegados, não têm um rosto único, optam por questionar a figura do juiz.

Elder Dias — Sobre a questão do exagero de recursos, temos, por exemplo, o empresário Carlos Cachoeira, que já foi condenado. Até quando ele poderá recorrer? Como fica o desfecho de seu caso?
Ele já foi condenado três vezes: tem uma condenação no Rio, outra em Brasília e a maior delas em Goiânia. Ele recorreu e o tribunal não julgou ainda em segunda instância. O desfecho só se dará quando transitar em julgado. Ele só vai cumprir pena nesse caso.

“Dilma não mandou investigar coisa nenhuma”

Elder Dias — E há uma previsão de quando isso possa ocorrer?
Não, não há. O sistema não tem um calendário fixo. Vai depender da pauta do tribunal que vai julgar o recurso. Imaginemos que o tribunal diminua ou aumente a pena — nós, do Ministério Público, achamos que a pena dele de 39 anos de cadeia foi pequena, então há recurso para aumentá-la. E depois desse julgamento ainda haverá recursos. Uma infinidade de recursos, enquanto um ministro ou desembargador não constatar que está havendo um abuso de recursos — o que não é nem o caso dele ainda, já que é o primeiro recurso contra as condenações, um direito que todo mundo tem de ter. Se derem a ele mil recursos, ele vai usar os mil recursos, porque a outra opção é ele cumprir 39 anos de cadeia. O problema não é seu advogado recorrer: o problema é o sistema dar a ele mil recursos, isso não pode. Tem de lhe dar esse direito, mas não nessa quantidade.

O recurso tem de ser um instrumento suficiente para que a situação da pessoa condenada seja reavaliada ou confirmada. Afinal, 39 anos de cadeia não são 39 dias, é a metade de uma vida. A sociedade precisa ter a segurança de que essa condenação é uma condenação correta. Para isso existe o recurso, para que o processo seja avaliado por outros magistrados, que estão em um tribunal, portanto mais experientes do que os que estão na instância de primeiro grau. Então, outros analisarão e verificar se está pouco ou muito ou é a pena ideal.

Reafirmando, então, o problema não é esse, mas ter essa infinidade de recursos. Veja o caso de Luiz Estevão [senador cassado e recentemente com recurso negado pelo STF contra condenação por falsificação de documentos relativos à construção do prédio do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo]. Perderam a conta dos recursos que ele interpôs. Até que ele tentou um último recurso, o qual, se o ministro do STF Dias Toffoli não tivesse obstado e dito que ali havia um abuso de recursos, mais um dia e o caso seria de prescrição. O ministro devolveu o processo e expediu o mandado de prisão. Ou seja, o próprio representante do STF percebeu que estava havendo abuso. Voltando à questão da Constituição de 88, as garantias são demais — o direito do contraditório, o direito à ampla defesa, o direito de acesso à Justiça — o juiz, vendo que tem de cumprir todos esses princípios, fica com séria dificuldade de dizer que está havendo abuso. E então vai permitindo, até chegar ao ponto de alguém dizer que, se permitir mais um recurso, não vai ter mais jeito, porque o processo vai prescrever.

Não defendo acabar com os recursos, claro, mas eles não podem ser infinitos. O STF agora está julgando uma questão agora que é o absurdo dos absurdos. Ocorre o seguinte: o réu foi condenado e o Ministério Público viu a sentença, achou que estava bom e não recorreu. Então, o processo transitou em julgado para a acusação. O réu foi condenado a quatro anos e o crime prescreve em oito. O réu vai recorrendo e os anos vão passando. O MPF quer a execução da pena, mas não pode, porque não transitou em julgado para a defesa, que, claro, vai recorrer até se completarem os oito anos para prescrever o crime. Nossa tese é a seguinte: como o recurso é da defesa e o Ministério Público não recorreu — porque se deu por satisfeito com a pena e quer executá-la, mas não pode —, então a prescrição não pode continuar avançando. Enquanto houver recurso apenas da defesa, o que impede a acusação de executar a pena, essa pena não pode prescrever, senão se dará ao advogado de defesa o poder de escolher se seu cliente poderá ser preso ou não. Ora, se for assim o advogado já decidiu: o cliente não vai cumprir pena. E uma coisa tão óbvia está sendo discutida no STF, porque tem gente que acha que a defesa tem direito de recorrer enquanto também corre a prescrição.

No BNDES vai  estourar mais um grande escândalo. O Ministério Público Federal está exigindo acesso a informações sobre empréstimos do BNDES. o TCU quer que o banco encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi

No BNDES vai estourar mais um grande escândalo. O Ministério Público Federal está exigindo acesso a informações sobre empréstimos do BNDES. O TCU quer que o banco encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi

Cezar Santos — Como o sr. analisa o fato de a presidente Dilma Rousseff dizer que a investigação do petróleo — ou “petropina”, como o sr. prefere —, só está acontecendo porque ela mandou?
Acho que é uma forma de propaganda por parte dela. Para começar, não foi Dilma quem mandou investigar. Quem está conduzindo essa investigação é o Ministério Público, em parceria com a Polícia Federal. E ela não manda no Ministério Público, que tem independência, autonomia e investiga se a presidente quiser ou não. A decisão de investigar um crime não é da esfera de atribuição dela. É como se eu, na torcida, dizer que o jogador errou o pênalti porque eu mandei. Pode até ser meu desejo, mas isso independe de mim. Ou seja, é propaganda. A Polícia Federal está sob o comando da presidente — e deve estar mesmo —, mas quem está conduzindo essa investigação é o Ministério Público. A polícia está dando o apoio, e não poderia ser diferente, porque o Ministério Público está cumprindo ordens do juiz; logo, a polícia tem de fazer, em cumprimento de seu papel legal.

É possível dizer que, no passado, esse tipo de investigação não chegaria aonde hoje está chegando. Hoje, temos alguns instrumentos legais que não tínhamos antes. O País desenvolveu muito seu papel de investigação criminal, de troca de informações entre órgãos que têm atribuição de investigação, seja criminal ou não, como a CGU, TCU, Ministério Público, a polícia, o Coaf [Conselho de Con­tro­le de Atividades Financeiras]. E temos leis, que foram promulgadas recentemente por exigência internacional — como a nova lei de lavagem de dinheiro, que entrou em vigor em 2012, e a nova lei de organizações criminosas, que entrou em vigor no ano passado. Essas leis estão sendo usadas em larga escala na Operação Lava Jato. Se não tivéssemos essas leis, não chegaríamos aonde os colegas estão chegando.
Se Dilma teve um mérito nessas leis, foi o de as sancionar. Ela poderia tê-las vetado. Ocorre que o Brasil participa de organismos internacionais, como a Organi­zação Mundial do Co­mércio (OMC), a ONU [Orga­ni­za­ção das Nações Unidas], organizações mundiais de combate à corrupção, que recomendam a adoção de medidas como essas, de forma homogênea, no mundo inteiro. E avaliam o Brasil se está cumprindo essas metas. Dão nota, informando se o País foi aprovado ou não. E essas orientações passam pela estratégia nacional de combate à corrupção e lavagem de dinheiro — que é formada por mais de 60 órgãos e entidades privadas e públicas, que analisam e formulam as propostas de alteração legislativa. Isso vai para o Congresso Nacional, que debate o tema e enxerga que, se não forem aprovadas essas medidas, o Brasil corre risco de retaliação. A propósito, corremos o risco de sofrer retaliação internacional por não ter aprovado uma lei que criminaliza o terrorismo e seu financiamento. Isso está sendo avaliado agora e pode jogar a nota do Brasil lá para baixo. Estamos evoluindo, essa é uma fase. Preci­sa­mos evoluir mais, principalmente na questão do processo criminal, do processo de improbidade, porque isso tem de ter um fim. As pessoas condenadas precisam cumprir a pena, senão teremos escândalos cada vez maiores. E já precisamos arrumar um nome para o escândalo do BNDES, quando ele aparecer, senão a “Veja” vai usar a criatividade zero dela antes novamente, para batizá-lo. (risos)

Elder Dias — O sr. acha mesmo que esse escândalo realmente vai aparecer? É uma bomba-relógio, questão de tempo?
Sim. Nos próximos dois anos, talvez até antes. Digo isso porque já existem ações do Ministério Público Federal exigindo acesso a essas informações. Algumas dessas ações já foram julgadas em primeiro grau e nós ganhamos. A Justiça Federal, em Brasília, mandou o BNDES colocar tudo na internet. Houve um recurso interposto e essa decisão não pode ser executada enquanto esse recurso não for julgado. Teve também uma determinação do TCU para que o BNDES encaminhe ao órgão os processos de concessão da JBS-Friboi, mas o BNDES disse não. Agora, o TCU ameaça multar o presidente do BNDES [Luciano Coutinho] se não houver o encaminhamento. Para não ser multado, ele terá de ir ao Supremo Tribunal Federal pedir salvaguarda contra a ação do TCU. Então, o STF vai decidir se o TCU deve ou não ter acesso a isso. O STF provavelmente decidirá que deve ter, porque é dinheiro público e a Corte tem reiteradas decisões no sentido de que não há sigilo bancário quando se trata de dinheiro público. Aplicando essa jurisprudência, quando o TCU perceber o que há ali, a bomba vai estourar.

Elder Dias — Saindo do foco de trabalho, o que costuma ler? Quais são seus hobbies?
Esse tipo de perguntas eu não respondo. Não falo sobre questões que dizem respeito à individualidade. Já dizem que eu sou um procurador que gosta de aparecer, que, se eu acordo de noite e vou à geladeira e vejo aquela luz na minha cara, começo a dar entrevista para o refrigerador (risos). Falo sobre os assuntos os quais a gente falou. Você me segue no Twitter e percebe que não coloco nada sobre a vida pessoal — no máximo, alguma coisa sobre futebol. Agora, questões como filmes que eu gosto de ver, livros que estou lendo, se eu gosto de vinho ou não, para onde gostaria de viajar, isso é muito bom para quem é celebridade da revista “Caras”. Não é meu caso. Minha vida particular é muito pouco interessante.

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O pesadelo do Lula e de Dilma foi o de Aécio vencer as eleições e trocar as Diretorias de B.Brasil e do BNDS, com a consequente mostra dos desmandos administrativos.

Antonio Soares de Sousa Sobrin

José, Pode ser que você tenha razão, mas o pesadelo poderia ser porque perdendo a eleição as coisas erradas continuariam debaixo do tapete.

O PT não tem medo de as coisas ficarem em baixo do tapete! Ele é uma farça e rouba mesmo, e vai roubar emquento puder!

Tbm não quer dizer que o PSDB jogaria tudo no ventilador!

farÇa escrito errado. vc come cocô? completou o 2 grau imbecil?? hahahha Aécio é um cancer pra humanidade. é uma questão de honra ve-lo morto

Ele errou a escrita, tu o caráter. E ainda acusa outro de ter comido o que tem em abundância na cabeça…

O Brasileiro deveria ter medo era de perder a Petrobrás principalmente nos moldes em que perdeu a Vale.

Paspalho, o Brasil já perdeu tudo que tinha de perder com o pt no poder. O maior escândalo de corrupção da história da humanidade, segundo analistas internacionais. Quando deveríamos estar colhendo os frutos, estamos pagando o preço da corrupação sem limites de uma quadrilha que faz de tudo para permanecer no poder…A vale está com valor de 190 bilhões enquanto a Petrobrás está com o preço menor que um aplicativo de celular, o UBER, estimado em 41 bilhões enquanto a Petrobrás 40…

o maior escandalo da historia da humanidade foi A PRIVATARIA TUCANA e depois o BANESTADO pra lavar o dinheiro dela. PSDB, FHC, AECIO. Ninguem fala de FURNAS, DO METROLAO E DA PARTE DO PSDB NO PETROLAO…

O pesadelo do Lula e Dilma do Aécio vencer é que iam perder a bocada pro partido concorrente.

fato

COMO VOCÊ AGIRIA: SE CHEGASSE EM CASA ENCONTRASSE A TUA MULHER NA CAMA COM OUTRO HOMEM. CONTINUARIA COM ELA, OFERECENDO AS MESMAS MORDOMIA. ESSE É NOSSO BRASIL, VOCÊ ACHA QUE LULA E DILMA VOLTARÃO PARA SER BONZINHO, ELES E OUTROS FORAM MASSACRADOS E HUMILHADOS NA DITADURA E AGORA É A VEZ DELES (PISAR E HUMILHAR EM TODOS – BRASIL)

Não entendi. Aécio venceu as eleições?

CONVERSA FIADA, AÉCIO é do mesmo time deles, só troca a cor da camiseta

Em que estado do Brasil você mora?
Você conhece Aécio? De onde?
Ele é pesadelo de gente!

Quero ver o dia que ocorrer uma auditoria ou uma investigação no BNDES… E ai o PSDB explicar as privatizações do governo Fernando Henrique, “o santinho do pau oco” e o financiamento de obras no exterior, etc. do governo do PT, Dilma Russef “o diabo de saia” e Lula “o demônio barbudo”.

Sei que não está defendendo o PT, mas há aqueles que o fazem se baseando nos governos anteriores. Por isso eu digo: quem defende o PT dizendo que ele rouba porque outros roubaram também, pode vir a morrer por um assassino que utiliza a mesma desculpa.

Sei que não deve ser assim Eduardo, mas desde quando é legal ver um viado xingando uma puta? Além disso, são nos comparativos que achamos quem pelo menos fez pior ou melhor… eu por exemplo desconheço um Brasil que já foi melhor do que o de hoje.

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 80 bilhões em propina kkkkkkkkkkkkkkkkk
e vc acha pouco eu ter que pagar todo mês imposto de rendca retido na fonte e todo ano mais 5 mil reais de impostos na declaração para financiamentos em outros países. Vc deve ser muito é burro mesmo.

Por que chama ele de burro? Comparações devem ser feitas sim e em épocas anteriores ao governo atual já pagávamos muito Imposto de Renda (quem tinha renda, óbvio, já que era menor do que hoje em dia) e nada era revertido, tudo era roubado. Nada muito diferente do que acontece hoje. Não que não devamos nos revoltar contra as tramoias do governo atual, de forma alguma, mas acreditar piamente que o governo anterior, completamente blindado pela mídia, é a solução dos problemas é um retrocesso medonho. Os miseráveis que hoje recebem uma “esmola” pra comer nem isso recebiam em governos… Leia mais

Heinnnn…?

Adriano, essa investigação já houve. Lula quando assumiu virou e revirou a vida e a atividade do Mendonça de Barros, que foi o coordenador do Programa Nacional de Privatização. Não só não encontrou nada, como o Mendonça de Barros ainda ganhou indenização por danos morais. É inacreditável que depois de todo esse escândalo do petrolão, ainda haja gente questionando as privatizações. Você acha que na Vale, Embraer, CSN, Usiminas, etc., estaria acontecendo alguma coisa diferente do que está acontecendo na Petrobrás? O Brasil deve agradecer eternamente a FHC pelas privatizações, senão já estaríamos no mesmo buraco de Venezuela e Argentina.… Leia mais

EXCELENTE COMENTÁRIO. OS CARAS PARTIDÁRIOS DO PT, GERALMENTE SÃO CEGOS, SURDOS, E BURROS. DANDO UM EXEMPLO SIMPLES, COMO A VALE. ESTÁ VOANDO EM CÉU DE BRIGADEIRO. IMAGINEM SE TIVESSEM PTISTAS INFILTRADOS LÁ DENTRO.. NÃO SE VENDERIA NEM UMA PEDRA SEM COMISSÃO. E A EMBRAER, QUE ESTÁ VENDIDA ATÉ 2020, COM BILHÕES EM CARTEIRA? OS PETISTAS IRIAM QUERER PARTICIPAR ATÉ DO RONCO DOS MOTORES. ESSE CANCER TEM QUE SER EXTIRPADO NO PEITO!!!

FALOU TUDO E MAIS UM POUCO. PTRALHAS LADROES TEM QUE LEVAR BALA!!!

O Interessante é que consultando o TSE, o partido com mais fichas sujas ainda é o PSDB.

A sua Vale, depois de privatizada, está sendo investigada, pelo Ministério do Trabalho, por trabalho “análogo” à ESCRAVIDÃO… E isso não me permite CRER que a Vale está “VOANDO EM CÉU DE BRIGADEIRO”. Creio mesmo é que estamos PERDENDO, dia após dia, grande parte da riqueza que, FISCALIZADA EFICIENTEMENTE, deveria servir para ELEVAR a qualidade de vida dos BRASILEIROS, e não a dos MEGA-INVESTIDORES internacionais…

Ah tá… Você tem uma empresa e encontra um funcionário te roubando você vende a empresa? Comparando com o que era a Petrobrás dos anos antes do PT, ela era um tiquinho de nada do Brasil. Hoje é a maior petrolífera de capital aberto do mundo. Se a Vale estivesse aqui seria muito maior ainda. Até hoje não dá para entender que uma empresa avaliada em 98 bi USD, produzia anualmente 10 bi USD, foi vendida por 3,3 bi USD. Não dá para acreditar nisso memso…

Vc naõ sabe mesmo ou finge desconhecer,que uma das reformas macroeconômicas,foi a quebra do monopólio da Petrobrás que atraiu tanto investidores nacional quanto internacional,gerando a descoberta do pré-sal….Vc já viu uma empresa crescer sem investimentos? Vai se informar cara! Basta ver como está o país e a economia..!

A quebra do monopólio reduz as expectativas de lucro, uma vez que foi aberto espaço para o concorrente, não ao contrario. Voce raciocina com a cabeça de outra entidade.

E o seu raciocínio é de qual entidade? Da CUT ou do PT?

Ah! Quer dizer que a estatal que valia 100 bi vendida por 3 bi e nao teve nada? Parabens!

Explica aí…queremos entender,como um presidente recebe a maior estatal do país na 12ªposição no ranking internacional e após tanta lambança,esta despenca para 140ªposição e entra em queda vertiginosa de valor de mercado e amarga dívidas gigantes em dólar…?!

Voce tem a cabeça da glogo. Esquece que quando voce investe para crescer e aproveitar as oportunidades do futuro você se individa.

O “investimento” da Petrobrás foi feito por empréstimos do BNDES (entre outros). Este captou recursos do Tesouro Nacional, obtidos pela emissão de títulos da dívida pública, que hoje paga mais de 15% ao ano d ejuros.

Adriano eu também gostaria de ver este dia chegar , mas neste nosso País nada acontece com estes Bandidos Políticos , que só pensam e enriquecimento Ilícito , Deus dá o poder para um Líder seja qual for a entidade a liderar, para fazer o bem aos pobres necessitados , aos trabalhadores honestos , aos idosos , crianças desamparadas e em fim conduzirem o propósito de Deus aos Seus filhos que um dia foram salvos com o sangue de Seu único Filho , mas fazem tudo ao contrario só pensam em Si próprio , mas um dia a casa vai… Leia mais

Ou se passa o Brasil a limpo, ou estaremos fadados a uma possível revolução civil

O povo brasileiro não tem mais essa capacidade…mas espero estar enganado!

O povo não perdeu a capacidade de revolução, mas perdeu o poder para fazer a revolução com a lei do desarmamento… hoje só quem tem arma é a policia (controlada pelos governantes), o exercito (sucateado pelos governantes, após o regime militar e por reflexo dele) e os bandidos (muitos políticos também se encontram aqui)….

kkkkkkkkkkk gostei deste comentário

Acredito nesta hipótese …. a guerra civil é inevitável, pois o PT se envolveu tanto em corrupção , que eles não podem nem pensar em sair do poder … seria no fim do PT, a prisão do Lula e da Dilma e muito mais …..
Só sairão com revolução …..

Concordo e a hora é agora!!!

“Agora”, quando? O que está acontecendo agora?

Quando a crise se tornar insustentavel e a inflaçao se elevar ainda mais, eu nao subestimaria a hipotese de guerra civil.

Já vivemos uma guerra civil,apenas não declarada…!

E vocês, vão assistir de camarote w tirar o rabo da reta, quero ver fazer, falar é fácil, tem de acabar toda a classe politica, milicos metidos a besta, pena de morte em praça pública, não salva um, e tem mais: só fica revoltado por que não pega uma fatia do bolo.

É fácil dizer isto sem consultar os anais do TSE…se eu fosse você e e nome da verdade consultaria o TSE para ver quem tem mais fichas sujas entre os partidos.

Sugiro que vocês realizem um debate sobre o financiamento de campanhas eleitorais. O financiamento público puro e simples é muita ingenuidade, pois atende os interesses dos partidos que têm maioria, ou seja, seriam eles os beneficiários da maior parte dos valores pelo fato de terem bancadas maiores. É isso que o PT quer. Mesmo tendo o revés que tiveram (redução da bancada de deputados federais e estaduais), o partido ainda, assim, continua com uma das maiores bancadas. Mesmo com financiamento público, o caixa dois continuará. Essa solução não pode ser tão simplista. É preciso debater com mais profundidade o assunto.… Leia mais

LAMA, LAMA E MAIS LAMA ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !

Pelo que entendi ele propõe campanha boca a boca… sem comerciais. Ele não considera que o dinheiro gasto na produção de comerciais cai no mercado que move a economia… quem ganha com isso é a população.

Também aposto nisso!

Fantástica entrevista!

Tem coisas boas sim, mas tem coisas ruins também no que propõe. No final para se baratear tanto na produção de comerciais, vai acabar sendo campanha boca a boca… ou o povo trabalhando de graça… trabalho escravo etc.. o governo tem mesmo que gastar, desde que honestamente, com a população para fazer o dinheiro entrar de volta no mercado e mover a economia… ou vamos virar comunistas?

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Sinceramente? deveriamos ter muitos, centenas , milhares de homens assim como esse procurador federal.

Muito boa entrevista! A maior parte sao coisas que sabemos ou pelo menos desconfiamos mas dito por quem esta ” por dentro” das informacoes so nos faz ainda mais curiosos pelo que existe por exemplo no BNDES. A mentira dificilmente permanece por muito tempo escondida. Para o bem do pais gostaria de um dia ver estas malversacoes virem a tona.

Muito positiva as posições do Procurador. Confiar é preciso…

Se comparado com os motivos que causaram o impeachment de Collor, foi apenas o custo de um cafezinho num bar, em relação ao que estamos assistindo, contudo, preferimos ficar no safá assistindo a tudo.

Onde estão os caras pintadas que naquela época a maioria era jovem e agora já adultos? Mudaram tanto seu comportamento que não defendem mais a ética e a dignidade na vida de um País?

Estão jogando no mesmo time com o senador Lindenberg do PT, famoso cara pintada na época do Impeachment do Colo.

cara pintada é so presidente?????…. e os governadores corruptos que nadam de braçada…. fazem o que querem é muita demagogia pro meu gosto… estas empresas alvo de escanda-los são as mesmas que bancou quase ou todas as campanhas pros governos estaduais. e fortes tambem nas eleiçoes dos deputados federais e estuduais..senadores..o que leva uma empresa doar 1 ou 10 milhoes numa campanha????? o cachoeira mandava ou manda aainda não sei em muitos orgãos do estado e ta solto .. só o Demostenes que era amigo o resto vazou, virou as costas.. A corrupção se alastrou é serviço trocado e povo… Leia mais

Caras pintadas estão nas ruas, já fizeram algumas passeatas. Só que, diferentemente daquela época, hoje quem está no governo não tem interesse na queda do mandatário!

Bastou o Collor desobedecer a Globo.

OS CARAS PINTADAS ERAM DIRIGIDOS E INCENTIVADOS PELO PARTIDO TRABALHISTA …

Parabéns doutor! Precisamos de homens/autoridade como o senhor para proteger o nosso País dessa corja suja de corruptos que, sem escrúpulos e sem limites, acrescido de falta de vergonha na cara, destroem a nossa dignidade e a esperança de termos orgulho de sermos brasileiros!

Se abrir o sigilo no BNDS, o partido do governo e a base aliada estarão em maus lençóis, com relação às últimas campanhas.

Meu amigo, o maior roubo, dos tempos hodiernos, não foi o MENSALÃO, o CACHOEIRA e muito menos o que poderá surgir no BNDS. O maior escândalo de todos os tempos, vai ser quando adentrarem na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, principalmente o das “LOTERIAS” e as das casas da Dilma, intitulada de MINHA CASA MINHA VIDA. Aí a OMC e a ONU, provavelmente é quem ira tomar as providências. Aos poucos, a credibilidade internacional do nosso PAIS, está macheando para sair do topo para a base. É como a música de Morais Moreira: … LAVEM O BRASIL DESCENDO A LADEIRA…

Elementos dentro da esfera de influência da ONU, que a tornam mais fraca do que o antigo Império Romano. Que é a própria” humanidade”, ou povo. O povo mina a capacidade da ONU de agir com força ou dureza comparável à do ferro. Também, ideologias contrárias e apertados resultados eleitorais que não produzem uma clara maioria têm enfraquecido a base do poder até mesmo de líderes populares, de modo que eles não tem plena autoridade para implementar seus programas de governo.

AFIRMATIVO! LOTERIAS, CORREIOS, PORTOS, AEROPORTOS, ESTRADAS(PEDÁGIOS), BNDES, BANCO DO BRASIL, E PRINCIPALMENTE ESSA FÁFRICA DE PROPINA QUE É O MINHA CASA. SÓ NÃO ENTENDO COMO ESSE CARA AINDA NÃO FOI INTERPELADO PRA FALAR NA PF. É BLINDAGEM FORTE!!!

Concordo com você Paulo Antônio Bondan , é isso mesmo…!!!!

Parabéns procurador Hélio, Vossa senhoria e o Juiz Sérgio deveriam trabalhar juntos, a cahorrada do Brasil ia fugir tudo para Cuba,com medo dos senhores,e eu também vejo o BENDES como o maior escândalo que a república há de ter.

Leiam o que este procurador fala. É grave muito grave,

Eu ainda não paro no BNDES,,, Incluiria na lista o BB e a CEF…

Na boa!!! todos deveriam ver esta matéria, muito esclarecedora acerca do que está por vir. Mas parece que os brasileiros, na sua maioria, estão satisfeitos. Isto aqui deveria ter no mínimo, a esta altura, mais de mil comentários. O Brasil merece ter mais pessoas tão empenhadas na luta contra a corrupção, quanto este procurador e o Juiz da Operação lava jato.

MILITARISMO JÁ, MORALISMO JÁ, MUDANÇA URGENTE,PARA QUE O PAÍS MUDE O RUMO DA DECADÊNCIA MORAL,PATRIÓTICA E DIGNIDADE HUMANA…

MAIS UM QUERENDO APARECER.

Acho muito bom ele ficar na dele. Porque tudo que se começa a investigar como grande escândalo SEMPRE acaba no Reino da Coxinholândia. O resto a gente já sabe.

Começam a surgir nas investigações as cabeças do PSDB/DEM, figuras como Aécio Neves, FHC et caterna e vem a mídia golpista abafa e não publica. Vemos este filme toda hora.

Sossega teu facho, cabara da peste, porque vai acabar sobrando para você. Vocês só dão bola fora. Como de praxe.

Dilma Rousseff , o governo que mais investiga a fundo a corrupção nesta nação.

Sem mais,

Vi Meirim

COMO VC PODE TER CORAGEM DE FECHAR OS OLHOS PARA ESSA BANDIDAGEM TODA? É IGNORÂNCIA OU TOLICE SIMPLESMENTE?

Petralhista detectado!

Em relaçao a PresidANTA:
Os brasileiros deveriam se unir e pedir a renúncia desta senhora, levando consigo toda esta corja de ladrões que está dilapidando toda uma história de uma nação que, mesmo historicamente corrupta, nunca foi tão humilhada por estes nefastos políticos desavergonhados

A PF não é independente. Ela está subordinada ao Ministério da Justiça que é subordinado ao Planalto. No entanto, em agosto de 2013, a Dilma assinou a autonomia investigativa da PF. A partir dai, e doa a quem doer, aquilo que antes era engavetado tornou se público e punível. A partir dai querem tirar a Dilma para acabar com as investigações porque sabem que tudo será investigado e nunca mais engavetado.

Vi Meirim, quanta ignorância. Vc acha que conhece mais desse assunto do que este procurador? Vc não acabou de ler que esta investigação não tem nada a ver com mando ou desmando da PresidANTA Dilma? Como vc tem coragem de defender esta presidANTA??? Capaz de alguém até pensar que vc está ganhando algo por fora. Os escândalos do metrô de SP também estão saindo na mídia todos os dias, e também será investigado, se Deus quiser, e doa a quem doer. Dilma Rousseff, o governo mais sujo do mundo!

Eu posso não saber mais do que esse procurador, mas a ele não cabe legislar, e se entendi ele não tenta legislar, ele sugere isso ou aquilo… com as quais eu concordo em parte e discordo de outras. Quanto à Dilma Rousseff ela se tornou a mais suja no mundo a partir do momento em que ela fez uma lei que deu autonomia investigativa à PF… dai estão descobrindo as sujeiras dela na Lava Jato de quando ela era presidente do PSDB, do Ronaldo Caiado quando a Dilma era do DEM, Do Aécio quando ela era presidente de Furnas, Do… Leia mais

O GOVERNO QUE MAIS ROUBA JUNTO COM LULA, tanto o PT, PSOL,PC do B, PDT, PMDB e o PSDB deveriam ser extintos como partidos, pra isso, intervenção militar já, pra prender toda a corja de atuais políticos e as altas cúpulas do STF e TRE

concordo e assino embaixo militarismo já

EU assassino embaixo e encima… tanto faz desde que o cabra seja morredor.

não adianta extinguir nada, pois nascerá outro ali do lado, e com as mesmas sementes e talvez mais viçosa ainda.

Exato, é um problema cultural de dentro da sociedade para a ocupação dos cargos políticos… mas tem muita gente aqui que são jovens e não sabem o que rolava no período militar. Os militares, exceto o General Amaury Kruel, não ficaram ricos, os banqueiros e os Malufs sim… nunca rolou tanta corrupção quanto noas anos dos militares, mas se alguém denunciasse, podia perder a vida. O Kreul, hoje se sabe, recebeu 4 malas cheias de dólares da CIA entregue a ele pelas mãos do presidente da FIESP daquele tempo, para trair o Jango.

Que ideia mais besta! O Brasil não tem conserto à curto prazo nisso não!! Isso tem que ser resolvido dentro das famílias e campanhas de conscientização ética. Mas no Brasil o pai ensina corrupção para os filhos… no Brasil o povo joga lixo nas ruas e culpa o prefeito pois a cidade está suja!!! Cai na real, o político vem da sociedade…

vi , seu problema é que voce não vê nada ! igual aos outros como voce que não vê nada e não sabe de nada ! enfia a cabeça na areia como avestruz e não vê nada , Acorda criatura e abre o olho para ver o que acontece a sua volta e para de acreditar e repetir as bobagens que o PT fala !

Para estar defendendo o governo Dilma só pode estar sendo sustentada por ela; seja por bolsa família ou por desvio de dinheiro. Brasileiro é egoísta, o país pode estar passando fome, mas se o dele estiver garantido, que se lasque o resto!

Pseudo-intelectual achando que ainda existe a ideologia neo socialista do PT. Deve viver no mundo da alice no país das maravilhas essa tapada.

KKKKKKKKK, Tem que estudar mais a lei Vi Meirim a DPF e um órgão independente e tem poder de investigação, não vou entrar em detalhes, mas por que você acha que ela quer estipular uma lei que ela como presidente possa indicar os delegados? kkkkk, é por que assim ela teria o controle kkkkkkkk. Para Falar alguma coisa primeiro tem que saber em Vi Meirim.

Mas ela criou essa lei (não lembro o nº) e o Congresso aprovou. Eu li isso na Internet acho que no final de janeiro/2015. Por favor, busquem no GOOGLE. Não sei se atinge os objetivos dessa Senhora, mas que ela já criou a lei, infelizmente, já criou.

como digo eu, vixe. O bom seria se tivesse cadeia para receber todos e começar do zero, mas a utopia é um devaneio apenas na cabeça de alguns. O delegado quando investiga ele tem que saber que não deve nada para não se pego de calça curta, o que não é o caso de sua presidente e comandados, não é verdade. Então quem tem que ficar na sua é vc.

Maravilha de entrevista, do começo ao fim, muito bacana!

povo brasileiro vamos nos unir e por pra correr esse bando de corruptos a comecar pela presidenta e seu capanga vulgo lula e todos os demais desse partido maldito pt quer dizer partido terrorista nos nao merecemos isso;

Estamos precisando de um milhão deste exemplar brasileiro, faço sou sua mais nova seguidora. Quem me acompanha?

Excelente entrevista

Detesto ter que corrigir, mas o maior escândalo deste tipo foi o do S&L nos USA nos 80 e 90. Um bail-out de centenhas de bilhões de dólares. Googla: “S&L scandal”

Paolo, O escandalo do S&L custou ao contribuinte americano $160bi, com $132bi vindo diretamente do contribuinte (General Accounting Office). O escandalo da Petrobras ainda nao lfoi apurado completamente e talvez nunca consiga ser apurado. O prejuizo podera crescer muito aqui nos EE UU se as acoes movidas por portadores de acoes conseguirem provar que houve ma-fe na divulgacao de resultados financeiros. De 2008 ate hoje, a Petrobras perdeu R270bi de seu valor ($83bi e quebrados). O maior problema e a investigacao da SEC da tramoia da compra da refinaria de Pasadena. Se for comprovado que houve bandalheira, a Petrobras poderia… Leia mais

reforma politica ja!

Homem público diferenciado, da melhor espécie.

Muito bem explicado!!! Nada de IMPEACHMENT, a solução é INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS JÁ, é o que venho pregando há três anos, pau na cachorrada de duas pernas.

por menos joão goulart foi deposto, já passou da hora, mas até a cupula das forças armadas tb esta corrompida pelos ptralhas

#ForaDilma
Chega de PT e seus corruPTos!!!
Rendo minhas homenagens a uns poucos homens sérios na casa da mamata que é a Justiça Brasileira: Joaquim Barbosa, Sérgio Moro e Helio Telho Corrêa Filho

Graças a Deus que temos Dr Fernando Krebs… Dr Márcio Toledo… Dra Renata Dantas. Dr Érico de Pinha.. Dra Zulamita…e entre outros advogados, promotores , juizes, procuradores, ministros e etc…. honrados ao cargo, combatem a corrupção e não se incurvam diante de bandidos politicos que outrora tem aval de juizes …. Quem sabe se começando na esfera federal tambem não investigem a fundo de tamanho rigor a esfera estadual… como venda da celg e seus emprestimos bilhionários… a saneago com venda do esgoto pra odebrecht… as OS na saúde…. Temprorizando a PM de simve.. As prefeituras e etc.. tantos outros….… Leia mais

Em pensar que ainda existem pessoas defendendo essa corja, buscando histórias dos tempos de FHC, como se com isso fosse possível amenizar esse caos instalado no País! Mais ou menos…..todos roubam logo porque não continuar?????? VERGONHA, VERGONHA…..QUE LIXO!

ESSE PAÍS VAI FALI DE VEZ NAO TEM COMO EVOLUI COM TANTA CORRUPCAO

Eu acho que no mundo nao Existe Pais mais corrupto que o Brasil (PT)

Parabéns, Dr. Helio Telho Corrêa Filho! O povo goiano acompanha de perto seu digno e respeitável trabalho, que busca depurar as instituições e os órgãos públicos do Brasil!

Adriano ou seja lá quem for que queira defender o ROUBO e ERROS de uma QUADRILHA que esta ACABANDO com uma nação e fala de Partidos , “partido ” esta o BRASIL, por culpa de pessoas corruptas e de um povo que se deixa levar por aparências. acabou as eleições e tudo voltou pior do que estava, e o pior é que tem vários idiotas que defendem os bandidos que estão no poder. Infelizmente para que ocorra uma mudança definitiva no brasil é ocorrendo uma intervenção, o pior é ver o brasil e brasileiros serem esquartejados por um bando de… Leia mais
“Partido que tiver candidato vai usar seu tempo de TV para fazer a propaganda desse candidato; quem não tiver candidato não terá tempo. O tempo dos partidos que não tiverem candidatos será distribuído para todos os outros partidos que apresentarem candidatos. Assim, teremos uma eleição mais democrática, (…)” Então, se pequenos partidos se aliassem nunca poderiam juntar forças. Esse procurador precisa de mais humildade. Ele não tem todas as respostas e tem que estar aberto. Cada assunto tem seus profissionais. É preciso respeitar os bons políticos. Sabemos que o poder mais corrupto é o JUDICIÁRIO, mas nem por isso devemos… Leia mais

MUITAS SÃO AS NECESSIDADES PARA QUE SE TENHA UM GRANDE PAÍS. A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL DE QUALIDADE PARA TODOS SEMPRE FOI TIDA COMO A PRIMEIRA DELAS, MAS, PARECE-ME, SEM UM JUDICIÁRIO REALMENTE INDEPENDENTE E JUSTO CONTINUAREMOS SENDO APENAS UM PAÍS GRANDE. E OLHE LÁ!…

Lembram quando era difícil pegar financiamento porque esbarrava na burocracia. Agora é fácil tirar dinheiro, e aí……….

As burocracias na época de outros governos só eram pra pequenas e médias empresas, mais para as grandes sempre aconteciam de formas faceis. A burquesia FEDE!

Até parace que as regras que acontecem hoje no BNDS foram feitas pelos governos Lula e Dilma do PT. Essas regras já existem a muito tempo, e nunca foram acompanhadas por nenhum orgão federal ou de auditoria! agora vem um aproveitador querendo se aproveitar de uma situação na petrobrás para diserminar falsos argumentos. por que ele não foi cão de briga em outros governos, como por exemplo no do PSDB. Partidário é isso que ele é!

ATENÇÃO REDAÇÃO … Procurador Federal é diferente de Procurador da República: Procurador Federal é cargo integrante dos quadros da Advocacia-Geral da União, que representa as autarquias e fundações federais. Procurador da República (como é o caso do entrevistado) é membro do Ministério Público Federal.

Á MINHA PERGUNTA É PARA O SR° PROCURADOR. O SR° TEM ALGUMA COISA Á DIZER DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. QUE NÃO QUER CONCEDER APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO COMUM E INSALUBRE . INDEFEREM O PEDIDO E PEDE PARA O SEGURADO ENTRAR COM RECURSO, ISTO ESTA ACONTECENDO NO BRASIL EM GERAL. SE O SR° TIVER UMA RESPOSTA SOB O ASSUNTO QUESTIONADO POR FAVOR PROCURE Á IMPRESSA MILHARES DE BRASILEIRO VAI TE AGRADECER.

Ainda quero ver o lula e lulinha saindo na viatura da policia federal em 2015!!!

Ainda quero ver o lula e o lulinha na viatura da policia federal em 2015!!!

VAMOS REFORMAR E AUMENTAR O PRESÍDIO DE ILHA GRANDE, POIS SÓ LA VAI CABER TANTOS BANDIDOS DE COLARINHOS BRANCOS, E VAMOS FAZER UMA CELA ESPECIALL DE 2,00X2,00 MTS. PARA O CHEFÃO QUE TODOS CONHECEM!!!

O MINISTÉRIO PÚBLICO TAMBÉM DEVERÁ AUMENTAR O NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS CAPACITADOS, OU VÁRIOS PROCESSOS VÃO MORRER NAS PRATELEIRAS!!!

É muito triste saber que o futuro deste país está indo por água abaixo, é muito triste saber que o futuro de muitas crianças está com um grau de comprometimento muito grande, devido a falta de vergonha na cara, moral, ética e descencia de nossos governantes em todos os níveis. E as nossas leis não permitem que os mesmos sejam julgados e condenados, não só os políticos mas todas as pessoas que praticam crimes e ficam impunes. Os praticam por saberem que as penas são brandas e pessoa com índole de mal caráter não tem amor próprio e muito menos… Leia mais

Uma entrevista para ser guardada. Muitas verdades, esclarecimentos cabíveis de análise profunda. O caos se deve ao sistema e a falta de valor ao voto. Democracia só de fachada, o poder aquisitivo é o condutor; hora de uma revolução cultural plena. Parabéns! Entrevista excelente.

Pelo que me parece, precisamos é de uma nova constituição e uma ampla reforma política, começar do zero. Extirpar toda essa corja de políticos corruptos que há no Brasil.

É um absurdo o BNDES negar acesso ao que faz com o dinheiro público, pois é uma obrigação prestar contas do que está sendo feito com esse dinheiro.

Me digam, o que a gente faz meu povo sobre escândalos a cada semana agora. No ramo q trabalho muitos estão indignados com a Dilma na presidência. Eu tb. Me digam nesse Brasil onde vamos parar. Deveriamos ter uma vida digna mediante tantos impostos, mas ao contrario ficamos observando eles roubarem tudo de “nós”que pagamos imposto caríssimos.

BNDS abriu os cofres para empresa oderbrecht, para fazer obras internas e no exterior, inclusive para aquisição de empresas na areá química. sera que não caberia uma investigação do Ministério Publico.

O colega dele Demostenes Torres era assim IGUALZINHO a ele.

IGUALZINHO, IGUALZINHO AO DEMOSTENES TORRES.

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