Irmão e cunhada da dupla Zezé di Camargo e Luciano devem disputar as eleições deste ano

Clauce Camargo e Wellington Camargo vão tentar concorrer ao pleito com apoio da família; Welington, inclusive, foi eleito deputado estadual pela sigla há 20 anos

De volta a Goiás e às urnas, o ex-deputado estadual Wellington Camargo retornou ao PSDB para concorrer a uma das 41 cadeiras da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Ele vai tentar chegar ao posto novamente, após ser eleito em 2002 com 23.249 votos e depois de ter perdido a reeleição pelo MDB, com 13.645 votos, no ano de 2006. Dessa vez, no entanto, ele não estará sozinho. Além dele, a família Camargo contará com Clauce Rodrigues de Godoi Camargo (PSDB), que é casada com o empresário Emanoel Camargo, outro irmão da dupla Zezé di Camargo e Luciano. Ela também deve tentar ser deputada estadual por Goiás e pelo mesmo partido de Wellington.

Wellington retornou ao PSDB após passar por sete siglas. Esteve no PSC, MDB, PT, PTB, Cidadania e Republicanos, último partido ao qual o político esteve filiado. O político, que é cantor gospel, garante que terá o apoio dos irmãos famosos neste pleito. “Como sempre fizeram [nas últimas tentativas de Welington Camargo]”, diz. Ele também foi candidato nas eleições de 2020, quando concorreu a vereança pela cidade de São Paulo, além de ter tentado ser deputado federal pelo PT em 2010. O político, porém, só logrou êxito em 2002, pelo PSDB.

O retornou à sigla, segundo ele, reflete o desejo de voltar a ser representante do povo por um partido com o qual se identifica ideologicamente. O convite à filiação partiu do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que é o presidente do diretório regional da legenda. Sem mandato, Wellington se dedicou à música, à saúde e aos negócios da família. Ele, inclusive, gravou novos discos e fez shows.

O político foi submetido a uma cirurgia para corrigir uma escoliose gravíssima, no final do mês de janeiro, e também está com um exoesqueleto em processo de fabricação para que Welington Camargo volte a ficar de pé pelo menos oito horas por dia. “O exoesqueleto já está em processo de fábrica e, assim como a cirurgia, vão me ajudar a andar e ter melhor qualidade de vida”, conta.  

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