Vídeo: Estudantes ocupam reitoria da UFG após denúncia de estupro

Protesto em solidariedade à vítima de estupro e por mais segurança na universidade foi organizado pelas redes sociais e reúne centenas de alunos da instituição

Alunos em protesto direção ao prédio da reitoria | Foto: reprodução / Facebook

Alunos em protesto direção ao prédio da reitoria | Foto: reprodução / Facebook

Alunos em frente ao prédio da reitoria | Foto: Facebook

Alunos em frente ao prédio da reitoria | Foto: Facebook

Por mais segurança no Campus Samambaia, estudantes da Universidade Federal de Goiás ocuparam no fim da manhã desta quarta-feira (15/6) a reitoria da universidade em um ato organizado através das redes sociais.

O protesto foi organizado depois que um aluno do curso de Relações Públicas denunciou na noite da última terça-feira (14/6), por meio das redes sociais, ter visto uma provável vítima de estupro mas teve dificuldades em encontrar algum funcionário da segurança para pedir socorro.

Os alunos se concentraram no pátio da Faculdade de Comunicação e Informação (FIC) e seguiram em direção a reitoria entoando palavras de ordem e exigindo . A organização do protesto fala em 500 pessoas.

O caso ainda está sendo investigado pela universidade e até agora a vítima não foi encontrada, portanto não existe registro de ocorrência na polícia civil. Segundo a titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), Cássia Mendes, só existe investigação a partir do relato da vítima e consequente exame de corpo de delito feito pelo Instituto Médico Legal (IML).

Mesmo sem a comprovação do estupro, a denúncia serviu para levantar o debate da falta de segurança no Campus II da universidade, principalmente a noite. Os alunos reclamam de falta de funcionários da segurança e iluminação insuficiente. Em protesto eles reivindicam ações da reitoria na investigação da denúncia por meio das câmeras de segurança e medidas para melhorar a segurança para os alunos do período noturno.

Por meio de nota, a UFG informou na manhã desta quarta-feira (15/6) que equipes de segurança estão averiguando as informações, verificando imagens das câmeras internas e realizando rondas para localizar a “possível vítima”. Depois da ocupação do prédio pelos estudantes, a reportagem tentou contato com a Universidade mas não conseguiu até a publicação da matéria.

 

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Moacir Romeiro

Os maconheiros (pseudos estudantes) da UFG exercem pressão na reitoria para que polícia não patrulhe o Câmpus, pois assim o traficantes não são incomodados na hora da venda de drogas.