Vereadores temem interferência de Clécio caso filho assuma Comurg

Na avaliação de alguns parlamentares, não há segurança de que Luan Alves possa fazer o trabalho sem a interferência do pai

Clécio Alves | Foto: Alberto Maia

A avaliação interna da Câmara Municipal é que a indicação de Luan Alves, filho do vereador Clécio Alves (MDB), seria um bom nome para assumir a Comurg, na troca do secretariado conduzida pelo prefeito Rogério Cruz (Republicanos). O problema seria o pai.

Na avaliação de alguns vereadores, não há segurança de que Luan possa fazer o trabalho sem a interferência de Clécio. O emedebista é taxado por colegas como difícil no trato. Além disso, os servidores indicados por ele seriam “perseguidores”.

O prefeito Rogério Cruz realiza mudança no secretariado a conta gotas, tirando alguns nomes ligados ao MDB e colocando outros que atendem a seu grupo político.

O primeiro que caiu foi Andrey Azeredo (MDB), da Secretaria de Governo, seguido de Bruno Rocha Lima (da Secretaria de Comunicação). Na semana passada, Marcela Araújo, da Secretaria de Administração, e Marcelo Ferreira da Costa.

Outro nome aventado para assumir a Companhia é de Rodrigo Melo. Considerado ótima pessoa, mas que “gosta de fazer business”, por isso enfrenta alguns problemas.

Para a pasta da cultura, hoje gerida por Kleber Adorno, o ex-vereador Zander Fábio é cotado.

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