Vereadora critica saúde mental de Goiânia e clama por funcionamento de serviço social

Dra Cristina Lopes (PSDB) revelou que, apesar das inúmeras denúncias feitas, “Goiânia esta andando para trás”

Foto: Reprodução / Câmara Municipal

Depois de publicar uma matéria sobre a situação crítica na Saúde de Goiânia que também tem afetado pacientes com transtornos mentais, o Jornal Opção falou com a vereadora Dra Cristina Lopes (PSDB) sobre o assunto. Em entrevista, ela diz considerar a pauta uma “problemática muito grande desde a legislatura passada”.

“Tivemos, no final da gestão Paulo Garcia [ultimo prefeito de Goiânia], o fechamento de um grande serviço nesta área, o Cuca Fresca. Então, impetramos um mandado de segurança e a denúncia no Ministério Público para que fosse reaberto, mas apenas neste ano é que foi decidido judicialmente a volta do programa”, disse a parlamentar, que adiantou que um calendário já foi construído para o projeto.

O Cuca Fresca é um serviço que deveria funcionar em uma unidade física no Jardim América e que, na teoria, retornou em novembro de 2017 em composição com a Rede de Atenção Psicossocial da capital, sendo aberto a todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) do município e com o objetivo de promover saúde. Além disso, o programa deveria oferecer oficinas de informática, dança, música e artes, além de atividades de esporte e lazer. Porém, segundo a Dra Cristina, nada disso vem sendo feito.

A vereadora avalia que Goiânia está andando para trás no que se refere a saúde e, principalmente a saúde mental. Ela lembra que já atendeu algumas denúncias da população, mas, mesmo encaminhando a todos os órgãos responsáveis, ainda não vê mudanças. “Me sinto paralisada, temos uma gestão que não compreendemos e que coloca a vida de pessoas em risco”, disse.

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