Vereador de Rio Verde é acusado de compra de votos. Ele nega

Denúncia oferecida por ex-funcionário acusa Sargento Ubiratan de corrupção eleitoral. MP ainda investiga o caso

Vereador Sargento Ubiratan

O vereador por Rio Verde Ubiratan Pereira Gouveia, o Sargento Ubiratan, foi notificado pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) a comparecer na 5ª Promotoria do município para dar explicações sobre denúncia por corrupção eleitoral. O vereador teria infringido o artigo 299, que versa sobre a compra de votos, nas eleições de 2016.

A denúncia, feita por Adriano Barbosa, que trabalhou com o vereador durante a campanha, ainda é investigada pelo MP-GO. Estando, portanto, em fase inicial de coleta dos depoimentos e provas. O procedimento foi instaurado ainda no final de 2018 na 9ª Promotoria do município e somente em setembro deste ano o MP começou a dar prosseguimento nas investigações.

Procurado, sargento Ubiratan nega as acusações. Segundo ele, o denunciante criou os fatos para prejudicá-lo. “Fui informando que foi feito uma averiguação da denúncia que não procede. Fiquei perplexo. Ainda mais feita por uma pessoa que trabalhou comigo.  Mas é uma pessoa que está presa por motivo de droga”, rebate.

Sargento Ubiratan diz que é candidato à reeleição. Ele espera a janela partidária para se desfiliar do MDB. “Minha intenção é ir para o PSL, do presidente Jair Bolsonaro, mas também tenho convites de compor o DEM, do governador Ronaldo Caiado, que apoiamos”, diz.

A compra de votos tem como pena a reclusão até quatro anos e pagamento de cinco a quinze dias-multa. Além da perda dos direitos políticos por cinco anos.

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