Vanderlan defende articulação política para driblar orçamento apertado da prefeitura

Candidato do PSB afirmou que, caso eleito, vai se reunir com vereadores para conseguir remanejar verbas para áreas prioritárias de seu plano de governo

O candidato a prefeito de Goiânia Vanderlan Cardoso (PSB) comentou, nesta quinta-feira (6/10), as previsões de que o orçamento de 2017 para o Executivo municipal vai ser apertado. De acordo com o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2017, a previsão é de que ele seja de pouco mais de R$ 5 bilhões.

Segundo Vanderlan, a estratégia para driblar as verbas limitadas é, caso seja eleito, se reunir com os vereadores e tentar prever um direcionamento de verbas para áreas prioritárias do município. “Vamos procurar estar adequando esse orçamento, enxugando e, se possível, fazer um remanejamento para as áreas que tenham prioridade, como por exemplo a saúde, o investimento na iluminação pública, nas creches”, destacou ele.

“Esse remanejamento com certeza, sendo eleito, ainda vai dar tempo de fazer”, disse. “O orçamento vai ser votado em novembro. Caso a gente seja eleito, vamos estar procurando os vereadores – o nosso vice [Thiago Albernaz (PSDB)] é presidente da Comissão de Finanças, o vereador Elias Vaz (PSB), é presidente da Comissão de Constituição e Justiça”, explicou ele.

Para retomar o crescimento, ele afirmou: “Nosso projeto é desenvolvimento, com os polos e distritos industriais, qualificação profissional, coisas que Goiânia, nas últimas administrações não teve”. Vanderlan também respondeu às críticas do adversário Iris Rezende (PMDB) de que ele prejudicaria o meio ambiente da cidade.

“Nós não pregamos esse desenvolvimento a qualquer custo, pelo contrário, a intenção é colocar nosso polo de tecnologia em uma região em que será feito parcerias com as empresas que venham investir nele para recuperar as nossas nascentes e a bacia do Meia Ponte, reflorestar”, contou.

Nesse ponto, ele lembrou que a aliança com a Rede Sustentabilidade, que defende bandeiras ambientais, demonstra seu compromisso com o tema. “Grande parte do que a Rede apresentou para nós já estava no nosso plano de governo, por exemplo, que os polos de desenvolvimento não sejam poluentes”, ressaltou ele.

Quanto às críticas de Iris, ele acrescentou: “O prefeito atual, Paulo Garcia (PT), disse que recebeu quase R$ 300 milhões em dívidas, então ele tem que explicar algumas coisas em vez de ficar preocupado com os nossos projetos, até mesmo copiando alguns deles, como é o caso das regionais, que ele não teve coragem, durante o tempo em que ele foi prefeito, de realmente efetivar”.

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