Vanderlan Cardoso diz que, em Goiás, meta para Bolsonaro é ultrapassar 70% de eleitores

Durante evento de apoio ao presidenciável, senador eleito do PP em Goiás disse que deputado conhece bem o Congresso e vai saber negociar com partidos 

Foto: divulgação

Em evento de apoio ao candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, o senador eleito Vanderlan Cardoso (PP) concedeu entrevista à imprensa e disse que o objetivo e meta durante os próximos dias é trabalhar para que Bolsonaro ultrapasse os 70% de votos em Goiás. “Para isso, eventos como esse e outros que vão acontecer, estão sendo realizados”, declarou.

O empresário também comentou a polêmica envolvendo a campanha de Bolsonaro, acusada de caixa 2 nesta semana, após denúncia de que empresas estariam comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT e de apoio ao candidato pelo WhatsApp. Para Vanderlan, a disseminação se dá por que os eleitores abraçaram o candidato e têm trabalhado gratuitamente para ele.

“Na rua e na internet, o povo tem mostrado que quer mudança apoiando Bolsonaro, ele tem conseguido isso e não precisou gastar quase nada. É o que todos políticos gostariam de ter: uma campanha sem gastos e com apoio da população”, defendeu o senador.

Caso Bolsonaro seja eleito, Vanderlan também acredita na articulação política dele como presidente. “Não será difícil para que ele trabalhe, afinal conhece o Congresso por já estar lá há quase 30 anos. Tenho certeza que ele vai saber negociar com todos os partidos não abrindo mão do que ele defende, como as reformas e outras propostas”, garantiu, reforçando que o deputado federal do Rio de Janeiro terá “votação maciça e chegará em Brasília com a moral grande”.

Estado

Vanderlan também comentou sobre como vê o próximo governo, que será comandado pelo senador Ronaldo Caiado (DEM), em meio às especulações de que o democrata encontrará o Estado endividado.

O senador eleito acredita que, se houver dívidas, elas serão sanadas rapidamente. “Apesar disso, conversei com o atual governador Zé Eliton [PSDB], e ele disse pra mim, e todos presentes na ocasião, que vai passar o governo com quase nenhuma divida, e acredito nisso”, concluiu o empresário, lembrando que, no governo de Caiado, pretende ser independente.

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