Valorização da educação, qualificação profissional e o fortalecimento da indústria são os legados da Fieg

Com uma política de incentivos fiscais, a entidade busca avançar na educação básica e profissional, na potencialização do mercado de trabalho, na promoção da qualidade e da competividade da indústria goiana

Com 70 anos de fundação, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) lidera o Sistema Indústria em Goiás, integrado por Sesi, Senai e IEL, sendo protagonista do processo de industrialização goiana. Com uma política de incentivos fiscais, a entidade busca avançar na educação básica e profissional, na potencialização do mercado de trabalho, na promoção da qualidade e da competividade da indústria goiana. 

Para o presidente da Fieg, Sandro Mabel, a fundação da federação contribuiu para trazer para Goiás uma série de indústrias e qualificar a mão-de-obra. “E neste ano, mesmo com a pandemia, 125 mil funcionários foram treinados para melhorar a vida das empresas e garantir condições desenvolvimento e competividade. Incentivar e ampliar o ensino para garantir a qualificação da mão-de-obra, visando o crescimento, o fortalecimento e a competitividade é o grande legado nesses 70 anos”.

De acordo com Emílio Bittar, empresário, vice-presidente da Fieg e presidente do Conselho Temático de Comércio Exterior (CTComex), a entidade ao logo anos contribuiu muito com os seus filiados. “São serviços prestados de alta relevância em todo tipo de demanda. Somos uma empresa predominante exportadora, eu conto com serviços da Fieg há muitos anos”.

Segundo Emílio Bittar, a Fieg auxilia na emissão de certificado de origem, apoio a exportação e cursos sobre mercado externo e interno. “Isso é muito relevante para os empresários. Além da atuação junto ao poder público em relação aos impostos. Na Assembleia Legislativa e na Câmara de Vereadores, diante das altas cargas tributárias que todos nós empresários estamos sujeitos”.

Em relação a retomada econômica, o vice-presidente da Fieg afirma que o desafio é retomar a produção nas indústrias com combate a inflação. “Nós estamos muito preocupados com a inflação, a falta de produtos e insumos. Por isso com sustentabilidade e investimento na educação, garantindo mais condições para o mercado de trabalho e aumentando a produtividade a competitividade”.

Jaime Canedo, empresário e presidente do Conselho Temático da Micro, Pequena e Média Empresa (Compem) da Fieg, afirma que apesar do Brasil ser atualmente exportador de commodities, o projeto de continuidade e fortalecimento da indústria é importante, buscando viabilizar melhores salários e renda, com investimento na educação e qualificação profissional.

“Os indicadores econômicos fogem ao controle da Fieg. Mas para minimizar esses impactos temos buscado políticas para melhorar o nível das indústrias na área da gestão, automação e inovação”, destacou Jaime Canedo.

A empresária e presidente da Fieg Jovem, Thais Santos, pontua que a instituição tem também apoiado os apoio para os jovens, principalmente, em relação a sucessão familiar e a primeira empresa. “Com a crise econômica e a insegurança causada, principalmente, nos mais jovens, a Fieg apresentou soluções junto com os Conselhos, orientando e ajudando os jovens nessa retomada. A entidade é parceira, contribuindo na troca de experiência e soluções”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.