Vacinação reduz taxas de ocupação de UTIs na maioria dos estados brasileiros

No momento, apenas Goiás, Santa Catarina, Paraná e o Distrito Federal apresentam altas taxas de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva. Goiânia é a única capital que apresenta 90% de ocupação desses leitos

Dados divulgados pela Fiocruz evidenciam que apenas Goiás, Paraná, Santa Catarina e o Distrito Federal estão na zona de alerta crítica. | Arte: Fiocruz.

O avanço na campanha de vacinação no Brasil vem fazendo com que a internação de pacientes com Covid-19 em UTIs caia cada vez mais. Segundo dados do  Boletim Observatório Covid-19, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, nenhum estado brasileiro está com mais de 90% desses leitos ocupados. 

Apenas quatro unidades da federação permanecem na zona de alerta crítica, com mais de 80% de ocupação dos leitos de UTI. São elas: Santa Catarina (82%), Goiás (81%), Paraná (81%) e o Distrito Federal (80%). A maior parte do país encontra-se na zona de alerta intermediária, com taxas de ocupação que variam entre 60% e 80%. 

Pesquisadores evidenciam que a imunização tem sido importante para que as taxas de ocupação de leitos de UTI sejam reduzidas. No entanto, afirmam que as vacinas têm uma capacidade reduzida quanto ao bloqueio de transmissão do vírus, o que faz com que as medidas de distanciamento social e o uso de máscaras ainda sejam indispensáveis. “A preocupação com a possibilidade de surgimento de variantes com potencial de reduzir a efetividade das vacinas disponíveis é pertinente e não pode ser perdida de vista.”, alerta estudo da Fiocruz. 

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