UFG afasta professor acusado de estupro por aluna

Universidade informou que servidor ficará afastado por 60 dias em razão de processo administrativo, que se encontra em tramitação

A Universidade Federal de Goiás determinou nesta quarta-feira (24/1) o afastamento preventivo por 60 dias do professor do curso de medicina veterinária que foi acusado de estupro por uma aluna em maio de 2017.

O caso veia à tona quando a professora Cláudia Graz, que leciona na regional de Jataí da Universidade Federal de Goiás (UFG), disse em relato que uma estudante de veterinária afirmou ter sido estuprada por um professor do curso da mesma unidade, em um apartamento de Goiânia, onde os dois estavam hospedados para participar de um congresso em dezembro de 2016.

Por meio de nota a UFG disse que a decisão foi proferida em razão de processo administrativo, que se encontra em tramitação. Confira a nota na íntegra:

“A Reitoria da Universidade Federal de Goiás (UFG) determinou o afastamento preventivo do servidor do exercício do respectivo cargo público pelo prazo de 60 dias, prorrogável por igual período ou até que se conclua o Processo Administrativo Disciplinar (PAD), com fundamento no artigo 147 da Lei n. 8.112/90.

A decisão foi proferida em razão de processo administrativo, que se encontra em tramitação, observando que o servidor afastado deverá permanecer à disposição da comissão processante, durante o período acima consignado.

A decisão foi prolatada somente agora em função do termo final de sua licença para tratamento de saúde, cujo prazo se encerrou no último dia 24 de dezembro.”

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