Trabalhadores protestam contra Reforma da Previdência e paralisam atividades, em Goiânia

Concentração acontece no estacionamento do Estádio Serra Dourada e segue em carreata por ruas de Goiânia

Foto: Sintego | Cedida ao Jornal Opção

Várias cidades brasileiras realizam atos e paralisações nesta sexta-feira, 22, contra o pacote de propostas que altera as regras para aposentadorias, afetando trabalhadores de várias categorias como a dos professores, que acusam o governo federal de não combater privilégios, além de retirar direitos conquistados historicamente pelos trabalhadores.

Também estão presentes no ato de Goiânia, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg), Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Publico Federal (Sintsep-GO), Movimento dos Trabalhadores Sem-Tet  (MTST), Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (SINT-IFESgo), Movimento Sem Terra (MST), entre outros.

Neste Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, ao menos 78 cidades brasileiras sinalizaram que irão às ruas. Em Goiânia, aproximadamente 150 CMEIs e escolas municipais confirmaram adesão ao ato com paralisação das atividades.

“Não aceitaremos essa reforma da previdência que acaba com direitos do povo btrabalhador de se aposentar um dia. Nós não queremos morrer trabalhando. Esse é o nosso recado”, disse a presidente do Sintego, Bia Lima.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), representantes da rede municipal de educação e demais categorias participaram de concentração no estacionamento do Estádio Serra Dourada. Em seguida, os trabalhadores saíram em carreata pelas ruas de Goiânia com destino à Praça Cívica.

Segundo informações do Sintego, foi realizada uma tentativa de protesto com fechamento parcial da BR 153, mas após intervenção da Polícia Rodioviária Federal (PRF), a carreata seguiu para o centro de Goiânia. Existe a expectativa de que o grupo passe pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), onde a reforma é discutida por membros da bancada ligada ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Está marcada ainda uma manifestação de profissionais da educação com apoio da associação Mobilização dos Professores (MPG), para às 10h, com concentração em frente à Igreja Catedral da Rua 10. O grupo de professores de Goiânia, Aparecida e da rede estadual também seguirão até à Praça Cívica.

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WALLACE

Não vi nenhum trabalhador.

Luizmar

Até entendo que é necessária a reforma da previdência, mas também devem fechar as portas da corrupção e retornando os recursos aos cofres públicos.

Marcelo de Araujo Romão

Esse movimento não representa os trabalhadores, CUT e MTST são apêndices do PT, partido que ajudou a destruir a Nação.