“Tiramos a OAB do fundo do poço e a colocamos em outro patamar” diz Lúcio Flávio

Presidente da Ordem discursou na Câmara de Goiânia nesta quinta (22)

Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

O atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seção Goiás (OAB-GO) e candidato à reeleição pela chapa 1 Pra Frente OAB, Lúcio Flávio, discursou na Câmara Municipal de Goiânia na manhã desta quinta-feira (22/11). Ele prestou contas do seu trabalho à frente da instituição e apresentou os projetos para o próximo triênio (2019-2021).

O presidente da Ordem disse que “não fizemos apenas o resgate financeiro da OAB-GO em nossa gestão. Recebemos uma instituição que estava vendida a um poder político, todos sabem que quem mandava na seccional era o governador do estado. Hoje, nem os nossos opositores negam que temos uma instituição independente. Atualmente, a Ordem só tem um dono, a coletividade goiana”,

“Devolvemos a OAB para o advogado. Hoje quem manda na Ordem é a advocacia de Goiânia e do interior. Nossa instituição estava em verdadeiro abandono em relação a sua estrutura física no Estado inteiro. As salas do interior tinham cadeiras quebradas, computadores velhos e hoje, de Posse a Itumbiara, a advocacia tem uma estrutura digna para realizar suas atividades”, disse Lúcio Flávio.

Sobre o legado das gestões anteriores, Lúcio Flávio explicou que, “tiramos a OAB do fundo do poço e, hoje, estamos em outro patamar”, disse ao destacar que com a reeleição busca continuar o ciclo virtuoso alcançado após o resgate do compromisso com a advocacia. “Conseguimos quitar R$ 21 milhões de um total de R$ 23 milhões em dívidas”, afirmou.

Sobre os projetos para a próxima gestão, Lúcio destacou a defesa às prerrogativas da advocacia: “A Procuradoria da prerrogativa é o grande legado da nossa gestão e será ampliado. Continuaremos trabalhando pela advocacia do interior e contra o retrocesso. Nossa gestão orgulha a advocacia em Goiás e a sociedade goiana”.

“Peço o voto da advocacia presente, para que a OAB continue seguindo em frente. Não queremos retrocesso. As chapas que me antagonizam representam o passado e nos entregaram uma herança maldita. Nós fizemos muito, o céu é o limite para a nossa gestão”, finalizou Lúcio Flávio.

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