Sindicato promete paralisação de frentistas em Goiás

Sindiposto contesta motivos da paralisação e sustenta que setor passa por dificuldades

O Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Goiás (Sinpospetro) realizou um protesto em frente ao um posto em Aparecida de Goiânia nesta terça-feira, 19. A intenção dos sindicalizados é retomar direitos que trabalhadores do setor perderam na pandemia de Covid-19, como cesta básica e plano odontológico. Eles ameaçam paralisação e novos atos semelhantes em outros estabelecimentos.

“Mais de um ano sem reajuste para o trabalhador. Alguns postos retiraram cestas básicas e plano odontológico. O sindicato começou a fazer o movimento em alguns postos que retiraram os direitos. São poucos os estabelecimentos que fizeram a retirada de direitos”, aponta o presidente do sindicato Hélio Araújo.

O sindicalista sustenta que houve paralisação nas negociações da data-base além de direitos perdidos, como a cesta básica e o plano odontológico.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), Marcio Martins de Castro, por outro lado, diz que as negociações foram paralisadas pela pandemia ainda em março do ano passado. Os benefícios não são pagos, pois o acordo coletivo não teria sido assinado após a paralisação das negociações.

“Não vejo mobilização da categoria. Pelo contrário, observo que os trabalhadores entendem que a preservação dos empregos já foi um grande benefício. Percebo ainda que estão dispostos e necessitam trabalhar. Avalio que é um momento inoportuno para fazer greve, já que o país passa por um momento delicado de desemprego e dificuldades no setor”, aponta.

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