Sindicato da saúde tenta provar legalidade da greve

Categoria está com serviços parados desde o último dia 13. Justiça determinou que 90% grevista retornassem aos postos de trabalho

Trabalhadores da Saúde concentrados na Câmara de Vereadores | Foto: Divulgação/Sindsaúde

Trabalhadores da Saúde concentrados na Câmara de Vereadores | Foto: Divulgação/Sindsaúde

O Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindsaúde) protocola na manhã desta segunda-feira (27/4) processo de agravo regimental no Fórum de Goiânia contra a ação liminar que decretou o retorno ao trabalho de 90% dos servidores para cada unidade de atendimento na capital.

O sindicato aguardava posicionamento dos advogados, que produziam defesa desde a última sexta-feira (24), quando o Poder Judiciário emitiu parecer após solicitação da Prefeitura de Goiânia.

Os representantes do Sindsaúde consideram a ação inconstitucional, pois a lei prevê que, para uma greve ser considerada legal, a quantidade de servidores que teriam que continuar em exercício seria de 30% do total.

Neste momento, o comando de greve está reunido na Câmara de Vereadores de Goiânia para definir as próximas ações. Após a reunião, os servidores distribuem material nas universidades relatando a situação dos grevistas e a condições de trabalho.

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