Sessões híbridas da Alego devem ser mantidas até o final do ano, porém Lissauer estuda manutenção do formato “que deu certo”

O formato pode ser mantido mesmo após a pandemia de Covid-19, já que o modelo foi aderido com facilidade pelos servidores

Após o formato híbrido “funcionar”, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) avalia a manutenção do formato com parte das sessões presenciais e parte das sessões com possibilidade de participação virtual, entre 40 e 50% das sessões da Casa, mesmo após a pandemia de Covid-19.  

A ideia, de acordo com o presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB), é manter a condição com um formato que permite a participação dos parlamentares de forma virtual, porém ainda não há nenhuma decisão tomada e que estas definições serão tomadas em 2022, ou após o fim da pandemia.  

“As sessões híbridas acontecerão até o final do período legislativo de 2021, porém mudanças no Regimento Interno ainda estão sendo estudadas”, comentou o presidente da Casa em nota.  

O sentimento, porém, é de que o formato está dando certo, por isso há a avaliação de que essa condição pode ser mantida, mas os próximos passos ainda serão reavaliados, com uma proposta de alteração do Regimento Interno, permitindo entre 40 e 50% das sessões de forma presenciais, com o restante no formato híbrido.  

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