Sessão que analisa veto à data-base é suspensa e votação adiada para próxima semana

Tema dominou plenário da Câmara durante manhã desta quinta-feira (8)

Plenário da Câmara | Foto: Fábio Costa

Veto do prefeito Íris Rezende (MDB) ao pagamento da data-base retroativa dos servidores dominou o debate na Câmara Municipal na manhã desta quinta-feira (8/11). Sessão de votação foi suspensa por duas vezes e quando foi retomada, já não havia quórum suficiente.

A apreciação da pauta, então, foi adiada para a próxima semana. Na plenária, vereadores subiam ao palanque para defender a derrubada do veto e outros para argumentar em favor da proposta do prefeito.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), vereadora Sabrina Garcês (PTB), disse que não há explicação para a Prefeitura querer barrar esse pagamento. “Data-base não se discute, é direito. Não cabe a ninguém decidir se paga ou não. Não existe justificativa legal ou moral para o prefeito não querer pagar esse retroativo e ainda parcelar o pagamento”, afirmou.

O vereador Kleybe Morais (PSDC), que também é servidor público, foi a favor do veto, sob o argumento de que aceitar a proposta da Prefeitura, por ora, agilizaria o pagamento da data-base aos servidores, mesmo que ainda não seja quitada a data-base retroativa. Segundo ele, caso o veto seja derrubado, a Prefeitura vai entrar na justiça e os servidores ficariam sem receber nada por mais tempo.

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Lucilene Freitas Lima

O prefeito vai se ver com Deus porque ele está tirando o que e de direito dos pobres a data base e direito.Eu pago todos os meus impostos direitinho nunca fiquei devendo nada.então a culpa da prefeitura não ter dinheiro não é minha e da fauta de competência dos adiministradors da prefeitura.