Servidores do MPF-GO e do Ministério do Trabalho decidem sobre greve nesta tarde

Principal reclamação dos grevistas é a recomposição salarial. Categoria quer que os valores sejam pagos ainda em 2015

Trabalhadores estão em greve desde quarta-feira | Foto: Reprodução/MPF-GO

Trabalhadores estão em greve desde quarta-feira | Foto: Reprodução/MPF-GO

Os servidores do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) vão realizar assembleia geral no início da tarde desta segunda-feira (9/2) para definir os rumos da greve da categoria,  no hall de entrada do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), no Setor Park Lozandes. Na última quarta-feira (4) o grupo paralisou as atividades, e anunciou que decidiria sobre a deflagração da greve nesta segunda-feira (9).

A principal reivindicação é a garantia da dotação orçamentária para recomposição salarial ainda em 2015, segundo a assessoria do movimento. Outra demanda é pela valorização do quadro de pessoal.

O comando de greve avalia a questão como fator essencial para a autonomia do Ministério Público da União (MPU). Só assim, relata a cúpula grevista, o órgão se mantém independente e fiscalizador da aplicação da lei “em defesa dos direitos dos cidadãos e de seu patrimônio nacional, público e social”.

Outro questionamento da categoria refere-se à economia de dinheiro que as unidades do MPF em todo o País estariam fazendo. Isso para compensar os gastos com o benefício auxílio-moradia, concedido aos promotores do MPF-GO. “Estão economizando com coisas básicas, como a compra de café e com o uso [da energia elétrica] do elevador”, disse um servidor.

Funcionários do MPF-GO e do Ministério do Trabalho fazem parte do comando grevista. Eles planejam, desenvolvem e acompanham as atividades de mobilização da categoria em todo o estado. A paralisação tem o apoio do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público em Goiás (Sinasempu), presidido por Gilmar Barros.

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