Servidores da UFG em greve ocupam prédio da Reitoria nesta 3ª-feira

O ato integra uma campanha nacional organizada pela Fasubra, mobilizando grevistas de todas as universidades federais do país a fazer o mesmo

Os funcionários técnico-administrativos da Universidade Federal de Goiás (UFG) vão ocupar na manhã desta terça-feira (13/5) o prédio da Reitoria da instituição de ensino, localizado no Campus Samambaia, no Conjunto Itatiaia. O ato político faz parte de uma campanha nacional organizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), mobilizando os grevistas de todas as universidades federais do país a fazerem o mesmo.

Após reunião com representantes Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão na última semana, a administração Federal se comprometeu a responder à pauta da categoria até o dia 21 de maio. A série de atos desta terça-feira é uma maneira encontrada para pressionar o governo quanto às demandas da categoria.

Além de pedir apoio para a greve, o ato também pretende chamar a atenção para os assuntos específicos da UFG. A pauta de reivindicações da categoria foi estabelecida em 19 pontos, dentre eles, destacam-se a isonomia imediata do adicional de insalubridade e o estabelecimento de turno contínuos.

A assessoria de comunicação da universidade informou ao Jornal Opção Online que o diálogo com os profissionais está aberto, e as negociações permanecem. O maior impedimento, de acordo com a UFG, é que, de todas as reivindicações estabelecidas, algumas delas demandam mais tempo para que a instituição se posicione, como é o caso do adicional de insalubridade.

Pagamento dos bolsistas

No final da última semana, estudantes da UFG ocuparam o prédio da Reitoria reivindicando o pagamento das bolsas destinadas para os alunos que realizam algum tipo de trabalho na universidade. A informação inicial era de que o recebimento foi adiado devido à greve dos servidores técnico-administrativos.

No entanto, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições Federal de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-Ifes-GO), o pagamento das bolsas foi providenciado pela categoria antes da deflagração da greve. Dessa maneira, o atraso não estaria relacionado à paralisação dos profissionais.

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