Servidores administrativos da UFG, IFG e IF Goiano entram em greve

Entre as principais pautas estão a realização de concurso público, aprimoramento de carreira e reajuste salarial de 27,3%

Reprodução/SINT-IFES

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Os trabalhadores técnico-administrativos das instituições federais de ensino superior de Goiás deflagraram greve, na manhã desta quinta-feira (28/5). A decisão foi tomada por unanimidade em uma assembleia geral promovida pelo sindicato da categoria, que reuniu cerca de 230 funcionários.

A paralisação ocorre paralelamente em outros estados. No Estado de Goiás, a greve abrange os servidores da Universidade Federal de Goiás (UFG), do Instituto Federal de Goiás (IFG) e do Instituto Federal Goiano (IF Goiano).

Os funcionários do Hospital das Clínicas (HC) devem debater, ainda, de que forma os mais de mil trabalhadores da saúde irão aderir a greve. Está prevista uma assembleia específica para os trabalhadores na próxima segunda-feira (1º).

Entre as principais pautas da categoria estão o aprimoramento da carreira; turnos contínuos com redução da jornada de trabalho para 30 horas sem redução de salários; realização de concurso público; e liberação imediata dos recursos orçamentários sem corte pelas instituições.

Também estão em pauta as reivindicações do conjunto dos servidores públicos federais. As principais são o reajuste salarial de 27,3%, o direito à negociação coletiva, a isonomia salarial e a implementação de uma política salarial permanente.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que tem buscado dialogar com a categoria, mas alegou falta de empenho por parte dos representantes sindicais. “O Poder Público atende tanto quanto pode, segundo realidades conjunturais, recursos disponíveis, agendas e acordos consagrados, sempre tendo em vista o superior fim que é a educação inclusiva de qualidade”, informa a pasta.

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