Servidora acusada de vender diplomas falsos na Câmara de Goiânia é afastada

De acordo com denúncia, Núbia Pereira da Silva Ribeiro vendia os documentos fraudados para que aprovados no seletivo da prefeitura pudessem se destacar

O vereador Kleybe Morais (MDB) afastou do cargo a assessora parlamentar Núbia Pereira da Silva Ribeiro acusada de vender diplomas falsos de pós-graduação por R$ 100 na Câmara Municipal de Goiânia. Em nota, Kleybe explicou que soube da denúncia por meio da imprensa.

“A servidora foi afastada até que se apure os fatos e se, de fato, for comprovada a denúncia, ela será desligada da Câmara Municipal e responderá no rigor da Lei”, pondera o comunicado.

A acusação contra a colaboradora do gabinete do vereador Kleybe foi divulgada pelo O HOJE na versão impressa do dia 19 de maio. De acordo com a apuração do jornal, a venda teria sido realizada principalmente nas últimas semanas após os aprovados no processo seletivo simplificado 001/2021 da Secretaria Municipal da Educação (SME) irem ao local em busca de ajuda para obter horas correspondentes a uma pós-graduação para destacar, embora não fosse exigida, no edital do certame.

De acordo com o periódico, na tarde de sexta-feira, 13, último dia para entrega de documentos, o repórter gravou suposta negociação com a servidora. A reportagem cita que na ocasião ela teria reconhecida a venda do diploma no dia anterior para um professor de Educação Física que não tinha o título de pós-graduação.

Conforme divulgado pelo Jornal Opção, a SME disse que vai abrir um procedimento para apurar o caso e identificar certificados emitidos pela Só Educador. A pasta também deverá tomar providências administrativas e jurídicas. A secretaria esclarece que esse tipo de denúncia deve ser tratada no âmbito criminal na esfera de investigação da Polícia Civil. Ela complementa que a acusação não deve interferir na lisura do processo seletivo.

2 respostas para “Servidora acusada de vender diplomas falsos na Câmara de Goiânia é afastada”

  1. Avatar Flavio disse:

    Esse esquema tem que ser investigado pois isso acontece em todas as esferas com o tal de e-social muitos na maioria comissionados usam desse sistema para burlar e continuar recebendo seus altos salários inclusive analfabetos

  2. Avatar Lelia Maria da Silva Fonseca disse:

    Pelo amor de Deus , só falta vocês acreditarem que foi a funcionária a culpado dessa atrocidade !! Muita inocência. Esta coitadinha só obedecia as ordens do chefe .. Hoje ele está vendendo diplomas e alguns anos atrás ele vendia certificados de cursos falsificados em cemeis em Goiânia.. Não é possível que a memória é tão curta assim . Este vereador atrapalhou os concursados do ano de 2016 , tomarem posse . Ele ,com suas artimanhas burlou a SME e colocou contratos

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