Serial killer alega mal-estar e falta júri popular que julgou homicídio de adolescente

Mesmo sem a presença do réu, Tiago Henrique foi condenado a 20 anos de prisão

Foto: Hernany César/TJGO

Foto: Hernany César/TJGO

O terceiro júri popular do serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha condenou, nesta quinta-feira (17/3), o vigilante a 20 anos de prisão pelo homicídio de Ana Rita de Lima. A adolescente foi morta no dia 13 de dezembro de 2013, na Vila Santa Tereza, na capital.

Segundo a denúncia, Ana Rita, que andava sozinha, foi abordada por Tiago Henrique que estava em uma motocicleta preta e atirou. A vítima morreu no local.

Tiago Henrique não compareceu à sessão. De acordo com o advogado Herick Pereira de Souza, ele pediu para não ser trazido do Núcleo de Custódia do Complexo Prisional, onde está preso, alegando mal estar. O pedido foi deferido pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara.

Durante a sessão, a decisão dos jurados foi unânime em todos os quesitos e reconheceu a existência de duas qualificadoras no crime de homicídio: motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

Esta é a terceira vez que o criminoso enfrenta júri popular por homicídio, sendo condenado a 20 anos de prisão em cada um dos julgamentos.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.