Senadores veem reeleição sob risco em cenário de disputas acirradas em 2022

Aparecem em situação de risco de reeleição nomes como Davi Alcolumbre, Romário, Simone Tebet, Kátia Abreu, Antonio Anastasia, Fernando Collor e Omar Aziz, esse último presidente da CPI da Covid

O ciclo de mudanças do Senado Federal iniciado em 2018, quando a Casa teve a maior renovação da sua história, deve ter continuidade e se consolidar no próximo ano, quando um terço das cadeiras estará em disputa.

Para 2022, o xadrez eleitoral que começa a se desenhar aponta para cenários adversos para a maior parte dos 27 senadores que estão em fim de mandato.

Aparecem em situação de risco de reeleição nomes como Davi Alcolumbre, Romário, Simone Tebet, Kátia Abreu, Antonio Anastasia, Fernando Collor e Omar Aziz, esse último presidente da CPI da Covid.

Em 2018, foram eleitos 46 novos senadores para as 56 vagas em disputa naquele ano, uma renovação de 85% das cadeiras. De cada quatro senadores que tentaram a reeleição, apenas um conseguiu renovar o mandato.

Cinco dos senadores em fim de mandato já anunciaram que não vão disputar a reeleição, mas a lista tende a aumentar até o início da campanha do próximo ano.

Entre os que não devem renovar o mandato estão veteranos como o senador José Serra (PSDB), de São Paulo, e Tasso Jereissati (PSDB), do Ceará, além do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), de Pernambuco.

Três senadores na reta final dos mandatos se movimentam nos bastidores do Senado para assegurar uma possível vaga no TCU (Tribunal de Contas da União) que pode ser aberta em caso de antecipação da aposentadoria do ministro Raimundo Carrero.

Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Antonio Anastasia (PSD-MG) e Kátia Abreu (PP-TO) almejam o posto. Em comum, os três são adversários dos governadores de seus estados e têm disputas pela reeleição consideradas difíceis pela frente.

Uma resposta para “Senadores veem reeleição sob risco em cenário de disputas acirradas em 2022”

  1. Avatar Lyncoln disse:

    Em 2018 foram 54 vagas em disputas (2 por cada UF) e não 56, como dito na matéria.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.