Sem negociação com prefeitura, servidores da Educação podem paralisar serviços

Categoria reclama de atrasos no pagamento do piso salarial dos professores e data-base dos administrativos e exigem convocação dos aprovados em concurso

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) realiza nesta quarta-feira (28/2) assembleia geral da rede municipal de Goiânia para debater com a categoria as dificuldades em negociar com o Paço temas relevantes para a classe.

Na pauta de discussões está o atraso no pagamento do piso salarial dos professores e a data-base dos administrativos de 2018, ambos deveriam ter sido pagos na folha de janeiro.

Além disso, a categoria exige a diferença da data-base referente ao ano de 2017 e a concessão de benefícios como progressões e titularidades.

De acordo com a presidente do Sintego, Bia de Lima, diante das dificuldades em negociar com a gestão Iris, há possibilidade da categoria entrar em greve.

A convocação dos aprovados no último concurso da educação também está na pauta da assembleia. Bia ressalta que o servidores estão sobrecarregados por falta de pessoal.

“A situação está gravíssima. As escolas e CMEIs estão funcionando com precariedade. Precisamos que sejam convocados novos aprovados para solucionar este problema”.

Outro tema a ser debatido com os servidores é o pagamento adicional de incentivo funcional de 30% a novos auxiliares de atividades educativas.  Gratificação estava prevista no edital do concurso realizado em 2016.

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