Sem a previsão de repasse do governo federal e mesmo com o aumento da arrecadação, a ecomonia do estado poderá fechar 2021 em déficit

A receita orçada até dezembro é de R$ 30,74 bilhões. Só que a projeção de despesas é de R$ 34,57 bilhões, ou seja, R$ 3,82 bilhões de déficit

Diante da pandemia do coronavírus e dá diminuição de arrecadação no estado, a secretária da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt avalia que 2021 pode ser melhor que o ano anterior. Embora não esteja previsto a transferência de recursos financeiros do Governo Federal para este ano.

“O ano passado conseguimos fechar nossas contas porque tivemos R$ 2 bilhões de recursos do governo federal. Desse montante R$ 350 milhões foram destinados exclusivamente para área da saúde. E com o restante fechamos a nossa conta”, afirma Schmidt.

A arrecadação do estado em fevereiro foi R$ 2,49 bilhões, foi menor que a do mês anterior em R$ 130 milhões. Mas se comparada com a receita registrada em fevereiro de 2020, houve um aumento de 459 milhões. Nos dois primeiros meses deste ano, foram injetados nos cofres do estado R$ 5,12 bilhões.

A receita orçada até dezembro é de R$ 30,74 bilhões. Só que a projeção de despesas é de R$ 34,57 bilhões, ou seja, R$ 3,82 bilhões de déficit. Para a secretária, a incerteza em relação a amplitude da vacinação com relação a população e como a economia irá reagir preocupa. “Uma pena ter que trabalhar dessa maneira. Mas temos uma programação orçamentária financeira que não existia antes. Sem receita tivemos que reprogramar tudo”.   

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