Segurança e respaldo são as principais razões para se ter um plano de Saúde, diz pesquisa

97% dos entrevistados consideram importante a empresa oferecer o benefício aos funcionários

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), que verifica a avaliação de usuários de planos de saúde, a segurança e o respaldo com relação à saúde (48%) são as principais razões para fazer uso desse serviço.

Conforme a pesquisa, três em cada dez entrevistados que possuem o benefício, dizem que o tem por este ser oferecido pela empresa. A pesquisa, realizada entre 29 de abril e 17 de maio deste ano, foi feita com beneficiários e não beneficiários de planos de saúde, acima de 18 anos, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Manaus e Brasília.

Informações

De modo geral, a marcação de consultas é uma das principais razões de insatisfação (12% de satisfação). Preços, custos e valores têm a aprovação de 4%. Na parte opinativa, os clientes afirma ser favoráveis a possuir um plano, principalmente para quem tem filhos pequenos (97%), depois por segurança no caso de doença grave ou acidente (96%).

A parte mais bem avaliada do serviço foi no atendimento para consultas (90%) e internações (70%), enquanto para exames, a melhor avaliação está no acesso ao serviço. Sobre a importância de uma empresa oferecer plano de saúde aos funcionários, conforme a pesquisa a resposta favorável foi praticamente unânime (97%).

Outros dados

Ainda conforme a pesquisa, 34% das pessoas entrevistadas utilizaram algum serviço de saúde pública, como SUS, AMA ou pronto-socorro nos últimos 12 meses, mesmo tendo plano. O número dos que já tiveram o benefício e atualmente não tem é de 54%. O principal motivo é o desligamento de empresas que ofertavam o serviço e os custos.

As pessoas que não possuem, mas gostariam é de 73%. Inclusive, 89% das pessoas que não têm, consideram importante o plano.

Barreiras

O preço é considerado a maior dificuldade em aderir a um plano. 77% das pessoas disseram isso, contra 26% que alegaram falta de necessidade.

Outras barreiras foram: “empresa não oferece” (22%) e “quando precisa, procura particular” (18%).

Breno de Faria, presidente da Unimed Goiânia, destacou a importância das informações contidas na pesquisa. “Junto com educação e moradia, a proteção proporcionada por um plano de saúde está entre os bens mais almejados pela população, e em virtude da crise econômica os planos coletivos empresariais ganham cada vez mais força. Isso nos indica quais áreas de mercado podem ser fortalecidas em nossas políticas de investimento”, afirmou.

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