Secretaria de Segurança Pública alerta para possíveis ataques do PCC em Goiás

Documento informa que investidas poderão ser contra servidores, instituições financeiras e ônibus do transporte coletivo. Veja lista de cidade que podem ser afetadas

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Relatório de autoria da Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSAP-GO) amplamente divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (4/6) trata da possibilidade de ataques de integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Goiás.

No documento, a pasta informa que os ataques poderão ser realizados a servidores da segurança pública, instituições financeiras e ônibus do transporte coletivo.

O rumor teve início no sábado (2) depois que o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope) fez uso balas de borracha para impedir o início de uma rebelião.

No relatório, a SSAP afirma que merecem especial atenção as cidades das quais foram transferidos integrantes do PCC para Anápolis, tais como Goiânia, Aparecida de Goiânia, Goianésia, Goiatuba, Morrinhos, Rio Verde, Catalão, Jataí, Itumbiara, Mineiros, bem como todas as cidades da região Sul e Sudeste do Estado de Goiás. Nesses locais, informa a pasta, há predominância de integrantes do PCC.

Em nota encaminhada ao Jornal Opção, a secretaria confirmou a veracidade do relatório “sobre a possibilidade de ocorrência de atos de violência que poderiam colocar em risco a sociedade”. “Todas as forças policiais foram alertadas para que o combate à criminalidade fosse ainda mais intensificada”, destaca o comunicado. Confira a íntegra abaixo:

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informa que elaborou um relatório a partir de informações recebidas sobre a possibilidade de ocorrência de atos de violência que poderiam colocar em risco a sociedade. Todas as forças policiais foram alertadas para que o combate à criminalidade fosse ainda mais intensificada. Vale ressaltar que as forças de segurança têm obtido êxito em ações para coibir o avanço da criminalidade em todo o Estado. Os ataques ocorreram em outras unidades da federação e não há registros em Goiás.

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