Secretaria de Saúde nega mudança de protocolo e uso de medicamentos para “tratamento precoce” da Covid-19

Rumores começaram após integrantes do MPF se reunirem com representantes do governo de Goiás. Como o MPF tem divulgado nos últimos dias nota técnica que defende o uso da cloroquina, alguns profissionais de saúde entenderam que a gestão democrata passaria a adotar o “tratamento precoce” contra a doença

Hidroxicloroquina / Foto: Reprodução

A secretaria de Saúde de Goiás negou, neste domingo, 7, em nota, qualquer possibilidade da aplicação de medicamentos que não possuem “validação científica” ou “eficácia” comprovada como tratamento de pacientes acometidos pela covid-19. A nota foi divulgada pelo Jornal Folha de S. Paulo.

Os rumores começaram após integrantes do Ministério Público Federal (MPF) se reunirem com representantes do governo de Goiás. Em seguida, foi divulgada uma nota técnica que dizia que a gestão Caiado havia se comprometido a revisar seu protocolos de atendimento à Covid-19.

Como o MPF tem divulgado nos últimos dias nota técnica que defende o uso da cloroquina, alguns profissionais da saúde entenderam que a gestão democrata passaria a adotar o “tratamento precoce” contra a doença.

O jornal paulista lembrou, ainda, que o Ronaldo Caiado é, inclusive, contrário à ideia, haja vista que o uso de medicamentos sem eficácia tem aumentado o número de pacientes com rins e fígado comprometidos, além de arritmia cardíaca. “É melhor sugerir o uso de chá de raiz de fedegoso. Tem o mesmo efeito no combate à Covid-19 –nenhum–”, ironizou o governador.

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