Secretária conversa com professores sobre OSs

Raquel Teixeira, da Seduce, apontou vantagens e processo do novo modelo de gestão. Canal de comunicação no Facebook facilita debate

Raquel Teixeira, da Seduce, durante encontro em Pirenópolis | Divulgação

Raquel Teixeira, da Seduce, durante encontro em Pirenópolis | Divulgação

A secretária de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), Raquel Teixeira, esteve na tarde de quinta-feira (10), no auditório da Universidade Estadual de Goiás (UEG) de Pirenópolis para conversar com professores e diretores da subsecretaria regional de Anápolis. O objetivo do encontro foi esclarecer dúvidas sobre o processo de implantação das Organizaões Sociais (OSs) na rede estadual de Educação.

Desde o início do ano a secretária tem conversado sobre a proposta com os setores organizados da sociedade. Ela já se reuniu com os 40 subsecretários regionais de educação, cuja tarefa é difundir as informações entre os professores e gestores, também já se encontrou com parlamentares, tem conversado com a imprensa e vai continuar os encontros com os professores.

Para facilitar o debate a equipe da Seduce criou fanpage no Facebook.

Em Pirenópolis foi o primeiro encontro nesse formato. A secretária respondeu perguntas dos professores e reafirmou a abertura da secretaria para o constante diálogo.

Ela ressaltou que a modelagem das OSs em Goiás é inteiramente pautada na legislação brasileira, seguindo a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), Plano Nacional de Educação e demais artigos a Constituição Federal. “Como um processo novo, é normal que surja o medo e a insegurança no primeiro momento.”, disse Raquel.

Angústias

Para a professora Sonja Maria Lacerda, subsecretária de Educação da regional de Anápolis, foi extremamente importante a professora Raquel conversar com os professores e tirar as angústias desse primeiro momento. “Acredito que, agora, o professor vai se sentir acolhido e vai entender que esse é um processo que vai fazer diferença na educação em Goiás”, disse Sonja.

Presente no debate, Jucélia Silva disse que saiu tranquila após saber que os conselhos escolares mantém a autonomia. “Como professora efetiva, saio daqui sem nenhum temor. Como mãe, saio convicta de que o conhecimento vai chegar de maneira plena aos nossos filhos”, disse a professora.

A macrorregião de Anápolis, que inclui Pirenópolis, foi escolhida para receber o projeto piloto de implantação das OSs por razões técnicas, como geografia, número de alunos e nível de organização. Ao final do debate, muitos professores agradeceram a presença da secretária e se disseram ansiosos para ver os primeiros resultados da implantaçao das OSs. “A educação pública de qualidade é aquela que prepara o aluno e o jovem para ter sucesso na escola e na vida, para ser feliz e para ser inserido na sociedade como cidadão”, finalizou Raquel.

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