Sebrae Goiás mobiliza empresários para solenidade de sanção do Crescer Sem Medo

Dez caravanas sairão de Goiás para o evento na quinta-feira (27); de acordo com diretor do órgão, Igor Montenegro, projeto deve ser sancionado pelo presidente sem vetos

Na próxima quinta-feira (27/10), cerca de 400 empresários goianos vão a Brasília participar da solenidade de sanção do projeto Crescer Sem Medo. O projeto, aprovado no plenário da Câmara dos Deputados no último dia 4, aumenta o limite máximo de receita bruta para pequenas empresas participarem do regime especial de tributação do Simples Nacional, passando de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões de receita bruta anual.

De acordo com o diretor-superintendente do Sebrae Goiás, Igor Montenegro, é importante a presença dos empresários goianos. “Goiás tem uma bela história de engajamento em diversas mobilizações em prol da causa dos pequenos negócios. Mais uma vez, estaremos presentes e levaremos os empresários goianos para mostrarmos a importância do projeto Crescer Sem Medo”, afirmou.

Ele explicou ainda, que os escritórios regionais do Sebrae estão organizando caravanas para levarem o maior número possível de empresários de Goiás para a solenidade e, assim, mobilizarem para que a lei seja sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB) exatamente como foi aprovada.

Um dos pontos do projeto mais ressaltado pelo presidente do Sebrae foi a criação da Empresa Simples de Crédito (ESC), que possibilitará às micro e pequenas empresas maior acesso ao financiamento e permitirá ao cidadão emprestar recursos próprios para pequenos negócios da sua comunidade, sem a participação do mercado financeiro tradicional.

Uma das novidades é a inclusão dos pequenos negócios do segmento de bebidas — cervejas, vinhos e cachaças — no Simples. O Crescer sem Medo amplia o prazo de parcelamento de dívidas tributárias de micro e pequenas empresas de 60 para 120 meses. A lei também eleva, a partir de 2018, o teto anual de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e cria uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões.

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