Saúde fará série de paralisações para cobrar pagamento da data-base

Após assembleia, servidores decidiram não realizar greve, mas irão fazer ações para pressionar gestão Iris a atender pauta de reivindicações

Assembleia dos servidores da Saúde | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção

A presidente do  Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindisaúde), Flaviana Alves, afirmou na manhã desta quinta-feira (15/2) que os servidores da área devem promover paralisações pontuais em unidades de saúde de Goiânia nos próximos 10 dias.

Segundo ela, as ações aliadas a protestos e manifestações, visam conscientizar a população sobre a situação precária de trabalho dos servidores. “A princípio vamos definir quais serão os locais para que façamos essas mobilizações. Serão paralisações pontuais para explicarmos a situação para a população. Nós não queremos a greve, mas se não houver diálogo, não nos resta outra saída”, explicou.

Os servidores reivindicam pagamento da data-base 2017 e 2018, reajuste do vale alimentação, melhores condições de trabalho, regularização do atendimento do Instituto Municipal de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas), inclusão dos agentes de saúde e servidores administrativos no plano de carreiras.

Na manhã desta quinta-feira (15) o sindicato realizou assembleia na Câmara Municipal de Goiânia com indicativo de greve, mas decidiu por uma agenda de manifestações e protestos.

“Atualmente o diálogo é zero. Queremos que essa situação mude e até mesmo por isso viemos pedir a ajuda dos vereadores. Sabemos que a greve é uma medida drástica que penaliza muito a população, então vamos tentar estabelecer uma conversa primeiro”, disse a presidente do Sindisaúde.

Deixe um comentário