Saída de deputado estadual permite Agir sonhar com até três cadeiras na Alego 

Cláudio Meirelles deixou a sigla no início da “janela partidária” e abriu espaço para que a sigla montasse uma “chapa completa” que tem ambição de fazer até três deputados estaduais

Com uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) nas eleições de 2018, quando esteve na chapa com o Democratas (hoje União Brasil), o PMB (hoje Brasil 35) e o PSC, o Agir 36 (ex-PTC) quer fazer entre duas e três cadeiras nas eleições de 2022 para a Alego, com pelo menos 18 nomes que terão mais de 10 mil votos que fazem o presidente sonhar até mesmo com uma cadeira na Câmara Federal.  

Para ambicionar a quantidade de cadeiras, o presidente do Diretório Regional da sigla, Fernando Meirelles (Agir), precisou acordar a saída do irmão, o deputado estadual Cláudio Meirelles, que deixou a sigla rumo ao PL para tentar a reeleição. O teto da sigla para novos filiados era de 15 mil votos nas eleições anteriores e a saída de Cláudio abriu espaço para que postulantes sem mandado tivessem espaço dentro do partido e permitiu que a sigla cumprisse, com tranquilidade, as cotas de gênero (de 30%).  

A saída do irmão de Fernando Meirelles foi fechada no início da “janela partidária” porque, segundo o presidente, foi feito o compromisso de que nenhum deputado em mandato disputasse às eleições pela sigla, que contou com a chegada do ex-vice-prefeito de Itumbiara Gugu Nader, o terceiro suplente na chapa do Solidariedade, Dr. Samuel Gemus, o ex-presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab) Luiz Stival e os ex-prefeitos de Silvânia Gilda Naves, de Porangatu Pedro Fernandes e de Pontalina Jurandir Augusto.  

“Fizemos esse compromisso e ninguém viria para a sigla na presença do meu irmão, mas com a saída teremos condições de fazer uma chapa completa, com 18 nomes para deputado federal e com 42 nomes para deputado estadual e não teríamos como fazê-la com a presença do meu irmão. Agora, com a chapa completa, vamos ter condições de fazer entre dois e três deputados estaduais”, acredita Meirelles. 

Ele ainda cita que militares podem se filiar a sigla. Não quis adiantar nomes, mas reitera que a sigla esta aberta para que estes militares, que não precisam se filiar, nem cumprir o prazo mínimo de filiação partidária (2 de abril) terão portas abertas para concorrer pela sigla. “Há, inclusive, conversas mais adiantadas”, comentou.  

Sem recursos 

Todos os 42 postulantes da sigla não terão recursos do fundo partidário, nem tempo de televisão. A sigla não cumpriu a cláusula de barreira e terá poucos recursos eleitorais, no entanto, serão destinados para os 18 nomes da sigla que devem concorrer à Câmara Federal. “Não temos tempo de TV, mas acreditamos muito na força das redes sociais, que vem neste pleito com mais força”, avalia o presidente do partido.  

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