Rompimento de tornozeleira eletrônica leva polícia a laboratório de cartões clonados

Cleidmar Aparecida de Souza responde em liberdade pelos crimes de estelionato e furto

O rompimento de uma tornozeleira eletrônica por uma mulher de 44 anos levou a Polícia Civil a um laboratório de clonagem de cartões de crédito, localizado em uma casa do setor Jardim Atlântico, em Goiânia. Conforme informações da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária e Justiça (Sapejus), a central de fiscalização de monitoração eletrônica da pasta recebeu o sinal de que o equipamento teria sido rompido e deslocou uma equipe até o local.

Após realizar o flagrante, o grupo acionou a Polícia Civil, que efetuou a prisão da mulher. Na casa foram encontrados cartões de crédito clonados e as máquinas utilizadas nas falsificações.

Cleidmar Aparecida de Souza responde em liberdade pelos crimes de estelionato e furto. Em maio de 2014, após determinação judicial, ela passou a integrar o programa de monitoração eletrônica.

“Esse é mais um caso que comprova que a tornozeleira eletrônica é mais que um equipamento de segurança, é um instrumento de segurança pública. Se não fosse pela tornozeleira, essa mulher que é do regime aberto, poderia permanecer como criminosa por mais tempo”, avaliou o grente de monitoração eletrônica da Sapejus, Webber de Paula.

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