Rogério Cruz sanciona Plano Diretor de Goiânia

Documento foi aprovado pela Câmara Municipal em fevereiro após tramitação conturbada

O prefeito Rogério Cruz sanciona, nesta sexta-feira, 04, o Plano Diretor de Goiânia. Atualização do documento foi aprovada pela Câmara Municipal no dia 3 de fevereiro, após tramitação conturbada. A sessão de aprovação, inclusive, foi acalorada e contou com diversos discursos divididos entre a aprovação e a postergação da tramitação. Ao declarar a sanção, no entanto, o prefeito de Goiânia afirmou que a legislação trará “impactos positivos para a nossa capital, como atração de empresas, moradias mais dignas, e redução das distâncias de deslocamento na cidade”.

Uma das propostas do plano é tornar Goiânia mais compacta, com prédios mais baixos com mais apartamentos, portanto, com menor custo de construção e, também, de venda e locação. Outro ponto é a possibilidade de construção de unidades habitacionais (apartamentos) sem a obrigação de implantação de garagem, uma opção para quem não tem ou não quer ter veículo de passeio.

A relatora do projeto, a vereadora Sabrina Garcez, comemorou a sanção do Plano Diretor. Ela acredita que com as alterações, vai haver redução das distâncias de deslocamento na cidade, do impacto ambiental, além de incentivo à construção de apartamentos mais em conta.

“Apartamentos mais baratos, em regiões mais centrais, e prédios mais baixos, com redução da necessidade de rebaixamento de lençol freático”, disse a vereadora. Garcez explicou que prédios maiores exigem a implantação de elevado número de vagas de estacionamento. “O novo PDG reduz o impacto ambiental das novas construções”, diz ela.

O Plano Diretor é uma das leis mais importantes de um município. A legislação prevê que seja atualizado a cada 10 anos. O último de Goiânia era de 2007, e deveria ter sido revisado em 2017. Desde então, a Prefeitura discutia as alterações. Ao chegar na Câmara Municipal em dezembro do último ano, no entanto, o projeto foi alvo de diversas judicializações antes de chegar a ser oficialmente aprovado pela Casa Legislativa.

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