Rodízio para retomada das aulas será discutido; mas modelo híbrido deve prevalecer para ensino em Goiás

Previsto para ocorrer em agosto e de maneira híbrida (parcialmente online e parcialmente presencial), ensino em Goiás não deve seguir modelo de São Paulo

Sala de aula | Foto: Reprodução

Em São Paulo, o governo estadual apresentou nesta quarta-feira, 24, um plano de retorno das aulas presenciais, que deverá ocorrer no dia 8 de setembro, caso o estado se mantenha, no período de 28 dias, na fase amarela de reabertura da economia. A retomada do ensino presencial ocorreria de maneira gradual, primeiro com 35% dos alunos, depois com 70%, quando a economia avançasse para a quarta etapa, e depois para 100%.

Em Goiás, o Conselho Estadual de Educação (CEE) já elabora um plano diferente, que prevê retorno em agosto de maneira híbrida, com a opção do aluno estar de maneira presencial ou permanecer na instituição de maneira remota, com aulas pela internet. Para o presidente do CEE, Flávio Roberto de Castro, a proposta elaborada por São Paulo será discutida na próxima reunião do Comitê de Gestão de Crise, agendada para terça-feira, 30, mas o plano que Goiás deve adotar deve permanecer como o já apresentado pelo CEE.

“Nós vamos apresentar o protocolo de retorno nas escolas públicas, privadas e depois vamos validar no Conselho Estadual para depois encaminhar para a Secretaria de Saúde, para depois nos posicionarmos”, informou Flávio.


“O plano que tínhamos foi apresentado na última terça, 23. Recebemos algumas contribuições e na próxima terça-feira, 30, ele vai ser fechado, validado no CEE e vai ficar à disposição também da comunidade para analisar”, acrescentou.

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