Reino Unido se junta aos EUA e culpa Irã por atentado a petroleiros

“Esses últimos ataques criam um padrão de comportamento desestabilizador do Irã e representam um sério perigo à região”, disse o secretário de Relações Exteriores britânico

Foto: Reprodução/EPA/Stringer

Reino Unido também culpa o Irã pelos atentados aos navios petroleiros no Golfo de Omã. O ente se junta aos Estados Unidos, e também responsabiliza o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica.

Para Jeremy Hunt, secretário de Relações Exteriores britânico, nenhum outro ator poderia ter feito isso. “Esses últimos ataques criam um padrão de comportamento desestabilizador do Irã e representam um sério perigo à região.”

Na quinta-feira, 13, as tripulação de dois petroleiros, um japonês e outro norueguês, foram resgatados após ataque, nas proximidades do estreito de Ormuz. Na ocasião, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que seu país concluiu se tratar de ação do Irã.

Resposta

Ainda na quinta, o ministro do Irã, Javad Zarif, afirmou que “a palavra suspeita não é suficiente para descrever”. Isto, porque o primeiro-ministro japonês, na ocasião, estava em Teerã para tentativa de mediação entre o Irão e Washington.

Para Ahmed Aboul Gheit, secretário-geral da Liga Árabe, existe “uma evolução perigosa” no Oriente Médio. Conforme ele, “ataques a petroleiros e ataques com mísseis no coração da Arábia Saudita, como vimos há dois dias, são uma evolução perigosa que deve levar o Conselho de Segurança a agir contra os responsáveis para manter a segurança e a estabilidade na região”.

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