Ranking coloca Goiás em quinto lugar em sustentabilidade ambiental no Brasil

Tratamento de esgoto, destinação de lixo e emissões de CO2 foram destaques do Estado em Ranking de Competitividade dos Estados de 2018

Estação de Tratamento de Esgoto de Águas Lindas de Goiás | Foto: reprodução

Goiás melhorou significadamente a condição de Estado ambientalmente sustentável nos últimos anos, o que prova o Ranking de Competitividade dos Estados, edição 2018, divulgado na última sexta-feira (14/9), na Bolsa de Valores de São Paulo, pelo Centro de Lideranças Políticas (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e a Economist Intelligence Unidade.

De acordo com o estudo, Goiás ficou na quinta posição nacional no pilar da Sustentabilidade Ambiental, com nota geral de 70,6, enquanto a média nacional foi de 51,6. O levantamento atribui a conquista ao desenvolvimento econômico e social combinado com sustentabilidade no Estado.

Na comparação com o resultado do ano anterior, o Estado saltou três posições. O melhor desempenho foi verificado no indicador Tratamento de esgoto, que obteve nota de 50,8 e conquistou a sexta colocação no ranking nacional. A média brasileira do indicador foi de 33,3.

De acordo com o governador José Eliton, nos últimos 20 anos o Governo Estadual investiu R$ 2,2 bilhões na área de Saneamento, o que contribuiu para que Goiás chegasse ao índice atual de esgotamento sanitário, com 58,5% da população atendida.

Esse índice supera a média brasileira, que é de cerca de 50%. Ele acrescenta que os investimentos programados para os próximos quatro anos permitirão um novo salto, que levará o Estado a chegar próximo aos 90% de atendimento, tendo 100% do esgoto coletado devidamente tratado.

Destinação do lixo

No indicador Destinação do lixo, segundo o estudo da CLP, Goiás ficou com a sétima colocação no ranking nacional, com a nota 85,4, superando a média brasileira de 62,7. A destinação adequada para o tipo de resíduo sólido e qualidade das unidades de destino e solo saltou da nota 66,3, em 2017, para 85,4 no ano seguinte.

Já no indicador relacionado às Emissões de CO2, foi avaliado o gás carbônico emitido e derivado de remoção de unidades de conservação (toneladas por habitante). Neste quesito, a nota de 2017 foi de 62,00, e a de 2018 subiu para 64,8. Dessa forma, Goiás ficou com a sétima colocação no ranking nacional no indicador, acima de média do País, que foi de 54,9.

“O Estado de Goiás que estamos construindo para as próximas gerações deve buscar o desenvolvimento econômico e social, mas focar ainda na sustentabilidade ambiental. Por isso comemoramos o resultado deste ranking”, afirmou o titular da Secima, Hwaskar Fagundes.

Nesse sentido, o Governo Estadual implementa políticas públicas que visam melhorar os indicadores de saneamento, proteger os mananciais e áreas de preservação, e ainda apoiar os municípios para que possam, por meio de consórcios, dar a destinação correta aos resíduos sólidos.

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