“PSDB não tinha que estar no centro da crise nacional”, defende Marconi

Marconi engrossa o coro de parte do PSDB que é a favor da permanência do partido no governo federal, ao menos até a aprovação das reformas trabalhista e da previdência

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Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo” nesta segunda-feira (10/7) o governador Marconi Perillo defendeu que o PSDB libere os deputados federais para “votarem de acordo com suas consciências” na votação da admissibilidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer (PMDB).

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara aprecia a pauta nesta segunda-feira e, caso seja aprovada, a denúncia segue para votação em plenário.

Marconi engrossa o coro de parte do PSDB que é a favor da permanência do partido no governo peemedebista, ao menos até a aprovação das reformas trabalhista e da previdência. “Sem elas, o país vai quebrar e aí nós também vamos quebrar”, explica o goiano.

Na reportagem da “Folha”, o governador também questionou o protagonismo direcionado ao PSDB neste cenário de crise política. Para ele, o PSDB não tinha que estar no centro da discussão.

“A crise não é nossa. […] O prejuízo é ficar dessa forma, vai ou não vai. Se vai sair, é preciso defender uma tese”, endossou.

Compartilham da tese de Marconi o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, e o líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer. O tema será pauta durante reunião da cúpula do partido, na noite desta segunda-feira, em São Paulo.

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JAIR WELLINGTON

Quando o Marcone fala “a crise não é nossa”, como não o Aécio não é o presidente do PSDB