Promotoria de Justiça pede inclusão de empresários foragidos de Formosa na lista da Interpol

Eles são investigados pela Operação Demóstenes que deflagou a prisão preventiva proprietários da empresa Mult-X na última sexta-feira, 22

Operação busca por facção criminosa em Formosa / Foto: Divulgação / Ministério Público de Goiás (MP-GO)

Em desdobramento das Operações Gaugamela e Queronéia, a Operação Demóstenes, deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), na última sexta-feira, 22, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva no município de Formosa, em Goiás. Dois dos alvos eram os proprietários da empresa Mult-X: André Luiz Gontijo de Souza e Vanessa Maris Araújo Fernandes. Ambos, até então, não foram localizados.

A fim de dar celeridade às buscas e reforçar o esquema de segurança para impedir uma possível fuga dos empresários, a 1ª Promotoria de Justiça de Formosa solicitou que os empresários fossem inseridos na lista de procurados da Interpol.

Os promotores responsáveis pelo caso, Douglas Chegury e Fernanda Balbinot, almejam, com isso, que a Polícia Federal (PF) e outros órgãos de segurança pública permaneçam alertas, especialmente nas fronteiras do País e aeroportos.

A Operação deflagrada pelo MP-GO, que levou ao cumprimento de mandado de prisão contra os empresários, revelou a existência de uma organização criminosa responsável pela execução de obras no município de Formosa.

Os envolvidos foram vinculados à pratica de crimes de fraude em licitações, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Além dos foragidos, também estão envolvidos os engenheiros Leonardo Machado Ferreira e João Batista Martins Furtado, ambos já localizados.

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