Professor nega ser “novo affair” de Dilma e diz que houve misoginia no boato

Em relato, norte-americano diz que os rumores refletem a ideia de que uma mulher não pode ser livre e independente

Dilma e o norte-americano James N Green – Reprodução/Facebook

Após informações em portais de notícias e blogs de fofoca que davam conta de que estaria “conhecendo melhor” a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), o historiador norte-americano James N Green negou os boatos em relato publicado na revista “Piauí”.

Como adiantou o Jornal Opção, James N Green é gay. No relato, ele diz que mantém uma relação de 24 anos com Moshe Sluhovsky. “Ele é super ciumento”, brincou.

“O curioso sobre esse boato é que reflete toda a misoginia que ronda a Dilma. Tem a percepção de que uma mulher não pode ser livre e independente, tem que ter sempre algum homem para apoiá-la. Daí, quando aparece com qualquer pessoa, surge essa especulação imediata sobre um relacionamento romântico”, disse o professor, que conheceu Dilma em 2016 no Palácio da Alvorada.

Dilma esteve nos Estados Unidos em abril para uma série de palestras e ele foi seu intérprete durante a passagem. Do período vêm fotos que levantaram suspeita sobre o possível romance.

No Facebook de James, além das fotos, há um depoimento elogiando abertamente a ex-presidente: “Conheci uma pessoa totalmente diferente da imagem promovida pela grande imprensa e pela mídia no Brasil”, afirma.

 

 

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